Hospital da RMC instala reservatório de oxigênio

O Hospital Regional São Sebastião da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, passa a contar com um reservatório de oxigênio líquido com capacidade de 4.300 metros cúbicos. A instalação do equipamento faz parte da estruturação que a Secretaria de Estado da Saúde vem fazendo desde o final de 2020 na instituição. Hoje a unidade conta com 40 leitos de enfermaria exclusivos para Covid-19.

“Concretizamos mais uma etapa da reestruturação deste importante e tradicional hospital que integra a rede de unidades próprias do Estado”, afirmou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “É mais uma medida do Governo do Estado para garantir o funcionamento de unidade de atendimento, principalmente neste momento crítico da pandemia da Covid-19”.

O tanque, instalado na área externa do hospital, vai atender os seis novos leitos de UTI para Covid-19 que a Sesa abrirá nos próximos dias. “Esses novos leitos que serão ativados contam com toda infraestrutura de equipamentos, como ventiladores e monitores e, agora com uma rede de gases estabilizada. Isso representa uma grande segurança para os pacientes”, explicou o diretor-superintendente do Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT), Geci Labres de Souza.

PROCESSO – O processo administrativo e estrutural pelo qual passa o Hospital da Lapa teve início em dezembro de 2020, quando a instituição passou a contar com a retaguarda do CHT.

“Inicialmente, como o perfil do hospital era de média complexidade, foram acionados leitos clínicos exclusivos. Simultaneamente, realizamos o treinamento de servidores, adquirimos equipamentos e, em breve, unidade hospitalar abrirá ala de leitos de Unidade de Terapia Intensiva para pacientes Covid-19”, ressaltou o diretor.

O primeiro equipamento que chegou ao Hospital São Sebastião, em fevereiro, foi o aparelho de raio-x digital que permite maior rapidez para a realização do exame de imagem. Neste momento, o aparelho é exclusivo para uso de pacientes Covid-19.

CHT – O Complexo do Hospital do Trabalhador é formado pelo Hospital do Trabalhador, o Hospital da Lapa São Sebastião e o Hospital de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier. Além destas unidades hospitalares, fazem parte também o Hospital de Infectologia e Retaguarda Clínica Oswaldo Cruz e o Centro de Atendimento Integral ao Fissurado Labiopalatal (Caif).

Informações AEN PR

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado contrata estudo para reorganizar transporte coletivo da Região Metropolitana de Curitiba

A pedido do governador Carlos Massa Ratinho Junior, a Comec (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba) contratou um estudo para mapear o atual sistema de transporte e apresentar uma nova modelagem à RMC.

Ele começa a ser realizado nesta terça-feira (14) pela Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas (FEPESE), em parceria com a equipe técnica do Laboratório de Transporte e Logística da Universidade Federal de Santa Catarina – LabTrans/UFSC.

São três pontos principais: atualização do cálculo tarifário, realização de uma pesquisa de origem e destino e modelagem econômico-financeira do sistema com o estabelecimento de cenários. A entrega final está marcada para fevereiro de 2022, mas algumas aplicações práticas dos resultados obtidos com as pesquisas podem ter aplicação antecipada, com ajustes realizados na operação diária. Ele dará origem a uma licitação do transporte, a ser realizada em 2022.

A pesquisa de origem e destino com os usuários do transporte coletivo metropolitano deverá durar dois meses. Nesta etapa, equipes devidamente identificadas realizarão pesquisas com usuários visando identificar sua origem, destino, conexões e interesses. Os dados coletados deverão subsidiar as decisões realizadas pela autarquia.

As pesquisas serão realizadas em todos os 19 municípios da Rede Integrada de Transporte – RIT, nos horários de maior movimento do sistema, que são das 06h00 às 09h00 e das 16h30 às 19h30. Serão cerca 30 pesquisadores, devidamente identificados.

Segundo o presidente da Comec, Gilson Santos, será mais um passo importante para aproximar a operação do transporte coletivo do dia a dia da população. “O estudo vai mapear com precisão de onde as pessoas estão vindo e para onde elas estão indo, e ainda, se utilizam outros meios de transporte além do ônibus”, destacou.

“Com estas informações, além do ajuste da nossa operação, podemos planejar novas linhas e conexões. Todo trabalho com informações precisas e bem planejado tem resultado mais eficiente”, disse.

PANDEMIA – Uma das razões do estudo é analisar o impacto da pandemia de Covid-19 sobre os sistemas de transporte coletivo. Logo no início, em março de 2020, com a implementação das medidas mais restritivas de circulação, o número de usuários no sistema metropolitano chegou a cair para 20%. Aos poucos, com o retorno das atividades, este número foi aumentando, mas mesmo a média de usuários do sistema ainda permanece na casa dos 60%.

A queda no número de usuários, mudanças de hábitos da população e a busca por melhorias no atendimento exigiram uma série de ajustes em todas as operações. Em 18 meses de pandemia, foram realizados mais de 600 ajustes no sistema metropolitano, contemplando novos atendimentos, itinerários e ajustes de horários, personalizado para o usuário.

Especialistas na área apontam, no entanto, que dificilmente o sistema retornará aos patamares anteriores ao da pandemia e que ele precisará ser readaptado às novas realidades de vida da população.

“A ideia é ter um embasamento completo para efetivar as mudanças no ano que vem. O sistema sofreu um grande impacto, não temos mais o volume anterior. Com esse estudo teremos números reais para fazer as alterações. Queremos melhorar o tempo para o usuário e atrair mais pessoas para o sistema”, complementou Gilson Santos.

LICITAÇÃO EM 2021 – O objetivo da Comec é fazer uma grande licitação das linhas metropolitanas em 2022. O estudo ajudará a determinar a tarifa, a modelagem e os detalhes do edital. 

Araucária anuncia redução na tarifa do transporte coletivo

A Prefeitura de Araucária confirmou que na próxima segunda-feira (13), os usuários do sistema de transporte coletivo local (TRIAR) terão o valor da tarifa reduzida. O preço do bilhete cairá de R$ 2,20 para R$ 1,95. Será a 5ª redução consecutiva na tarifa de transporte local desde o início de 2018, segundo a prefeitura. Além da redução da tarifa, aos domingos o transporte gratuito e a gratuidade a todos os estudantes de instituições públicas do município.

A sequência de reduções da tarifa tem ocorrido mantendo a integração gratuita com as linhas metropolitanas, a integração temporal entre linhas do TRIAR (‘ponto a ponto’), a tarifa domingueira (gratuita) e as várias isenções previstas em lei. Recentemente, o TRIAR entrou em uma nova fase, a partir da nova concessão do serviço de transporte. Isso possibilitou o aumento da frota de 88 veículos para 95; grande parte dela com ônibus zero km.

NÚMEROS – A tarifa reduzida e os benefícios funcionaram como um estímulo ao uso do transporte coletivo. O município viu o número de usuários superar os 50 mil/dia (pico antes da pandemia); o que representa um aumento de público em cerca de 40% em relação ao período anterior à redução de tarifa e de oferta dos benefícios.

Informações Banda B