Izakaya no Itupava

Depois de um monótono dia de trabalho eu precisava molhar a garganta, me refestelar com alguma comida que explodisse num orgasmo palatal, que me desse vida. Eu precisava fazer o que me faz feliz: Comer e beber bem.

A rua Itupava, com sua diversa gama de opções culinárias e etílicas, parecia uma ótima ideia para satisfazer meus desejos. Um bom amigo estava pra inaugurar um bar japonês – vizinho ao meu recanto habitual – fazia algum tempo. Havia passado por lá num breve rolê, mas sem me permitir a experiencia total do ambiente. Então fui curtir minha noite no Banzai (Itupava, 1299).

Pra começar, fui aplacado pela carta de drinques do Victor Kim, elaborada à preços justos, que cada vez mais me instigava a descobrir o próximo. Todas as combinações de sabor fodidas, e que desciam com tamanha fluidez pela garganta, foram me embebedando até a hora de experimentar a cozinha do Robson Suzuki, vulgo “Japa”.

Entre pedir um tempura de legumes, contendo três enormes e lindos discos de vegetais fritos, e recebê-lo, deve ter sido menos que cinco minutos. Com a crocância perfeita e banhadas no delicioso molho Banzai, devorei tudo em pouco tempo. As belezinhas saíram por meros 10 reais a porção.

 

O que eu precisava naquela noite, era o que um izakaya deve oferecer: em pouco tempo, uma dose de tudo que você necessita em plena quarta-feira pós-trampo.
“O tempo entre um trem e outro no Japão”, disse um dos sócios. Certamente o ambiente aliado ao serviço fizeram com que me sentisse em um.

A pequena loja do centro comercial foi projetada com bom conceito, dando lugar a atmosfera de um beco japonês em poucos metros quadrados. Me transportou pra algum lugar que nunca fui, mas sempre quis estar. Se me perguntarem, é claro que vou voltar.

 

Banzai Craze Jap
@banzaicrazejap
Rua Itupava, 1299 – Alto da XV, Curitiba – PR.
Abertos de Terça à Domingo, à partir das 18h.

0 Comments

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Cantina do Délio lança primeiro prato da Boa Lembrança em 2021 em homenagem à Banoffi

Restaurante italiano comandado pelo chef Délio Canabrava preparou homenagem para a doceria que ajudou a financiar a Cantina em seus primeiros passos em 2006; além da cerâmica e de uma fatia da torta, quem comprar vai garantir um prato principal

A Cantina do Délio vai lançar nesta quinta-feira (21) o primeiro prato da Boa Lembrança de 2021. O tradicional restaurante italiano, que ficou conhecido por lançar diferentes e criativos pratos relacionados à iniciativa, está preparando uma edição especial para homenagear a sua irmã mais velha: a Banoffi, confeitaria fundada pela chef Renatta Ferian, que é conhecida por ter popularizado o doce inglês de mesmo nome em Curitiba.

De acordo com o chef Délio Canabrava, a ideia é valorizar a doceria, que inclusive foi responsável por ajudar a Cantina em seus primeiros passos no ano de 2006. “Foi a Banoffi que financiou, digamos assim, o começo da Cantina. Desde então, as duas empresas sempre estiveram interligadas e uma ajudou a outra a crescer”, explica Délio.

Para a homenagem, nada mais justo que um dos pratos da Boa Lembrança seja com a Banoffi da Banoffi. Mas não para por aí. Quem comprar o prato vai garantir, além de uma fatia da torta para a sobremesa, também o prato principal: Salmão com lâminas de amêndoas e alcaparras, purê de batatas, legumes e touili de pesto. O valor será de R$ 120, lembrando que você poderá levar a cerâmica para casa.

SOBRE A BOA LEMBRANÇA

A Boa Lembrança nasceu em 04 de março de 1994, em Petrópolis (RJ). A proposta é representar um grupo de restaurantes que prima pela excelência e qualidade nos serviços, promovendo e divulgando a diversidade do setor através das peculiaridades regionais e do associativismo. A ideia chegou no Brasil com o italiano Dânio Braga, fundador e atual conselheiro. Inspirado pelos costumes que trouxe da região onde nasceu, Dânio resolveu estimular o hábito de se levar uma lembrança depois de uma boa refeição. Foi assim que surgiu o Prato da Boa Lembrança, uma peça exclusiva em cerâmica que você leva para casa depois de comer em um dos restaurantes associados. O Prato da Boa Lembrança é o troféu de todo colecionador. Ele é feito em louça de alta qualidade, resistente, produzido especialmente para ser pendurado e exposto como uma peça de arte. Cada prato possui um desenho original e exclusivo, sempre muito alegre, de cores vibrantes e tom bem humorado. Já foram fabricados mais de um milhão e duzentos mil Pratos da Boa Lembrança.

