ONG fundada em Curitiba fica entre as 100 melhores do Brasil

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Instituição que une futebol e desenvolvimento social é reconhecida pelas boas práticas em governança, transparência, comunicação e financiamento

O Instituto Futebol de Rua, fundado em 2006, em Curitiba (PR), foi reconhecido como uma das 100 melhores organizações sem fins lucrativos do Brasil. O Prêmio Melhores ONGs anuncia anualmente, desde 2017, as instituições brasileiras do terceiro setor que são reconhecidas por suas boas práticas em quesitos como governança, transparência, comunicação e financiamento. 

Com sede na capital paranaense e núcleos espalhados em 22 cidades de 12 estados, o Instituto Futebol de Rua alcança esses quesitos ao utilizar o esporte como ferramenta para o desenvolvimento social, tendo como foco o enriquecimento educacional e cultural de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Para o fundador do Instituto Futebol de Rua, Alceu Natal Neto, o reconhecimento como uma das 100 melhores ONGs do Brasil é o resultado de anos de muito trabalho de mais de 500 voluntários e profissionais que se dedicam ao projeto. “O ano de 2020 foi de desafio para todos. Primeiro e principalmente para as famílias que atendemos, que viveram uma realidade de dificuldades ainda maiores. Depois para nossa equipe, que precisou se reinventar para não deixar que esses jovens e crianças ficassem desassistidos”, afirma. 

Os trabalhos desenvolvidos no Instituto já alcançaram mais de 18 mil crianças e adolescentes ao longo dos 14 anos de história. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto se mantém com o apoio de parceiros, doações e com o trabalho de voluntários que dedicam parte de seu tempo às atividades da ONG. Com as atividades suspensas desde março, o Instituto também realizou ao longo do ano uma série de ações em apoio às famílias atendidas. De abril até novembro, foram 35 ações, com distribuição de oito toneladas de alimentos, 2000 itens de higiene pessoal, 1110 sopas e lanches e 1300 litros de leite, impactando mais de sete mil pessoas. Também foi realizada, em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), a entrega de 330 chips de telefone.

Ações contínuas

Entre as iniciativas fixas do Instituto estão os projetos “Futebol de Rua pela Educação”, que promove a inclusão social por meio do esporte, “Jogando Juntos”, trabalho para fortalecer vínculos sociais e driblar a desigualdade, o “Aprendiz do Futebol”, que oferece uma formação profissional aliada aos conceitos do esporte, e o “Football for Hope”, projeto patrocinado pela FIFA que apresenta o futebol como ferramenta para desenvolvimento humano. “Nosso lema sempre foi transformar as dificuldades em aprendizados e esperamos seguir dessa forma por muitos anos”, diz. 

A cerimônia do Prêmio Melhores ONGs será online e acontece no dia 10 de dezembro. 

Para conhecer mais sobre o Instituto Futebol de Rua é possível encontrar outras informações no site https://www.futebolderua.org.

Sobre o Instituto Futebol de Rua

Criado em 2006, o Instituto Futebol de Rua é uma organização sem fins lucrativos que utiliza o esporte, a educação e a cultura como ferramentas para o desenvolvimento de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Presente em 12 estados, 22 cidades e com mais de dois mil beneficiários, o Instituto conta com metodologia exclusiva que alia aulas de formação humana ao futebol de rua. 

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Centenas de fiéis se reuniram nesta quinta-feira em um megaculto no Boqueirão

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Centenas de fiéis se reuniram  na noite desta quinta-feira (25), em um megaculto da na Assembleia de Deus Vitória em Cristo, no bairro Boqueirão, em Curitiba. A cerimônia, chamada de  “Culto da Vitória” , foi comandada pela filha do pastor Silas Malafaia, a cantora Rachel Malafaia. A notícia foi divulgada pela revista Época, com repercussão nacional.

Um dia antes (24), no bairro Batel, a Polícia Militar havia fechado um culto ainda maior, na Igreja Mundial do Poder de Deus, por desrespeitar regras contra a pandemia.

Já no culto da família Malafaia, testemunhas informaram que a PM chegou a ir até o local, mas nada foi feito e o culto continuou normalmente. A Banda B espera a confirmação da assessoria da PM sobre a informação.

Enquanto isso, Curitiba sofre com a falta de leitos e está na bandeira laranja. Nesta quinta-feira, ambulâncias ficaram na porta de hospitais a espera de vagas para pacientes.

Malafaia respondeu

O pastor Silas Malafaia se justificou no Twitter, afirmando que 1.200 pessoas participaram do culto, mas que o local tem capacidade para 3 mil. Segundo Silas Malafaia, todos respeitaram o distanciamento social e os procedimentos obrigatórios, como o uso de máscara. Ele atacou a Revista Época.

Informações Banda B.

Redução no estoque de sangue preocupa Hemepar

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O estoque de sangue disponível nesta quinta-feira (25) no Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar) para atender Curitiba e a Região Metropolitana é suficiente apenas para atender a demanda diária da instituição.

“A informação é muito preocupante pois em uma situação de urgência e emergência não teríamos como atender os hospitais”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. “Por isso destacamos a importância da doação de sangue como ato de amor ao próximo e cidadania”, ressaltou.

Segundo ele, a pandemia não deve afastar os doadores, pois todas as medidas de prevenção e segurança são tomadas durante o processo.

A diretora do Hemepar, Liana Labres de Souza, disse que o estoque nea manhã de quinta-feira (25) tinha cerca de 200 bolsas entre todos os tipos sanguíneos. “Este quantitativo supre um dia de atendimento nos 42 hospitais da Capital e da Região Metropolitana, entre eles os hospitais de porta aberta ao trauma como Hospital Evangélico Mackenzie, Hospital do Trabalhador, Hospital do Rocio, em Campo Largo, e Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul”.

“Infelizmente os doadores não têm comparecido em nossas unidades e com isso muitas solicitações de transfusão não estão sendo atendidas em sua totalidade”, afirmou.

VACINA – Ela lembrou ainda que pessoas imunizadas contra a Covid-19 podem fazer a doação de sangue e para isso basta aguardar o período estipulado para cada tipo de vacina.

“A vacina Coranovac/ Butantan estabelece um prazo de 48 horas após o recebimento para que o cidadão possa fazer doação de sangue; já a vacina AstraZeneca/Fiocruz pede o intervalo de 7 dias para a doação”.

O Hemepar segue protocolos de segurança para a Covid-19, como o agendamento e recepção de 8 pessoas a cada 30 minutos para evitar aglomeração, utilização de álcool gel 70% e profissionais que atuam no atendimento devidamente paramentados.

O agendamento para doação de sangue pode ser feito pela internet (saúde.pr.gov.br). São aptos a doar sangue pessoas que tenham entre 16 a 69 anos, que pesem mais de 51 quilos e que estejam bem de saúde.

Informações AEN PR.