Paraná é sede da maior competição de hambúrguer do país

Festival em Maringá espera comercializar 7 mil hambúrgueres, pretende ultrapassar R$ 1 milhão em negociações e vai escolher o melhor hambúrguer da região.

Em pleno lockdown, foram 5 mil hambúrgueres vendidos. Em 2020, o Maringá Food Festival – Etapa Hambúrguer (MFF) salvou o negócio de muitos empresários do food service que, prejudicados pela pandemia, ainda se reestruturavam para manter as portas abertas. Neste ano, o evento volta com tudo e também, às origens. Com o avanço da vacinação e da flexibilização das medidas restritivas, o evento de 2021 é presencial, onde o público pode provar as criações no próprio estabelecimento ou no sistema delivery por meio do aplicativo Aiqfome. O MFF começou no dia 2 e termina no domingo, dia 19 de dezembro.

São 22 criações que disputam os títulos de melhores hambúrgueres de Maringá/PR em duas categorias, popular e profissional, neste que é considerado a maior competição de hambúrguer do País e que, no próximo ano, deverá ter outras cidades no radar para expansão. O cardápio do festival tem preço único de R$ 34 e os hambúrgueres acompanham uma porção de batata frita McCain. 

Divulgação

“O objetivo do festival é agir no segmento de hambúrguer para melhorar a competitividade. Com isso, a indústria ganha, geram-se mais negócios e maior diferenciação entre as casas. A partir do momento de competição, você gera conhecimento para entender melhor o alimento que se está comendo, fazendo inclusive, com que o cliente se torne mais exigente”, destaca Guilherme Oliveira, Diretor de Negócios Bússola Evento. “O festival gera entretenimento, experiência e bons negócios”.

Todas as receitas foram desenvolvidas exclusivamente para o concurso e serão avaliadas pelo público e por um júri técnico, formado por dois grandes nomes da gastronomia nacional: Marcos Vigorito, idealizador do Guia do Hambúrguer e parceiro do festival desde a primeira edição; e Lierson Matterhauer Jr, hamburgueiro e assador profissional, vencedor do prêmio Veja Comer e Beber 2016/2017 de Melhor Hambúrguer de São Paulo. Os jurados avaliarão os pratos em um “QG de avaliação”, no Rio Hotel by Bourbon.

Para os empresários que já participaram do MFF, a experiência trouxe feedback, visibilidade e uma nova clientela. É o caso do Vinicius Pires Martins, da Brasa Barbecue. “A competição trouxe muita visibilidade, confiabilidade além de novos clientes para nós. Esse ano também estamos participando e nestes primeiros dias as vendas dobraram!”, conta. “O festival foi ótimo para nosso posicionamento de marca, além de ótimo desempenho nas vendas”, compartilha o colega, Sérgio Henrique Granero, da Dom João Hamburgueria.

O público que provar e votar estará concorrendo a seis meses de pedidos grátis no Aiqfome e a um vale compras de R$ 500 no Supermercado Cidade Canção. Para sentir a experiência do júri, basta degustar uma das receitas, entrar no site (veja endereço no Serviço) e votar! Uma plataforma exclusiva para avaliação foi criada, auditada por uma empresa de pesquisa. “Temos um algoritmo próprio de avaliação da área de gastronomia e afirmamos com certeza, que não há nada igual no mundo. Criamos algo inédito”, afirma Guilherme.

SOBRE O EVENTO

Idealizado e realizado desde 2019 pela Bússola Eventos, o MFF tem entre seus patrocinadores alguns dos maiores players do mercado de food-service do mundo, como Heinz, Grupo Bimbo e McCain, junto de sua distribuidora local Difal Alimentos, e o maringaense Supermercados Cidade Canção. Mais uma vez, o Aiqfome é o aplicativo de delivery oficial do evento. A Bússula tem mais de uma década no mercado de eventos. É reconhecida como uma das melhores empresas do Paraná, certificada pelo Sebrae e Tecpar e é referência em food experience no Brasil. 

SERVIÇO

Para saber mais: http://www.maringafoodfestival.com.br

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Paraná registra o maior número de novos casos de Covid-19 dos últimos 10 meses em um mesmo boletim

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta terça-feira (18) mais 23.870 casos confirmados e 21 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Um número de novos casos maior do que esse foi registrado apenas em 7 de março do ano passado, quando o boletim apontou 44.967 novos diagnósticos da doença. Os dados deste novo boletim são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas, que são de 16.809 casos e três óbitos. 

O monitoramento da Covid-19 mostra que o Paraná soma 1.721.264 casos confirmados e 40.727 mortos pela doença.

Os casos divulgados nesta data são de janeiro (22.499) de 2022; dezembro (113), novembro (49), outubro (90), setembro (159), agosto (218), julho (66), junho (83), maio (76), abril (49), março (85), fevereiro (29) e janeiro (34) de 2021; e dezembro (83), novembro (128), outubro (28), setembro (26), agosto (26), julho (24), junho (3), maio (1) e abril (1) de 2020.

Os óbitos são de março (3), abril (4) e dezembro (2) de 2021 e janeiro (12) de 2022.

Internados

68 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados em leitos SUS (27 em UTIs e 41 em leitos clínicos/enfermaria) e nenhum em leitos da rede particular (UTI ou leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 856 pacientes internados, 305 em leitos de UTI e 551 em enfermarias, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

Mortes

A Sesa informa a morte de mais 21 pacientes. São sete mulheres e 14 homens, com idades que variam entre 38 e 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 25 de março de 2021 e 18 de janeiro de 2022.

