Paraná soma 5.401 óbitos pela Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (8) mais 792 casos confirmados e 90 óbitos em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. 60 pacientes que morreram residiam em Curitiba e fora a óbito entre 9 de agosto e 2 de novembro. Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 neste sábado mostram que o Paraná soma 218.987 casos e 5.401 mortos em decorrência da doença. Há alteração de município em um caso confirmado e inclusão de 60 óbitos de Curitiba detalhados ao final do texto.

INTERNADOS – 564 pacientes com diagnóstico confirmado de covid-19 estão internados neste domingo (8). São 456 pacientes em leitos SUS (240 em UTI e 216 em leitos clínicos/enfermaria) e 108 em leitos da rede particular (38 em UTI e 70 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 920 pacientes internados, 394 em leitos UTI e 526 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 30 pacientes, todos estavam internados. São 16 mulheres e 14 homens, com idades que variam de 48 a 94 anos. Os óbitos ocorreram entre 1º de outubro e 8 de novembro.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Londrina (5), Foz do Iguaçu (5), São José dos Pinhais (2), Rolândia (2), Rio Branco do Sul (2). A Sesa registra ainda a morte de um morador de cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Balsa Nova, Cascavel, Cruzeiro do Oeste, Guarapuava, Itapejara D’Oeste, Itaperuçu, Jataizinho, Mandaguari, Marialva, Maringá, Paraíso do Norte, Quatro Barras e São Miguel do Iguaçu.

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 2.281 casos de residentes de fora, 51 pessoas foram a óbito.

AJUSTES:

Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 30/9 em Foz do Iguaçu foi transferido para São Miguel do Iguaçu.

Adicionados 60 óbitos confirmados para COVID-19 residentes em Curitiba.

Seis notificações realizadas através do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), doze através do SIVEP Gripe e quarenta e duas em ambos sistemas.

Um óbito confirmado no dia 09/ago em Curitiba (F, 72a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 22/ago em Curitiba (M, 87a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 25/ago em Curitiba (M, 79a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 02/out em Curitiba (M, 69a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 05/out em Curitiba (F, 61a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 08/out em Curitiba (M, 27a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Dois óbitos confirmados no dia 10/out em Curitiba (M, 59a), (M, 78a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 11/out em Curitiba (F, 89a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Dois óbitos confirmados no dia 13/out em Curitiba (F, 39a), (M, 78a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Dois óbitos confirmados no dia 15/out em Curitiba (M, 64a), (M, 88a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 17/out em Curitiba (M, 65a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Três óbitos confirmados no dia 18/out em Curitiba (F, 80a), (M, 74a), (M, 83a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 19/out em Curitiba (F, 81a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Um óbito confirmado no dia 21/out em Curitiba (M, 73a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Três óbitos confirmados no dia 22/out em Curitiba (F, 62a), (M, 89a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Quatro óbitos confirmados no dia 23/out em Curitiba (F, 86a), (M, 75a), (M, 78a), (M, 84a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Dois óbitos confirmados no dia 24/out em Curitiba (M, 82a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Três óbitos confirmados no dia 25/out em Curitiba (F, 85a), (M, 81a), (M, 82a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Quatro óbitos confirmados no dia 26/out em Curitiba (F, 84a), (M, 64a), (M, 67a), (M, 80a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Dois óbitos confirmados no dia 27/out em Curitiba (F, 74a), (M, 90a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Cinco óbitos confirmados no dia 28/out em Curitiba (F, 50a)m (F, 75a)m (M, 68a), (M, 70a), (M, 80a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Três óbitos confirmados no dia 29/out em Curitiba (F, 58a), (M, 64a), (M, 74a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Três óbitos confirmados no dia 30/out em Curitiba (F, 81a), (M, 57a), (M, 62a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Dois óbitos confirmados no dia 31/out em Curitiba (M, 63a), (M, 72a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Seis óbitos confirmados no dia 01/nov em Curitiba (F, 59a), (F, 76a), (M, 59a), (M, 68a), (M, 69a), (M, 78a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Quatro óbitos confirmados no dia 02/nov em Curitiba (F, 72a), (F, 81a), (F, 82a), (M, 86a) foi adicionado ao boletim do dia 08/11.

