Fim de semana teve fiscalização em 16 estabelecimentos

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As equipes da Prefeitura vistoriaram, de sexta-feira (19/2) a domingo (21/2), 16 estabelecimentos comerciais nos bairros Centro, São Francisco, Parolin, Rebouças, Alto da XV, Batel, Bigorrilho, Boqueirão e Jardim Social. As incursões foram feitas para verificar o cumprimento da Lei 15.799/2021, que estabelece sanções e infrações a pessoas e empresas que descumprirem as medidas restritivas para o enfrentamento da covid-19.

Em 11 locais as atividades foram paralisadas e 17 autos de infração foram lavrados.

Ao longo da semana também foram realizadas fiscalizações. Foram cem vistorias entre a segunda-feira (15/2) e o domingo, que resultaram na paralisação de 24 estabelecimentos e 35 autos de infração lavrados que somados chegam a R$ 36.100 em multas.

As infrações mais frequentes continuam sendo a de atividades que estão suspensas no período, como o funcionamento de bar, realização de eventos, aglomeração e funcionamento após o horário permitido. O uso de narguilé, que é proibido na cidade em espaços públicos fechados ou abertos, como praças, parques, bares, também está entre as irregularidades flagradas.

Cassação do alvará

Entre os estabelecimentos autuados está um restaurante e casa de eventos no Batel, que somou R$ 70 mil em multas com três autos de infração lavrados: por promover evento, desenvolver atividade fora do horário, aglomeração, além de notificação para apresentar defesa quanto à proposta de cassação do alvará.

No Parolin, um bar, tabacaria e restaurante teve as atividades interrompidas e recebeu 34 autos de infração pela prática de atividade de bar, consumo de narguilé e funcionamento fora do horário permitido. Foram R$ 25 mil em multas.

As incursões aconteceram durante Ações Integradas de Fiscalizações Urbanas (Aifus), realizadas em parceria com o Governo do Estado, pautadas pelo Decreto nº 1710/2020, 180/2021 e Resolução 1/2020, que reúnem ações e medidas para evitar a transmissão do novo coronavírus. Formam a força tarefa fiscais das secretarias municipais do Urbanismo e do Meio Ambiente, guardas municipais, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, além de agentes da Superintendência de Trânsito da Secretaria Municipal de Defesa Social e Trânsito (Setran). As equipes da Vigilância Sanitária também realizam inspeções.

Desde janeiro

Desde o início da vigência da Lei 15.799/2021, em 5 de janeiro, foram vistoriados 414 estabelecimentos durante Aifus dos quais 166 tiveram as atividades paralisadas e 250 autos de infração foram lavrados somando R$ 3.194.100,00 em multas.

Ainda durante o fim de semana, a Guarda Municipal voltou a dispersar aglomerações que reuniram centenas de pessoas na Praça do Gaúcho, Rua Itupava, no Shopping Hauer e Largo da Ordem.

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Contra aumento no preço dos combustíveis, trabalhadores do setor de transportes protestam na Repar

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Contrários ao novo aumento nos preços dos combustíveis, trabalhadores do setor de transportes realizam nesta terça-feira (2) um protesto em frente à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. A mobilização reúne guincheiros, motoboys e motoristas de aplicativos na marginal da Rodovia do Xisto.

Nesta terça-feira (2), a gasolina ficou 4,8% mais cara, ou seja, R$ 0,12 por litro. Com isso, o combustível passou a ser vendido às distribuidoras por R$ 2,60 por litro. O óleo diesel teve um aumento de 5%: R$ 0,13 por litro. Já o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, ficou 5,2% mais caro. O preço para as distribuidoras é de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro), ou seja R$ 36,69 por 13 kg (ou R$ 1,90 mais caro).

Segundo o guincheiro Reinaldo da Silva Dias, não é viável trabalhar com os preços praticados atualmente. “Agora toda semana isso, toda semana tem aumento. Nós precisamos que baixe, senão como vamos trabalhar? O frete nosso está há sete anos sem reajuste, mas o combustível sempre subindo”, lamentou.

Representante dos motoristas de aplicativo, Arnaldo Milki, também criticou o reajuste. “É o quinto aumento em um ano, não tem com um pai de família levar seu sustento para casa assim”, disse.

A categoria espera que o governo federal reavalie a política de preços que chega ao consumidor.

Informações Banda B.

Pandemia causa menos impactos negativos a jovens paranaenses, aponta pesquisa

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Levantamento do Espro constata que eles têm se saído melhor no trabalho e na educação em relação a entrevistados de outros Estados, mas saúde mental ainda preocupa

A pandemia trouxe dificuldades para os adolescentes e jovens do Paraná, mas eles têm sentido menos os impactos negativos da Covid-19 em sua vida familiar e profissional em relação a colegas de outros Estados.

É o que revela pesquisa nacional realizada pelo Espro (Ensino Social Profissionalizante), instituição filantrópica sem fins lucrativos, feita com 13.619 entrevistados de 18 Estados do país, mais o Distrito Federal. O levantamento mediu diferentes aspectos da vida dos entrevistados em cinco momentos do ano passado, do início da pandemia (abril) até os primeiros anúncios concretos de vacinas contra a doença (novembro).

Entre os temas abordados estão informações e preocupações com a Covid-19, medidas de proteção utilizadas, bem-estar, emprego e estudos. No Paraná foram ouvidos de 77 a 339 entrevistados para cada uma das cinco fases da pesquisa, totalizando mais de 1.050 respondentes. O recorte comparativo entre PR, MG, SP, RJ é o da última onda da pesquisa, em novembro, com uma média de 200 respostas.

“Entre os Estados que mais participaram do levantamento, Paraná mostra que seus jovens têm enfrentado melhor a pandemia sob o ponto de vista da economia de casa e dos estudos. Ainda assim, ainda vemos angústia sobre ambos os temas, além de enorme preocupação com a saúde dos familiares”, afirma Alessandro Saade, superintendente executivo do Espro, que em 41 anos de existência já encaminhou mais de 315 mil jovens aprendizes para o primeiro emprego.

Dados

De acordo com o levantamento, em comparação com os jovens de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, os paranaenses são os que menos ficaram sem estudar (29,5%, contra média de 43,2%), os mais orientados por seus empregadores a aguardar em casa a normalização da situação (28,5%, ante média de 11,6%) e os que menos solicitaram o auxílio emergencial do governo (10,6%, versus 16,5%).

Do ponto de vista econômico, jovens paranaenses também relatam uma situação menos incômoda em relação a outros Estados: 31% das famílias tiveram perda de salário e/ou renda no ano passado, enquanto a média no Brasil foi de 41%.

Apesar dos impactos relativamente mais brandos da Covid-19 nas esferas do trabalho e da educação, a geração Z paranaense acompanha os resultados gerais ao relatar índices elevados de ansiedade (91,3%), cansaço (79,6%), estresse (77,8%) e desânimo (84,5%) devido aos efeitos da pandemia, além de ter sido um dos grupos que manifestaram maior preocupação com a possível morte de um familiar (69,3%).