Mais de 181 mil paranaenses já foram diagnosticados com a COVID-19

A Secretaria de Estado da Saúde confirmou no sábado (3), 1.497 novos casos e 14 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma agora 181.772 casos e 4.530 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

INTERNADOS –  721 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados hoje; 644 pacientes estão em leitos SUS (310 em UTI e 334 em leitos clínicos/enfermaria) e 117 em leitos da rede particular (51 em UTI e 66 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 1.021 pacientes internados, 454 em leitos UTI e 567 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

ÓBITOS –  A secretaria estadual informa a morte de mais 14 pacientes, todos estavam internados. São cinco e nove homens, com idades que variam de 48 a 90 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 31 de agosto e 3 de outubro.

Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (6), Ponta Grossa (2) e São José dos Pinhais (2) e, um caso em cada um dos seguintes municípios: Almirante Tamandaré, Colombo, Pinhais e Rio Negro. 

FORA DO PARANÁ – O monitoramento da Sesa registra 1.943 casos de residentes de fora, 44 pessoas foram a óbito.

AJUSTES:

Alteração de município

Um caso confirmado no dia 18/9 em Cândido de Abreu foi transferido para Cambé

Um caso confirmado no dia 1/10 em Rondon foi transferido para Tamboara

Um caso confirmado no dia 19/6 em São Sebastião da Amoreira foi transferido para Londrina

Um caso confirmado no dia 21/6 em São Sebastião da Amoreira foi transferido para Londrina

Um caso confirmado no dia 30/8 em São Sebastião da Amoreira foi transferido para Londrina

Um caso confirmado no dia 10/8 em São Sebastião da Amoreira foi transferido para Astorga

Um caso confirmado no dia 26/8 em São Sebastião da Amoreira foi transferido para Curitiba

Um caso confirmado no dia 3/7 em Santa Terezinha de Itaipu foi transferido para São Sebastião da Amoreira

Um caso confirmado no dia 20/8 em Santo Antônio do Paraíso foi transferido para São Sebastião da Amoreira

Um caso confirmado no dia 15/9 em Arapoti foi transferido para Ponta Grossa

Dois casos confirmados nos dias 26/6 e 05/7 em Araucária foram transferidos para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 30/8 em Cascavel foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 1/9 em Castro foi transferido para Ponta Grossa

Três casos confirmados nos dias 23/7, 10/9 e 19/9 em Curitiba foram transferidos para Ponta Grossa

Dois casos confirmados nos dias 29/7 e 28/8 em Guarapuava foram transferidos para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 16/9 em Guaratuba foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 14/9 em Ivai foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 27/8 em Mallet foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 19/9 em Mauá da Serra foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 6/9 em Palmeira foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 1/9 em Rio Branco do Sul foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 7/9 em São José dos Pinhais foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 31/8 em Telêmaco Borba foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 23/7 em Tucuruí/PA foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 19/9 em Bento Gonçalves/RS foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 7/9 em Blumenau/SC foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 17/7 em Brejo da Madre de Deus/PE foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 19/9 em Campo Grande/MS foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 17/7 em Conceição do Araguaia/PA foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 7/9 em Dionisio Cerqueira/SC foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 19/9 em Dourados/MS foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 1/9 em Florianópolis/SC foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 5/9 em Fortaleza/CE foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 23/7 em Itapeva/SP foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 23/7 em Juiz de Fora/MG foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 10/9 em Osvaldo Cruz/SP foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 16/7 em Rio Fortuna/SC foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 7/9 em Santiago/RS foi transferido para Ponta Grossa

Um caso confirmado no dia 9/6 em São José do Rio Preto/SP foi transferido para Piraí do Sul

Um caso confirmado no dia 25/7 em Tijucas/SC foi transferido para Piraí do Sul

Confira o informe completo clicando aqui.

Informações AEN.

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Decreto amplia restrições com ‘lei seca’ após as 23h e proíbe eventos com mais de 10 pessoas no Paraná

O Governo do Estado ampliou as medidas restritivas para evitar a propagação do novo coronavírus e conter o aumento das infecções no Paraná. O texto assinado pelo governador Ratinho Junior, nesta quinta-feira (03), prevê a proibição da comercialização e do consumo em vias e espaços públicos de bebidas alcoólicas das 23 horas às 5 horas. A decisão acompanha o impedimento provisório na circulação de pessoas no mesmo período, medida em vigor no Estado desde a quarta-feira (02).