HISTÓRIA DA BANOFFI

Atualmente, pedir por uma Banoffi em Curitiba é algo normal, corriqueiro de muitos amantes da sobremesa inglesa. Mas há 18 anos, isso era muito diferente. Pouquíssimos curitibanos conheciam a torta de nome extravagante. Coube à chef confeiteira Renatta Ferian o desafio de popularizar o doce à época na capital paranaense.

Depois de ter conhecido a receita original no período em que trabalhou em um restaurante de Londres na década de 90, a cozinheira passou a produzir a Banoffi na cidade parananese e batizou inclusive a sua confeitaria com o mesmo nome da torta. Em 2002, conquistou o seu primeiro ponto de venda: o tradicional restaurante curitibano Beto Batata. Depois disso, só sucesso: foram vários prêmios recebidos, como o de Melhor Doceria pela revista Veja Comer & Beber e o de Melhor Sabor Popular de Curitiba, pelo Prêmio Bom Gourmet.

Hoje, com uma unidade física localizada ao lado da Cantina do Délio, a doceria é reconhecida como um dos principais endereços curitibanos para quem gosta de um doce autêntico e original. “Eu ainda faço questão de assinar cada fatia ou cada banoffi inteira que sai da minha cozinha, afinal a história da Banoffi é também a história da nossa família. O Délio (dono da cantina e marido da Renata) sempre fez o prato principal e eu a sobremesa, dinâmica que temos hoje mais do que nunca. Ficamos muito felizes em saber que hoje esse é um doce tão querido pelos curitibanos”, afirma a chef Renatta.

Sobre a Cantina do Délio

Délio Canabrava sempre sonhou em abrir um restaurante italiano. Viajou para a Itália e lá passou um mês conhecendo as cantinas do norte ao sul. Ao voltar, alugou uma antiga floricultura na esquina da Rua Itupava com o Jardim Ambiental. Foi assim inaugurada a Cantina do Délio: comida tipicamente italiana, saborosa, de qualidade e com preços acessíveis. Hoje o restaurante se tornou uma referência da gastronomia do país da bota em Curitiba, tendo ganhado diversos prêmios como reconhecimento do trabalho do Délio e da sua equipe.

Créditos:  Fernando Smak – Guest Vip.

Locadora WF anuncia fechamento e venda de filmes por apenas R$5

No final deste mês, a locadora de filmes WF encerra 31 anos de história. A loja é uma das poucas de Curitiba que resistiu a tantas mudanças no hábito de ver filmes que ocorreram nos últimos anos. 

A WF vai fechar as portas e está com todo seu acervo de filmes à venda. Estarão disponíveis até final de janeiro, filmes dos mais antigos – aqueles clássicos do cinema – até os mais atuais – como Mulher Maravilha e outras sagas de heróis -, tudo isso por um preço único de 5 reais, cada DVD. Além dos filmes, todo o cervo de jogos também esta à venda.  

Foto: Divulgação

Marcos Loguetta, proprietário da locadora, conta que o fechamento da loja acontece devido a mudança de hábitos no consumo de filmes com a chegada das plataformas de streaming e também a pandemia. “Além da mudança de hábito com as plataformas online, a pandemia também atrapalhou. Não houve mais lançamentos de filmes nos últimos meses e isso nos prejudicou muito”, lamenta. 

Muito sentido com o fechamento da locadora, o proprietário ressalta que o encerramento não é resultado de má administração. “Apesar disso, estou com o coração em paz. Não é uma falência por má administração. A consciência está leve, chegamos até onde deu”, justifica.

Foto: Divulgação

A WF Vídeo já ganhou diversos prêmios, conquistando duas vezes o Top of Mind | As Marcas do Paraná. A locadora permanece aberta até o final de janeiro na Rua Professor João Falarz, 691, no Orleans. O horário de atendimento é de segunda a sábado, das 10h às 19h.