Confira o boletim completo.

Informações AEN.

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“Calorão” faz Paraná ultrapassar 40° C; cidades registram recordes históricos

O mapa do Paraná registrou temperaturas acima dos 40° C durante este fim de semana. No sábado e no domingo, houve registro de temperaturas máximas que não apareciam há meses no Estado e também recordes históricos. O calor se mantém e segue até quinta-feira (27), quando a atuação de uma frente fria é esperada no Estado. Os dados são do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

Curitiba bateu o recorde do ano neste domingo (23): 33,1° C foi a temperatura mais alta registrada na cidade desde setembro de 2020. Ainda no domingo, no Oeste do Estado, São Miguel do Iguaçu igualou o patamar mais quente de sua história: 40,6 °C, registrado em setembro de 2020. Em Loanda, no Noroeste, fez 41° C no sábado (22), o maior valor registrado na rede de estações meteorológicas.

Em Altônia (Norte), Palotina (Oeste) e Capanema (Sudoeste) o calorão se aproximou do recorde histórico. Na primeira houve registro de 40,1 °C, contra 41,3 °C de máxima. Na segunda, a diferença foi de apenas 1,2° C (de 40,8° C no domingo para 42° C de máxima histórica). Na terceira, houve registro de 40,2° C, contra 42° C de recorde.

Fonte: Simepar

E a semana segue quente no Paraná. A segunda-feira (24) amanheceu com tempo mais seco e estável. “As temperaturas seguem elevadas, com valores que já ultrapassam os 24°C sobre a Capital. No Oeste/Noroeste, temperaturas acima dos 30°C também já são registradas”, disse a meteorologista Lidia Mota, do Simepar.

As regiões Oeste, Noroeste e Sudoeste vão se aproximar dos 40° C na tarde desta segunda-feira e chuvas bem típicas de verão – rápidas e pontuais – podem ocorrer no Centro-Sul, Sudoeste, Oeste e Noroeste, inclusive com possibilidade de ventos mais fortes.

Na Capital e no Litoral, a máxima deve chegar a 32° C. O pico será de 31° C nos Campos Gerais; 34 °C no Sudoeste; 36° C no Oeste; e no Norte e Noroeste segue acima dos 36° C em Maringá e 35° C em Londrina, segundo os meteorologistas do Simepar.

Na quarta-feira (26), o tempo segue mais abafado favorecendo a ocorrência de pancadas de chuvas. Entre quinta e sexta (27 e 28), a previsão do Simepar é de que a aproximação de uma frente fria reforce a condição de tempo instável, com possibilidade de desenvolvimento de alguns temporais.

Reforço de marca diferente é mais eficaz para vacinados com CoronaVac

A pesquisa analisou dados de 1.240 voluntários em São Paulo e Salvador que receberam doses da CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, em um intervalo de seis meses antes do início do estudo. Os voluntários receberam doses de reforço da Janssen, Pfizer-BioNTech e AstraZeneca e da própria CoronaVac.

Os índices de aumento da concentração de anticorpos, 28 dias após a dose de reforço, ficaram em 152% para a vacina da Pfizer-BioNTech; 90% para a da AstraZeneca; 77% para a da Janssen, e 12% para a CoronaVac.

“Em adultos idosos, a diferença dos títulos de anticorpos neutralizadores foi entre 8 e 22 vezes maior em esquemas heterólogos de reforço do que no reforço homólogo com a CoronaVac”, relataram os autores do estudo.

Conforme os autores, o uso das doses de reforço mostrou eficácia contra variantes como a Delta e a Ômicron. O estudo também apontou a necessidade da dose de reforço para quem completou o ciclo com a CoronaVac.

A pesquisa foi publicada no periódico científico Lancet.