Grupo pela volta às aulas reúne 22 mil assinaturas e entrega ao Governo do Paraná

Um levantamento feito pelo movimento aponta que a paralisação dos estudos presenciais não ajudou a diminuir ou aumentar o contágio da covid-19

O Movimento “Volta as Aulas Paraná”, criado por pais de alunos de escolas públicas e privadas, entrega as autoridades do Governo do Estado, nesta quinta-feira (4), um abaixo-assinado com quase 22 mil assinaturas de pais, que pedem o retorno imediato das aulas presenciais nas instituições de ensino. Decreto estadual feito na última quinta-feira suspendeu as aulas até o próximo dia 8 nas redes municipais e privada e suspendeu o início das atividades na estadual.

O contador Fernando Sales, um dos criadores do movimento, explica que as assinaturas foram colhidas em todo o estado. “Em torno de 60% das assinaturas são de curitibanos. Todos os países retornaram as aulas presencias, apenas o Brasil não, ficando por mais tempo com as crianças sem poder estudar”, explicou à Banda B.

Segundo Sales, um levantamento feito pelo movimento aponta que a paralisação dos estudos presenciais

não ajudou a diminuir ou aumentar o contágio da covid-19. “Os casos nas escolas são de profissionais adultos que pegaram a covid em casa. Além de tudo isso, os profissionais de saúde vem sendo prejudicados, porque não têm onde deixar os filhos”, ponderou.

Por fim, ele reclamou o fato do Governo do Paraná não ter editado o decreto que coloca o ensino como atividades essencial. “De repente tudo foi minado, a lei não foi publicada e a educação suspensa sem data para retorno”, concluiu.

Sem UTIs

O decreto estadual que suspendeu as aulas por uma semana e determinou o fechamento de serviços não essenciais se dá pela falta de leitos de UTI para a covid-19 no Paraná. Só neste domingo eram 300 pacientes na espera por uma vaga. O governo justificativa que neste momento o lockdown se faz necessário para que não se tenha um colapso ainda maior do sistema de saúde e, assim, vidas possam ser salvas.

Informações Banda B.

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Detran realiza leilão de 3.068 veículos para reaproveitamento de peças

O Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) realizará, entre os dias 20 e 24 de outubro, leilão de 3.068 veículos na condição de sucata. Os pregões serão online. Os veículos são baixados no Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), não podem ser registrados ou licenciados, sendo proibida a circulação em via pública, destinando-se exclusivamente para desmonte e reaproveitamento comercial de peças e partes metálicas.

Poderão participar pessoas jurídicas que comprovem o registro da empresa no ramo de desmontagem de veículo perante o órgão executivo de trânsito do Estado ou do distrito federal em que atuam (Lei Federal número 12.977/2014 e Resolução 611/2016 do Contran), para aquisição de sucatas e material inservível e que atenda todas as exigências estabelecidas nos Editais de Leilão (007/2021, 008/2021, 009/2021 e 010/2021) disponíveis no site do Detran-PR.

Serviço

1º lote – 908 veículos na condição de sucata para reaproveitamento de peças em leilão online
Data: 20.10.2021 – quarta-feira
Horário: 9h
Local: Online pelo site www.rgomesleiloes.com.br
Total avaliação: R$ 764.650,00

2º lote – 698 veículos na condição de sucata para reaproveitamento de peças
Data: 21.10.2021 – quinta-feira
Horário: 9h
Local: Online pelo site www.danielgarcialeiloes.com.br
Total avaliação: R$ 825.250,00

3º lote – 906 veículos na condição de sucata para reaproveitamento de peças
Data: 22.10.2021 – sexta-feira
Horário: 9h
Local: Online pelo site www.vardanaleiloes.com.br
Total avaliação: R$ 777.900,00

4º lote – 556 veículos na condição de sucata para reaproveitamento de peças
Data: 25.10.2021 – segunda-feira
Horário: 9h
Local: Online pelo site www.lancejusto.com.br
Total avaliação: R$ 828.500,00

Motoristas entram em greve e São José dos Pinhais amanhece sem ônibus

Motoristas de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, iniciaram na manhã desta quinta-feira (14) uma greve de ônibus por tempo indeterminado na empresa Sanjotur. Os funcionários não receberam parte do salário que deveria ter caído na conta na última sexta-feira (8).

A empresa opera mais de dez linhas de ônibus urbanas e rurais, portanto não houve parada em coletivos que fazem a integração com a capital e cidades metropolitanas. De acordo com Ricardo Ribeiro, diretor do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região (Sindimoc), os trabalhadores não aguentam mais a situação.

“É um problema que se arrasta desde fevereiro. Em maio já houve uma negociação, quando os motoristas aceitaram receber o pagamento em quatro vezes durante o mês. Agora, novamente, este problema grave, porque o pagamento era para ter caído na véspera do feriado e até agora nada”

De acordo com o sindicalista, a greve é por tempo indeterminado e uma nova rodada de negociação está marcada para a tarde.

“É preciso uma solução para essa situação, porque os 85 motoristas da empresa, que não tem cobradores, não aguentam mais. Haverá uma nova rodada de negociação ainda hoje, com a empresa e Prefeitura de São José dos Pinhais, para se buscar uma solução definitiva”

Ainda segundo Ribeiro, a empresa problemas financeiros devido à pandemia de covid-19. O espaço está aberto para posicionamento da Sanjotur e da Prefeitura de São José dos Pinhais.

Informações Banda B