O prazer de comer

10 anos atrás eu, jovem mancebo que era, perambulava pela Reitoria da UFPR na posição de estudante de História. Ainda que não tenha concluído o curso, guardo com apreço as recordações e os conhecimentos acumulados, com uma menção especial à disciplina de História da Alimentação, ministrada pelo já falecido Carlos Antunes.

O que diabos é a História da Alimentação, me pergunta você, intrépido leitor. Foi o que eu me perguntei lá atrás, e me matriculei na matéria. Em linhas bastante gerais, é o ramo da história que estuda o ato social de alimentar – comer e beber – e como podemos compreender o passado sob esta lente. Mas, mais do que o teor técnico da disciplina, levo comigo a percepção de que “comer” não é apenas comer.

Lembram dos almoços de família? O sabor da comida feita com carinho, compartilhada na companhia de quem amamos? A sensação de fartura, não só no estômago inchado por uma gula justa, mas pelo momento dividido?

Enquanto escrevo mentalmente este texto, almoço numa praça de alimentação de um Shopping qualquer. Olho para os lados, pessoas comem mecanicamente seus pratos, sem levantar os olhos, salvo para conferir o celular que apita insistentemente. Não me parece uma praça de alimentação, mas bichos em suas coxias. Outrora a mesa foi o espaço máximo da interação humana; hoje, parece uma obrigação. Mais uma de uma dilata escala de obrigações diárias, cumprida sob a chibata de um horário apertado. Fast Food for a Fast Life.

Me perco pensando em todas as etapas daquela comida produzida, do produtor rural ao cozinheiro, que poucos momentos antes preparava o que agora me alimenta. Fico chatado ao ver o desdém com que as pessoas apreciam o resultado final do trabalho de tantos. Tenho certa reverência pela comida, como vocês podem ver. Obrigado por isso Antunes, onde estiver.

Sozinho como sempre, termino meu prato e elogio o trabalho bem feito. Uma senhora, repondo os alimentos no buffet, sorri e agradece com sinceridade. Acho que não se dão muitos elogios por ali. Triste constatação.

Frequentei mais os bancos dos barzinhos do que da faculdade, confesso, mas esta lição sobre o prazer de comer, em todos os seus elementos, eu jamais me esqueci. O resto é história.

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Menos é Mais agita a transmissão do segundo jogo do Brasil em Curitiba (PR)

Abola já está rolando oficialmente na Copa do Mundo do Catar e já está chegando o dia do Segundo jogo da seleção brasileira na competição. Para os curitibanos que querem acompanhar a  luta pelo tão sonhado hexa em uma experiência diferenciada para torcer e compartilhar a emoção do evento esportivo mais esperado do ano, o Festival Ginga Brasil é o lugar certo! 

 Para embalar o jogão, entre Brasil X Suíça, no dia 28 de novembro, o festival vai receber a apresentação de um dos grupos de pagode de maior sucesso da atualidade: Menos é Mais. Com 5 anos de estrada e números impressionantes nas mídias sociais e plataformas de streaming, o quinteto de Brasília, formado por Duzão, Gustavo Goes, Jorge Farias, Paulinho Félix e Ramon Alvarenga, repercutiu no cenário em 2019 com o lançamento do álbum “Ao vivo no Buteco”, conquistando o público ao resgatar o DNA do gênero no mais puro clima das tradicionais rodas de pagode.

De lá pra cá foram mais 6 álbuns, diversas canções nas paradas de sucesso, entre elas parcerias com grandes nomes da música nacional como Sorriso Maroto, Dilsinho, Léo Santana e João Gomes. Para o show em Curitiba, o grupo trará todo o seu gingado e carisma para agitar a plateia ao som de hits como “Amor Falsificado”, “Pede pra God” e “Vai me dando corda”, além de grandes sucessos da história do pagode. A programação completa do dia também vai contar as apresentações de Vitor Fernandes, DJ Lemmy e DJ Hall.

A apresentação do Grupo Menos é Mais no Festival Ginga Brasil acontece entre os dias 28 de novembro, na Sociedade Hípica Paranaense, com a transmissão ao vivo do jogo entre Brasil x Suíça. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Ingresse (www.ingresse.com). Mais informações nos perfis oficiais do evento (@ginga_oficial) e da CWB Brasil (@cwbbrasil) no Instagram.

Segunda partida do Brasil é embalada por DJs e a Festinha do João Mar na Pedreira

O segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo tem espaço e trilha sonora garantidas na Resenha na Pedreira. O evento faz a transmissão oficial da Copa do Mundo no Parque das Pedreiras em clima de festa nessa segunda-feira (28/11). O espaço abre duas horas antes da partida, às 11h, e tem diversas atrações musicais com destaque para a Festinha do João Mar. Ingressos podem ser adquiridos antecipadamente no site Cheersshop.

Depois a vitória da seleção brasileira, a equipe enfrenta a Suíça no segundo jogo da primeira fase. A partida poderá ser apreciada nos menores detalhes na Resenha na Pedreira, que tem telões de alta definição. O evento é licenciado pela FIFA, com transmissão oficial dos jogos.

A Festinha do João Mar é destaque na festa. O cantor e compositor vem conquistando seu espaço no cenário de música brasileira. Canções autorais como “num love” e “Sorria Que Volta” marcam a carreira de João Mar. A festa tem ainda DJs de peso como Fefo, que animou o primeiro jogo com muita brasilidade, e o hip hop do DJ Anaum.   

A partida Brasil x Suíça será transmitida na Resenha na Pedreira nesta segunda-feira (28), com portões abertos a partir das 12h. Os ingressos custam a partir de R$ 25 e estão disponíveis na plataforma cheersshop.com.br e nas bilheterias do local. O evento conta com realização da Planeta Brasil Entretenimento e do Parque das Pedreiras.