Os pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba (6), Ponta Grossa (2), Maringá (2), Umuarama, Rosário do Ivaí, Pontal do Paraná, Pinhais, Pato Branco, Londrina, Ibiporã, Curiúva, Borrazópolis, Araucária e Almirante Tamandaré.

O monitoramento da Sesa registra 8.301 casos de residentes de fora do Estado – 224 pessoas foram a óbito.

Monitoramento

A Sesa está monitorando a situação epidemiológica do Paraná e o crescimento no número de casos diários divulgados pela pasta. A Secretaria reforça que as medidas de prevenção como uso de máscaras, lavagem das mãos e uso do álcool em gel permanecem sendo necessárias, juntamente com a continuidade da vacinação contra a Covid-19.

Um ano após início da vacinação, PR tem mais de 70% da população completamente imunizada

Em 18 de janeiro de 2021, o Paraná recebia as primeiras doses do imunizante CoronaVac, produzido pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A data marcou a aplicação das primeiras doses em oito profissionais de saúde da linha de frente do Complexo Hospitalar do Trabalhador, de Curitiba, e o início de uma campanha de vacinação em massa para diminuir os efeitos devastadores da pandemia de Covid-19.

Um ano depois, nesta terça-feira (18), o Estado já ultrapassou uma série de etapas no que diz respeito à imunização, como, por exemplo, o número de paranaenses completamente imunizados: mais de 70% da população já recebeu as duas doses ou dose única, e mais de 80% já tomaram a primeira. O Paraná é o sexto estado com o maior número de aplicações.

Até o momento, foram 19.045.464 vacinas aplicadas na população geral, sendo que, destas, 9.099.905 foram destinadas à aplicação da primeira dose, e 8.397.774 à segunda dose ou dose única. As doses de reforço em idosos e imunossuprimidos já contabilizam 1.664.602 aplicações. Em relação à dose adicional, para imunossuprimidos que receberam mais uma dose, além das duas normais ou dose única, foram aplicadas 141.868. Os dados constam no sistema do Ministério da Saúde, atualizado em tempo real pelos estados, portanto, pode haver algumas divergências.

Segundo o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, o alto índice de cobertura vacinal no Estado contribuiu para uma redução na ocupação de leitos, no número de mortes e também na incidência de casos graves. “Nós conseguimos ultrapassar os momentos difíceis por causa da vacina. Senão, teríamos perdido a vida de muitos paranaenses”, ressaltou.

No dia 18 de janeiro de 2021 o índice de internamento em UTI era de 84% (1.199 leitos). O último boletim do Estado mostra ocupação de 56% em 477 leitos. Apesar da nova onda ligada à Ômicron, a média de óbitos diária é de 2, contra 28 em janeiro de 2021. Em janeiro do ano passado foram 1.936 mortes. Em dezembro, 120, diminuição de 93,8%.

Além disso, o secretário fez questão de ressaltar a mobilização do Estado para garantir a execução da campanha de vacinação. “Nossa imunização é exemplar porque temos a cultura da vacina no Estado, onde temos pessoas extremamente conhecedoras do tema, e que nos ajudam a fazer acontecer essa vacinação lá na ponta. Através delas, nós tivemos esse resultado tão positivo, mas que não acabou. A tarefa continua”, reforçou.

“A vacina é fundamental. Quem não toma vacina está vulnerável, vira uma presa fácil dos vírus. Começa a ocorrer uma seleção natural e o vírus vai tentando se reproduzir através da infecção, e ele vai procurar o hospedeiro que tenha menos imunidade. Quem não tomou vacina está com menos imunidade que os outros nesse momento”, ressaltou o secretário.

CRIANÇAS – No último sábado (15), o Paraná deu mais um passo no objetivo de imunizar completamente a população, com o início da vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos. O secretário faz um apelo para que os pais levem seus filhos aos postos de vacinação. “Nós temos um momento importante para cumprir nos próximos dois ou três meses, e quero convocar os paranaenses para ficarem muito alertas. Vamos fazer essa vacinação acontecer da melhor forma possível”, afirmou o secretário.

PÚBLICOS – O Paraná aplicou 14.807.472 doses de imunizantes no público com idade acima de 18 anos. Foram, por exemplo, 1.318.626 doses nos profissionais da saúde; 1.429.357 em pessoas com comorbidades; 543.756 em trabalhadores da educação; 162.713 em profissionais do transporte; 137.740 em gestantes e puérperas; 119.271 em pessoas com deficiência permanente; 57.722 na população privada de liberdade; 23.496 em indígenas; e 6.260 em pessoas em situação de rua.

MUNICÍPIOS – Em números absolutos, os dez municípios que mais aplicaram vacinas foram Curitiba (3.277.908); Londrina (1.035.844); Maringá (862.911); Cascavel (583.327); Ponta Grossa (512.855); São José dos Pinhais (388.652); Foz do Iguaçu (432.346); Colombo (423.528); Guarapuava (254.364); e Paranaguá (266.290).

DISTRIBUIÇÃO – Ao longo de um ano de imunização, foram distribuídas no Paraná quatro vacinas aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa): CoronaVac, vacina adsorvida inativada, fabricada pela Sinovac (China) e Instituto Butantan (Brasil); AstraZeneca, vacina recombinante, elaborada pela AstraZeneca, Oxford e Fiocruz; Pfizer, vacina de RNA mensageiro (RNAm), da parceria Pfizer e BioNTech; e Janssen, vacina recombinante, produzida pela Janssen-Cilag, braço farmacêutico da Johnson & Johnson.