Conforme antecipado pela Banda B, o decreto 6294/2020 estabelece ainda, entre outras regras, que a celebração de cultos religiosos aconteça com ocupação máxima de 30%, intensifica a fiscalização por meio da Polícia Militar e autoridades sanitárias e restringe a realização de eventos.

O documento proíbe confraternizações e eventos presenciais que causem aglomerações com grupos de mais de 10 pessoas, excluídas da contagem crianças de até 14 anos. A exceção são ações sem contato físico, incluindo o modelo drive in. O documento é válido por 15 dias, prorrogáveis ou não.

“Essas medidas são fundamentais. É claro que o vírus não tem horário, mas cerca de 15% dos nossos leitos de UTI são usados em decorrência de traumas. Em muitos casos por pessoas que bebem, pegam o carro e acabam se acidentando. Isso libera leitos para combater o coronavírus, para dar assistência a quem está contaminado”, ressaltou Ratinho Junior.

O decreto recupera duas resoluções da Secretaria de Estado da Saúde. A 734/2020 que autoriza a celebração de cultos religiosos desde que o espaço destinado ao público tenha ocupação máxima de 30%, garantido o afastamento mínimo de 2 metros entre as pessoas.

A medida começa a valer na segunda-feira (07) para dar tempo de as igrejas se organizarem. O texto recomenda que a população realize atos religiosos em casa, de forma individual ou em família.

Outra medida retomada é a resolução 632/2020, que trata do teletrabalho. O decreto estabelece que esse formato seja adotado para as funções que forem compatíveis no âmbito da administração estadual. As exceções são as secretarias da Saúde, Segurança Pública e Fazenda. Há ainda a orientação para que os demais Poderes, assim como municípios e entes privados acompanhem o regramento.

Prefeitos

As novas medidas restritivas foram elaboradas em conjunto com as 29 cidades que formam a Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec). Cada prefeitura agora vai redigir um decreto próprio, obedecendo as particularidades locais, mas a tendência é que acompanhem as normativas estabelecidas pela capital.

“A partir deste decreto estadual, vamos sentar com os prefeitos, ver se é suficiente para a nossa região metropolitana, se é preciso fazer mais algum ajuste, adaptando esse decreto para a nossa região. Depois sim podemos bater o martelo sobre os regramentos para os próximos 15 dias”, explicou o presidente da Assomec e prefeito de Fazenda Rio Grande, Marcio Wozniack, em entrevista à Banda B.

O decreto recupera duas resoluções da Secretaria de Estado da Saúde. A 734/2020 que autoriza a celebração de cultos religiosos desde que o espaço destinado ao público tenha ocupação máxima de 30%, garantido o afastamento mínimo de 2 metros entre as pessoas.

A medida começa a valer na segunda-feira (07) para dar tempo de as igrejas se organizarem. O texto recomenda que a população realize atos religiosos em casa, de forma individual ou em família.

Outra medida retomada é a resolução 632/2020, que trata do teletrabalho. O decreto estabelece que esse formato seja adotado para as funções que forem compatíveis no âmbito da administração estadual. As exceções são as secretarias da Saúde, Segurança Pública e Fazenda. Há ainda a orientação para que os demais Poderes, assim como municípios e entes privados acompanhem o regramento.

Prefeitos

As novas medidas restritivas foram elaboradas em conjunto com as 29 cidades que formam a Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec). Cada prefeitura agora vai redigir um decreto próprio, obedecendo as particularidades locais, mas a tendência é que acompanhem as normativas estabelecidas pela capital.

“A partir deste decreto estadual, vamos sentar com os prefeitos, ver se é suficiente para a nossa região metropolitana, se é preciso fazer mais algum ajuste, adaptando esse decreto para a nossa região. Depois sim podemos bater o martelo sobre os regramentos para os próximos 15 dias”, explicou o presidente da Assomec e prefeito de Fazenda Rio Grande, Marcio Wozniack, em entrevista à Banda B.

O Governo do Estado reforça que dará apoio integral às ações determinadas pela associação. A intenção é intensificar a fiscalização por meio da Polícia Militar e autoridades sanitárias com foco em evitar aglomerações e festas clandestinas.

O governador Ratinho Junior ressaltou que o decreto busca conter a movimentação de pessoas durante o período noturno, especialmente dos mais jovens. A iniciativa, reforçou ele, é para evitar aglomerações em parques, bares, festas, casas noturnas e estabelecimentos do gênero.

