Grupo de mulheres motociclistas vão distribuir ovos de Páscoa no litoral do Paraná

Uma ação de um grupo de mulheres motociclistas pretende distribuir 250 ovos de páscoa para crianças do Litoral do Paraná, na região de Guaratuba, no bairro do Carvoeiro. A ideia do grupo, que já tem ajudado famílias carentes desde o início da pandemia, e ainda entregar 50 quilos de peixe para os cadastrados no projeto Asas da Liberdade.

“A gente soube que algumas  famílias do litoral estavam sem alimentos no início da pandemia e resolvemos ajudar e depois disso não paramos mais. Já arrecadamos 10 mil toneladas de alimentos e roupas. Todo mês a gente promove uma ação nova e resolvemos encontrar um parceiro para fazer essa entrega dos ovos de páscoa”, conta Thelma Crunnenaue, dona de casa e fundadora do grupo Filhas do Vento e da Liberdade.

Thelma conta que aos 46 anos ganhou uma moto de presente e viajar pelas estradas do Brasil foi uma forma que ela encontrou para superar uma depressão. A partir de então ela resolveu ajudar as pessoas que precisam por onde passava.

Quando será a entrega?

A entrega dos ovos no litoral do Paraná está prevista para quinta-feira ,1º de abril e deve seguir todas as ordens sanitárias por conta da Covid-19.

Informações Banda B

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Vídeo mostra como vai ficar a nova orla de Matinhos após revitalização; confira

A revitalização de 6,3 quilômetros entre a Avenida Paraná e o Balneário Flórida, em Matinhos, no Litoral do Estado, começa nos próximos meses. O prazo de propostas da licitação, lançada nesta segunda-feira (21), é de 30 dias, e as obras serão finalizadas 32 meses a partir da ordem de serviço, que deve ocorrer no segundo semestre. O investimento do Governo do Estado será de R$ 377,85 milhões nessa primeira etapa.

Reprodução

No mesmo evento de abertura do edital, o Governo do Estado apresentou o vídeo de como vai ficar a nova orla. O projeto prevê preservação do meio ambiente, a recuperação da área de restinga, engordamento de 70 a 100 metros da faixa de areia e instalação de estruturas semirígidas sobre o mar. Também haverá canais de macrodrenagem e de microdrenagem.

Serão implantados, ainda, equipamentos urbanos, ciclovia, pista de caminhada e corrida, pista de acessibilidade, novas calçadas, passarelas para acesso à praia (protegendo a restinga), além de paisagismo com árvores nativas.

É a maior obra em andamento no Estado, na perspectiva financeira, e também uma intervenção que faz parte de uma série de projetos planejados para o Litoral, como a Ponte de Guaratuba (com estudos já contratados), a Escola do Mar na Ilha das Obras (obras já iniciadas), novos trapiches na Ilha do Mel, duplicações rodoviárias e modernizações no Porto de Paranaguá. 

Reprodução

“O projeto de recuperação da orla de Matinhos vai mitigar os efeitos provocados pela erosão marinha, além de contribuir para o controle das cheias na região e fortalecer, de maneira inédita, o turismo, os restaurantes e os hotéis do nosso Litoral. É um projeto ambicioso que finalmente conseguimos tirar do papel”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Veja como vai ficar:

Trem que opera na serra do Mar ganha vagões especiais e de luxo

Ao viajar de trem, muitos turistas preferem entrar na história. Mas há os que preferem viajar em vagões mais novos ou temáticos. Para esses, a rota ferroviária entre Curitiba e Morretes, na serra do Mar paranaense, é uma boa opção a ser considerada, por atender os mais variados gostos – e bolsos.

A rota oferece os carros de passageiros convencionais, mas também vagões temáticos e até mesmo específicos para viagens com pets.

Os mais recentes a entrar em funcionamento são o carro desenvolvido para as viagens com animais de estimação e o que homenageia Ildefonso Pereira Correia (1849-1894), o Barão do Serro Azul, que foi o maior produtor de erva-mate do mundo e que foi morto durante a Revolução Federalista na ferrovia Paranaguá – Curitiba. Ambos são qualificados como “vagões boutique”.

O “carro do Barão”, como passou a ser chamado, tem uma varanda panorâmica de seis metros quadrados, em que é possível ao visitante sentir a natureza paranaense ainda mais de perto. Por suas características, é o último vagão da composição e também abriga menos passageiros que os carros convencionais: apenas 32.

Fabricado originalmente em 1954, o carro foi comprado pela Serra Verde Express, empresa que administra a rota ferroviária, num leilão em Vitória (ES). A reforma e transformação em vagão panorâmico custou R$ 530 mil.

Outro carro especial é o Imperial, com mesas de madeira (quadradas e redondas) que comportam quatro pessoas. Produzido com decoração refinada, foi inspirado nos anos 30, mais especificamente nos vagões-restaurante daquela década.

O Bove é o vagão destinado aos pets. Tem janelas panorâmicas e uma varanda central que acomoda até quatro pessoas.

O projeto envolveu o desenvolvimento de uma estrutura que permite que os animais fiquem fora das caixas de transporte na viagem, além de terem poltronas exclusivas. O vagão comporta 28 pessoas e possui 8 poltronas pets. Os animais de pequeno e médio portes podem viajar no colo dos passageiros e têm circulação livre pelo vagão, além de serviço de bordo, com um kit lanche especial.

O desenvolvimento desse carro, cujos assentos têm tecido impermeável, custou R$ 205 mil. Além desses, há os carros de primeira classe batizados de Foz do Iguaçu, Copacabana (ambos com estilo neoclássico) e Curitiba, com símbolos que remetem à capital do Paraná.

São litorinas (automotrizes, que operam com um carro somente) e, por terem ar condicionado e janelas fechadas, não têm sido utilizadas em tempos de pandemia.

Os bilhetes custam a partir de R$ 135 (carros convencionais). Os chamados carros boutique têm passagens a partir de R$ 240, enquanto na litorina custam R$ 270. O trem opera de sexta-feira a domingo.

Há, ainda, vagões das categorias standard (ar condicionado e poltronas estofadas), turística (assento duplo) e econômico.

Além da rota ferroviária entre Curitiba e Morretes, há outra ligando Morretes a Antonina, esta operada pela ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) e que busca na restauração de seus carros de passageiros deixá-los exatamente como eram no passado. A composição é tracionada por uma locomotiva fabricada em 1884.


Curitiba a Morretes (PR)
Duração: quatro horas e 15 minutos
Trecho percorrido: 70 km
Preços: a partir de R$ 135
Atrações: trecho de mata atlântica e cachoeiras

Informações Banda B