Morre príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II

O príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth II, pai do príncipe Charles e patriarca de uma turbulenta família real que ele ajudou a estabilizar, morreu nesta sexta-feira (9) no Castelo de Windsor, na Inglaterra. Ele tinha 99 anos. “É com profunda tristeza que a Rainha anuncia a morte de seu amado marido, Sua Alteza Real, o Príncipe Philip, Duque de Edimburgo. Faleceu pacificamente nesta manhã no Palácio de Windsor”, diz o comunicado da Família Real.

Philip foi hospitalizado várias vezes nos últimos anos devido a várias doenças, a última delas em fevereiro. A rainha e o príncipe Philip receberam suas primeiras doses da vacina contra o coronavírus em janeiro.

Philip – que se tornou consorte depois do falecimento do rei George VI, em 1952 – morre no momento em que o Palácio de Buckingham está novamente em turbulência, desta vez por causa da entrevista explosiva de Oprah Winfrey na televisão com o neto de Philip, o príncipe Harry e sua esposa, Meghan, em 7 de março, quando o casal, em exílio auto-imposto na Califórnia (EUA), acusou a monarquia de racismo e crueldade contra membros da família real.

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Biden: 600 milhões de doses de vacina estarão disponíveis até maio

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou nesta terça-feira (23) que, ao final de maio, 600 milhões de doses de vacina contra a covid-19 terão sido disponibilizadas aos americanos. Depois de anunciar na última semana que a meta de imunizar 100 milhões de pessoas em 100 dias foi cumprida antes do esperado, o presidente afirmou que um novo objetivo será estabelecido nesta semana.

Em evento na Universidade de Ohio sobre o pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão, Biden afirmou que a vacinação antes do esperado foi possível graças às verbas liberadas pelo projeto, assim como o ato soberano sobre exportações do país. Além disso, o presidente afirmou, citando economistas, que a legislação deve criar 7 milhões de trabalhos e impulsionar o crescimento econômico.

Outro tema presente foi a celebração dos 11 anos do Affordable Care Act, conhecido popularmente como “Obamacare”. Biden defendeu o projeto e sua importância na expansão das redes de proteção de cuidados de saúde no país.

Informações Estadão Conteúdo

Nova York registra 1º infectado com variante brasileira da covid-19

ESTADÃO – O estado de Nova York, nos Estados Unidos, detectou o primeiro caso de paciente infectado com a variante P1 da covid-19, a nova cepa identificada inicialmente em território brasileiro. A informação foi divulgada neste sábado, 20, pelo governador Andrew Cuomo.

O caso foi identificado por cientistas do Hospital Mount Sinai, na cidade de Nova York, e verificado pelo Departamento de Saúde do Wadsworth Center Laboratories. O DOH está trabalhando com o Departamento de Saúde e Higiene Mental da cidade de Nova York para obter mais informações sobre o paciente e possíveis contatos.

Segundo comunicado, o infectado é uma pessoa de 90 anos, moradora do Brooklyn e que não possui histórico de viagens recentes. Ainda não se sabe como o paciente contraiu o vírus. “A detecção da variante brasileira aqui em Nova York ressalta ainda mais a importância de tomar todas as medidas adequadas para continuar a proteger sua saúde”, disse o governador.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, 48 casos da variante brasileira estão em análise no país. O primeiro caso de contaminação pela variante P1 foi identificado em Minnesota, no dia 25 de janeiro.

A entrada de brasileiros nos Estados Unidos está proibida desde 29 de maio de 2020. A medida não se aplica, no entanto, a residentes do país, pessoas casadas com um cidadão americano e filhos ou irmãos de americanos menores de 21 anos.