Grupos prioritários serão avisados por aplicativo e redes sociais para dia da vacinação em Curitiba

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Os profissionais de saúde e os idosos com idades entre 60 anos e 105 anos serão os primeiros

Com a confirmação de que o “Dia D e Hora H” da vacinação contra a Covid-19 irá acontecer no próximo dia 20 de janeiro, muita gente ficou animada nesta quinta-feira (14) com a possibilidade de receber logo uma dose do imunizante, mas em todo o Brasil será necessário respeitar uma sequência de grupos de risco para a doença. Em Curitiba, por exemplo, os profissionais de saúde e os idosos com idades entre 60 anos e 105 anos serão os primeiros, respeitando uma ordem decrescente de idade.

Como Curitiba tem 70 mil profissionais de saúde e cerca de 350 mil idosos acima de 60 anos, é claro que nem todos serão vacinados de uma só vez. Para organizar a ordem de imunização centralizada no Centro de Eventos do Parque Barigui, a prefeitura terá uma aliada: a tecnologia.

Segundo o anúncio feio nesta quinta, a vacinação será agendada pelo aplicativo ‘Saúde Já’, da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba e não será necessário fazer nenhum tipo de cadastro.

Mais grupos prioritários

Em entrevista à Banda B, o prefeito Rafael Greca confirmou que demonstrou ainda uma intenção de criar mais grupos prioritários na cidade. “Eu tenho vontade de comprar vacinas em doses extras, mandar importá-las, para poder vacinar todo mundo que na prefeitura lida com o público. Quero tornar a prefeitura imune o mais rápido possível, dos professores aos motoristas [de ônibus], dos guardas municipais aos coletores de lixo e recicladores”, disse.

O calendário de vacinação está sendo elaborado pela Secretaria Municipal da Saúde e deve ser divulgado nos canais oficiais da prefeitura nos próximos dias.

Informações Banda B.

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Chuva afetou 624 pessoas em Curitiba e previsão é de mais água nas próximas horas

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A chuva que caiu em Curitiba, na tarde desta terça-feira (2), afetou 156 casas e 624 pessoas, de acordo com levantamento da Defesa Civil. Foram 150 casas no bairro Boqueirão, quatro na CIC, uma no Cajuru e uma no Portão.

Equipes da Prefeitura atenderam a 13 ocorrências: oito de alagamentos, três para fornecimento emergencial de lona e duas quedas de árvore.

As regiões próximas ao córrego Alto Boqueirão, Vila Nova e Vila Pantanal foram as mais afetadas. Na Vila Sabará/Primeiro de Maio três casas foram alagadas. Nestes pontos, equipes das Administrações Regionais, da Defesa Civil, da Guarda Municipal e da Fundação de Ação Social (FAS) fazem os atendimentos necessários.

Cinco pessoas foram desalojadas (para casa de parentes). Houve a entrega de cestas básicas cobertores e colchões.

A Limpeza Pública (Meio Ambiente) e a Secretaria Municipal de Obras Públicas também foram acionadas.

Alto Boqueirão

Moradores da rua Professora Edmee Neal Algouver procuraram a Banda B para falar que, além do temporal, outro motivo que fez o córrego encher é a falta de uma limpeza adequada. A Defesa Civil de Curitiba apontou que 17 milímetros de chuva atingiu a região em menos de uma hora.

Eles aproveitaram o momento e pediram ajuda à comunidade para recuperar pertences perdidos, mas também solicitaram à Sanepar que suspenda o rodízio de água para limpeza das casas. Em nota enviada à reportagem, a Companhia prometeu que fará uma manobra para manter a região abastecida durante os próximos dias.

A Prefeitura de Curitiba se manifestou, por meio de nota enviada à Banda B, que o serviço de limpeza realizado esta semana no córrego Alto Boqueirão reduziu os impactos do volume de água e que os trabalhos continuarão nesta quarta-feira (03).

Alagamento

O Centro de Operações da Guarda Municipal registrou as seguintes ocorrências de alagamento: ruas Laranjeiras do Sul, Ivaiporã e Nair Ferraz Cazelatto, no bairro Alto Boqueirão; rua Abrão Winter, bairro Xaxim; Rua João Bettega (cruzamento com a Rua Gen. Potiguara); e Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico.

As quedas de árvore foram registradas na Rua Ana José de Oliveira Carvalho, no Boqueirão, e na Rua Orlando de Moura Leite, no Barreirinha.

As equipes da Prefeitura continuam em atendimento e alerta para possíveis emergências.

Chuvas localizadas

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil alerta para a previsão de novas chuvas regionalizadas durante as próximas horas. O órgão continua em constante monitoramento para possíveis atendimentos.

A orientação é que o cidadão evite sair de casa. Se a pessoa já estiver na rua, deve evitar se abrigar embaixo de árvores e de estruturas metálicas, estando a pé ou de carro. Debaixo de chuva, o motorista deve redobrar a atenção e reduzir a velocidade.

Central 156

O cidadão que precisar comunicar a Prefeitura sobre estragos provocados pela chuva deve utilizar o telefone 156 da Central de Atendimento ao Cidadão, pelo site (www.central156.org.br) ou pelo aplicativo do serviço. O atendimento é feito por ordem de chamada e também de acordo com a gravidade da situação relatada.

A Defesa Civil registra as ocorrências que chegam ao município pelo telefone de emergência 199 (alagamentos) e, também, pelo 156 (Central de Atendimento ao Cidadão, que registra as solicitações para retiradas de árvore) e pelo 153 (Centro de Operações da Guarda Municipal – fornecimento de lona).

Outras situações decorrentes de chuvas ou temporais podem ser atendidas pelo Corpo de Bombeiros (193 – resgate) e pela Copel (falta de luz).

Informações Banda B.

Brasil confirma mais de 1.700 mortes em 24 h e bate novo recorde diário e de média móvel de óbitos

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Brasil registrou 1.726 mortes por Covid-19, nesta terça-feira (2), o maior número diário de vidas perdidas de toda a pandemia. O país também registrou, pelo quarto dia consecutivo, a maior média móvel de óbitos pela doença, 1.274. A média de mortes já está há 41 dias acima de 1.000.

A média móvel é recurso estatístico que busca dar uma visão melhor da evolução da doença ao atenuar números isolados que fujam do padrão. Ela é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

O recorde anterior da média era de 1.223. Já o recorde anterior de mortes em 24 horas pertencia ao dia 25 de fevereiro 2021, com 1.582 mortes.

Os dados elevados podem, em parte, ser explicados por atrasos de notificação relativos a domingo e segunda. De toda forma, a última segunda-feira teve o 2º maior número de mortes de uma segunda durante toda a pandemia.

Além disso, o Brasil enfrenta o pior momento da pandemia, com situações críticas em praticamente todas as regiões do país. O cenário começou a piorar de forma contínua logo após as festas de fim de ano, momento que especialistas já alertavam que poderia provocar uma situação grave em 2021.

O país ainda tem a circulação de variantes potencialmente com maior potencial de infecção, como a identificada em Manaus, nomeada P.1.

Nesta terça, com 468 mortes, o estado de São Paulo também registrou recorde diário de mortes de toda a pandemia.

Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Informações Banda B.