“É um dos piores momentos da pandemia. Precisamos da colaboração de todos, para que respeitem esse novo decreto, especialmente evitando aglomerações. Peço a ajuda do povo do Paraná para enfrentar esse vírus com inteligência”, afirmou.

Boletim

O boletim epidemiológico desta quinta-feira (03), por exemplo, revelou mais 2.628 diagnósticos confirmados de Covid-19 e 75 óbitos em decorrência da doença. O boletim registra também 2.784 casos confirmados retroativos do período entre 27 de abril e 1º de dezembro. Eles estavam em investigação, foram confirmados e automaticamente computados no sistema.

Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 291.244 casos e 6.259 mortes pelo novo coronavírus.

INTERNADOS – Nesta quinta-feira são 1.163 pacientes internados com diagnóstico confirmado de Covid-19. Destes, 870 ocupam leitos SUS (483 UTI e 387 em clínicos/enfermaria) e 293 da rede particular (81 UTI e 212 clínicos/enfermaria).

Há outros 1.547 pacientes internados, 536 em leitos UTI e 1.011 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI adulto exclusivos para pacientes suspeitos ou contaminados pela doença no Estado está em 88% e de enfermaria em 68%. A macrorregião Leste, que abriga a capital, região metropolitana e Litoral, apresenta 91% de ocupação em UTI e 68% em enfermaria.

A média móvel de casos teve um acréscimo de 16,9% em relação a 14 dias, enquanto a elevação na média de mortos foi de 23,4%. Os números são da Secretaria de Estado da Saúde.

Informações Banda B.

Segundo a Fiocruz, Curitiba está entre as capitais com tendência de avanço da covid-19

O boletim semanal Infogripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revela que 97,7% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) reportadas no país em 2020 e com exame positivo para alguma infecção viral se deram em decorrência da covid-19. De acordo com os pesquisadores envolvidos no levantamento, os dados divulgados nesta quinta-feira (3) também mostram um avanço da doença.

“O registro de crescimento que vem se observando em todo o território nacional durante o mês de novembro sugere a necessidade de cuidado redobrado ao longo do mês de dezembro. Ações de conscientização e prevenção devem ser tomadas para evitar que as tradicionais aglomerações no comércio e nas celebrações de fim de ano agravem o quadro atual”, alerta o boletim.

O levantamento traz uma análise para as próximas três semanas (curto prazo) e para as próximas seis semanas (longo prazo). Das 27 capitais, 13 registram  sinal moderado ou forte de crescimento na tendência de longo prazo: Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Maceió, Palmas , Salvador, Belo Horizonte, Cuiabá, Manaus, Brasília, Rio de Janeiro, São Luís e São Paulo.

Em apenas quatro estados, as tendências de curto e longo prazo apresentam sinal de queda ou estabilização em todas as suas macrorregiões de saúde: Acre, Amapá, Roraima e Sergipe. Essa situação também ocorre no Distrito Federal.

Todas as regiões do país foram classificadas em zona de risco e com ocorrência de casos muito altos na semana epidemiológica entre 22 e 28 de novembro. A íntegra do boletim está disponibilizada no portal da Fiocruz.

Síndrome respiratória

O Infogripe leva em conta as notificações de SRAG registradas no Sivep-gripe, sistema de informação mantido pelo Ministério de Saúde e alimentado por estados e municípios. A nova edição se baseia nos dados inseridos até  segunda-feira (30).

A SRAG é uma complicação respiratória associada muitas vezes ao agravamento de alguma infecção viral. O paciente pode apresentar desconforto respiratório e queda no nível de saturação de oxigênio, entre outros sintomas.

As notificações de SRAG em 2020 aumentaram em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19), Sars-CoV-2.

No ano passado, foram reportados 39,4 mil casos. Neste ano, já são 584.176, dos quais 54,8% tiveram resultado laboratorial indicando presença de algum vírus respiratório.

Entre as ocorrências com exame positivo para infecção viral, foram identificados quadros de SRAG associados não apenas ao novo coronavírus (97,7%), como também ao vírus influenza A (0,4%), ao vírus sincicial respiratório (0,4%) e ao vírus influenza b (0,2%). Quando analisados os casos que evoluíram à óbito, 99,3% estão vinculados ao novo coronavírus.

Este ano já são 141.351 mortes por SRAG. Em 2019, foram 3.811.