Libertadores retorna nesta terça com Athletico-PR e Santos em campo

Furacão joga na Bolívia e, na Vila Belmiro, o Peixe recebe o Olímpia

A espera acabou. Depois de seis meses de paralisação em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a Copa Libertadores da América  volta na noite desta terça-feira (15). Em março, quando o torneio foi interrompido, todos os 32 times já haviam  jogado as duas primeiras rodadas. A partir de agora, todas as demais fases – as quatro restantes da fase de grupos e as eliminatórias – ocorrerão sem presença de público. As finais devem ocorrer apenas em janeiro de 2021. 

Na noite de hoje (15), entram em campo dois dos sete clubes brasileiros que participam do torneio. Pelo Grupo C, o Athletico Paranaense, com três pontos, pega o Jorge Wilstermann, às 19h15 (horário de Brasília), no estádio Félix Capriles, em Cochabamba (Bolívia) . O Santos, que lidera o Grupo G, com seis pontos, recebe o Olímpia, do Paraguai, na Vila Belmiro,  às 21h30.

 A Libertadores retorna com mudanças também nas regras da competição. No último domingo (13), o Conselho da Conmebol ampliou o número de jogadores que poderia ser inscritos por cada equipe participante. As listas, cujo limite anterior era de até 40 nomes, foram ampliadas para 50. Os clubes que disputam os jogos nesta terça (15), quarta (16) e quinta-feira (17) tinham  prazo até às 18h de ontem (14) para enviar à entidade as listagens de atletas. Nas viagens, as delegações terão o limite 50 pessoas, incluindo comissões técnicas e pessoal de apoio. Outra alteração anunciada pela entidade no domingo (13) foi a permissão de que os atletas possam atuar por até três três clubes na mesma edição da Libertadores. Anteriormente, o limite era de dois times. 

Jorge Wilstermann (Bolívia)  x Athletico-PR

A última partida do Furacão na Libertadores foi em 11 de março. Na ocasião, os brasileiros perderam para o Colo-Colo por 1 a 0, em Santiago (Chile).  Cinco jogadores daquele elenco também estiveram em campo na vitória do Athletico-PR sobre o Coritiba (1 a 0), no último sábado (12), pelo Brasileirão. O zagueiro Thiago Heleno, o lateral Márcio Azevedo, os volantes Wellington e Erick e o atacante Nikão. 

Em março, o treinador era Dorival Júnior, que foi demitido em agosto, depois de quatro derrotas seguidas na Série A. Hoje (15), quem comanda a equipe é Eduardo Barros. 

Atual campeã estadual, a equipe da Arena da Baixada apresentou na quinta-feira passada (10) a nova lista de inscritos com várias novidades: o goleiro Anderson, os zagueiros Felipe Aguilar e Pedro Henrique, os volantes Jaime Alvarado e Richard, os meias Bruno Leite e Ravanelli e os atacantes Fabinho, Geuvânio e Walter. Entre os desfalques para a partida de hoje (15) estão o zagueiro Thiago Heleno, o volante Léo Citadini, o atacante Nikão devem ser desfalques. 

O provável escalação deve ser com Santos; Jonathan, Felipe Aguilar, Pedro Henrique e Márcio Azevedo; Wellington; Erick, Christian, Geuvânio e Fabinho; Guilherme Bissoli.  

O dia 11 de março também marcou a última partida oficial do Jorge Wilstermann. Naquela ocasião, a equipe perdeu por 1 a 0 para o Penharol, em Montevideo (Uruguai). Com esse resultado, o Grupo C da Libertadores ficou com as quatro equipes empatadas com três pontos, depois de dois jogos. No Uruguai, o futebol permanece paralisado por conta da pandemia. Na Bolívia, os campeonatos permanecem paraslisados por conta da pandemia. O Jorge Wilstermann voltou aos treinos em agosto.

Santos x Olimpia (Paraguai)

Muita coisa mudou desde o dia 10 de março, quando o Santos ganhou do Delfín, do Equador,  por 1 a 0, na Vila Belmiro, e atingiu a liderança do Grupo G, com seis pontos. Do time que entrou em campo naquele dia, apenas cinco atletas começaram o clássico de sábado (12) contra o São Paulo: Lucas Veríssimo, Luan Peres, Diego Pituca, Carlos Sánchez e Soteldo. Na casa-mata, o comandante era o português Jesualdo Ferreira. Agora, no lugar dele, está Cuca. A equipe voltou a jogar no dia 22 de julho, quando empatou com o Santo André. No Estadual, o Peixe acabou sendo eliminado nas quartas de final pela Ponte Preta.

Na nova lista de inscritos na Libertadores, apresentada nesta segunda-feira pelo Peixe, são seis novidades: os zagueiros Alex e Wagner Leonardo, os meias Anderson Ceará, Gabriel Pirani e Lucas Lourenço e o atacante Lucas Braga.

Adversário desta noite, o paraguaio Olimpia está em segundo lugar com quatro pontos em dois jogos. Pelo campeonato nacional, que retornou em 22 de julho, o clube ocupa a terceira posição com 38 pontos, quatro a menos do líder Cerro Porteño. 

O Cuca deve mandar a campo logo mais João Paulo; Madson, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez; Marinho, Lucas Braga e Soteldo.

Informações Agência Brasil.

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Opinião: Prática de atividades físicas dentro de condomínios não é luxo, é necessidade

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, pelo menos, 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos – incluindo quem vive com doenças crônicas ou incapacidade – e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes. Os números foram atualizados pela entidade depois de dez anos, em 2020, com a disponibilização de uma nova versão de suas diretrizes sobre atividade física. Portanto, com base em evidências científicas dos últimos anos, o documento fornece informações atualizadas sobre danos à saúde causados pelo sedentarismo e traz recomendações diferentes a respeito da quantidade de esforço físico que deve ser incluído na rotina e a forma de fazer isso, em diferentes grupos populacionais.

E qual a relação desses dados da entidade com a construção civil? Entender o comportamento do consumidor é um dos principais desafios das construtoras e incorporadoras que buscam constantemente oferecer soluções de moradias. Para auxiliar nos passos dos futuros lançamentos de empreendimentos, as empresas se baseiam em pesquisas e estudos como o “Comportamento do consumidor de imóveis em 2040” – Onde e como habitaremos?”, realizado em 2019 pela Deloitte, em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). A preocupação com o bem-estar figura entre os serviços desejados pelos moradores e é apontada no estudo. Tanto é que academia de ginástica e área para correr foram citadas entre os principais itens de um empreendimento, revelando que os consumidores, especialmente os baby boomers e a geração X, querem comodidade e conveniência para manter a atividade física em dia.

Por isso, atenta às mudanças de comportamento e, a fim de contribuir com a qualidade de vida da sociedade, cada vez mais as construtoras investem em seus projetos com espaços para a prática de atividades físicas e, também, de esportes. Se a famosa “academia de ginástica” ganhou novos modelos e incorporou equipamentos ao longo dos últimos anos, agora, os empreendimentos residenciais oferecem mais áreas de atividades distintas para que o morador não precise sair de casa para manter a saúde em dia. Entre os exemplos estão arena para esportes de areia (como futebol de areia e beach tennis), espaço de treinamento interno e externo (como boxe e outras lutas). Os projetos arquitetônicos contemplam, ainda, espaços para andar de bicicletas, patins e patinetes.

Vale lembrar que, além dos vários benefícios para o corpo, as atividades físicas contribuem na produção e reequilíbrio de hormônios e substâncias importantes, como a serotonina, dopamina e endorfina, importantes na saúde mental. As diretrizes da OMS também apontam que curtas caminhadas ao dia diminuem os riscos de depressão e reduzem os níveis de cortisol, conhecido como hormônio do estresse. É notório, então, que as áreas para práticas esportivas e físicas contribuem diretamente no bem-estar tanto do corpo quanto da mente. Para complementar, moradores ainda têm uma área de lazer à disposição no condomínio, com piscinas e espaços gourmet para confraternizar com amigos e familiares, afinal, descansar e se divertir também são necessários para a qualidade de vida.

Em cidades em que a segurança e mobilidade urbana são desafios, esses espaços dentro do próprio empreendimento residencial tornam-se imprescindíveis. Nessa perspectiva, até mesmo os bichinhos de estimação ganharam espaço exclusivo para diversão e atividade física, já que os animais também estão propensos a desenvolver doenças devido ao sedentarismo e, sendo assim, o melhor remédio é a movimentação. Podemos dizer que praticar atividade física sem sair do condomínio não é luxo, é necessidade: economiza-se tempo, deslocamento e, também, dinheiro, já que não é preciso pagar por escolas ou academias especializadas. Mas, certamente, muito mais importante é a garantia de ganho ou manutenção de um estilo de vida mais saudável com a prática regular de atividades físicas.

Brunno Borghesi é coordenador de marketing na Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii.

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de doze anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Presidente Prudente e Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,9 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

Psicologia do esporte: atletas precisam aprender a lidar com frustrações para seguir em frente

Todo mundo passa, todos os dias, por frustrações de todos os tipos e intensidades. A vida, assim como a prática esportiva, é uma tarefa que provoca uma série de desconfortos, mas é possível melhorar o desempenho se os problemas forem encarados de frente. Por isso a frustração de um atleta é sempre legítima. Mas um desdobramento do fracasso é a dificuldade individual e até mesmo social de lidar com uma expectativa não realizada, o que pode causar vergonha, sentimento de incapacidade e falta de reconhecimento pelo esforço despendido.

Sofrer uma derrota na prática esportiva pode gerar efeitos psicológicos aos atletas e trazer emoções negativas, como pessimismo, falta de ânimo, indecisão, fadiga mental e falta de confiança. Segundo a doutora em atividade física e saúde e professora de Psicologia do Esporte na Universidade Positivo, Paula Born, é importante que o atleta saiba ressignificar toda a situação criada pela derrota. “A primeira coisa a fazer é olhar para a perda de forma positiva, perceber os erros, fazer uma autoavaliação, pensar nas emoções negativas que vieram com a derrota e mantê-las estáveis”, aconselha.

Hoje em dia, principalmente depois da pandemia, os sintomas depressivos e de ansiedade estão em alta. “Não é diferente para os atletas. Sintomas como esses pedem acompanhamento profissional com um psicólogo do esporte. Outra alternativa é conversar com o treinador ou preparador físico, que são as pessoas que convivem no dia a dia com o atleta. Esses profissionais poderão oferecer um tratamento especial”, afirma a professora.

Os atletas bem-sucedidos são aqueles que sabem lidar com as emoções negativas e transformá-las em energia para treinar e melhorar o desempenho na próxima competição. Segundo o coordenador acadêmico da academia UPX Sports e coordenador do curso de Educação Física da Universidade Positivo, Zair Cândido de Oliveira Netto, “a frustração e a decepção são compreensíveis – ainda que o esporte ajude a desenvolver a resiliência, a persistir diante do revés e a superar obstáculos”.

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, cinco programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

Sobre a UPX Sports

A UPX Sports é o maior e mais completo centro esportivo do Paraná. Instalada no campus da Universidade Positivo, em Curitiba, é composta por academia, ginásio olímpico, quadras cobertas e ao ar livre, piscinas adulto e infantil, pista de atletismo, pista de caminhada ao redor do lago  e campo de futebol oficial e society (@upxsports).

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