Favelas em Curitiba


Favelas em Curitiba?

Google tá dando uma trollada legal em Curitiba, não?!

Pohan, o pessoal entra no maps e acha que aqui só tem favela!
CLIQUE NAS FOTOS PARA VER MAIOR!

Olhem só que absurdo:
Favelas em Curitiba

E tem mais!
Favelas em Curitiba

Poxa!Favelas em Curitiba

Se vai zuar, pelo menos coloca uns nomes mais reais legais, Google!
Hhauehuaeuhaehaehaeha

A dica foi enviada pelo Ismael Gasparin pelo busaocuritiba@hotmail.com, faça você o mesmo!
Vaaaaaaaaaaaleu!
Até a próxima, Curitiba!

0 Comments

  1. Também tem a Favela Vila Cidade de Deus, Favela do Campina do Siqueira, Favela Barigui da Estação, entre outras. Essa semana fui entrar no google maps e Curitiba havia se transformado em um conjunto gigante de favelas hahaha

    1. Ou para quem passaria ali prestasse a a"atenção" ou sei lá né, vai que o preconceito deles tbm

    2. Provavelmente eles cadastraram as favelas com o intuíto de fornecer rotas no Google Maps e no aplicativo google de navegação por GPS que evitem essas regiões.

  2. Q merda isso, querem comparar a nossa cidade com o Rio agora? se la é bonito usar o termo favela p demonimar os bairros, aqui não tem q ser igual, daqui uns dias vai ter, favela do pinheirinho, favela do sitio cercado, favela do bairro alto, não vamos ter mais bairros!!!! pqp

  3. Isso é útil gente!! pelo menos pra quando vc for viajar, vai saber direito aonde são as favelas, tem em todo lugar mesmo não adianta, é melhor prevenir haha!

  4. Piazada de prédio nem vai ler mesmo….Comentarei
    Nunca foram nos citados lugares(a piazada de prédio) não sabem que existe favelas em nossa cidade, o Google pode ter errado por pouco a localização, mas na redondeza elas existem e os nomes estão certos, ou não…hehe
    Comando ADSL rules…kkkkkkkkkkkk

  5. Cara, Curitiba tem (conforme o último CENSO) 314 aglomerados subnormais, nome dado pelo IBGE às favelas. Se formos contar áreas de ocupação irregular passam de 400, mas como muitas áreas são ocupadas irregularmente mas possuem condições básicas de subsistência, não entram nessa conta. O que acontece é que Curitiba possui uma segregação espacial que esconde essa realidade, mas não se engane ela está lá!

    P.S.: Trabalhei no planejamento do CENSO e eu mesmo cadastrei, por isso lembro do número exato 🙂

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  7. O google mostra o nome dos Bairros/Distritos e dos principais pontos de interesse.

    Nem toda favela/comunidade é um bairro. Ela pode ficar dentro de um bairro ou até mesmo englobar mais de um bairro.

    O google não ta fazendo nada de errado, só ta mostrando um ponto de interesse. Tem isso não só em ctb mas no brasil inteiro. É a mesma coisa que mostrar aonde tem uma "praça".

  8. Curitiba se resume em,favela área de traficantes,e o batel,onde e cheio de travesti e lixo,que é classe media pagando de classe alta.
    sem esquecer,que o verdadeiro lugar e o água verde,onde tem a maior concentração de classe alta e ninguém fica querendo se aparecer com motos,carros ou putas ao lado.

  9. É tudo culpa da Alta burguesia que massacra o povo trabalhador, com suas jornadas de trabalho extensas com salários baixissimos, aliados a um governo de promessa popular mas que se mostra na mesma linha do governo anterior, privilegiando apenas as classes mais abastadas e banqueiros, e impondo altas taxas de juros ao povo trabalhador, o que consome maior parte de sua renda já parca! rsrsrs…
    E só Jesus salva! Aleluia irmãos! rsrs

    Por favor, né!

    Quem passa perto sabe que É FAVELA SIM! Chamar de VILA ou COMUNIDADE é somente para não ficar tão feio!

  10. Isso na verdade serve para que turistas, ou mesmo moradores, que não conhecem
    a cidade, não sejam guiados pelo GPS para dentro de uma favela e acabem sendo assaltados como já aconteceu inúmeras vezes aqui e em outras cidades do Brasil!!

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Grupo Risotolândia, em Araucária, anuncia 150 novas vagas de emprego

O avanço da vacinação e o alívio das medidas de restrição frente à pandemia da COVID-19 já reflete na economia. A retomada do mercado faz crescer a oferta de empregos ao redor do Brasil. Aqui no Paraná, o Grupo Risotolândia (especializado em refeições coletivas) acaba de anunciar 150 novas oportunidades para sua matriz, em Araucária. Nos próximos meses, ainda mais vagas serão abertas devido à expansão do Grupo para novos negócios.

As vagas são para auxiliares de cozinha e auxiliares de higienização, para os três turnos de trabalho. O Grupo anunciou que também vai fazer contratações para primeiro emprego e profissionais com mais de 50 anos.

Benefícios: ambiente de aprendizagem, com formação profissional gratuita, Universidade Corporativa, parceria com universidades e escolas de idiomas; alimentação no local de trabalho, vale alimentação, vale transporte, estacionamento gratuito, pagamento de bônus, premiação por tempo de casa, seguro de vida, seguro funeral, plano de saúde, plano odontológico, kit maternidade, convênio com farmácia e para compra de material de construção; para vagas noturnas, adicional noturno de 30%.

SERVIÇO

Os interessados devem comparecer na seda da empresa, em Araucária, com documentação pessoal (CPF, RG, CTPS, Título de Eleitor) nos dias 20 e 21/09 às 14h00.

Endereço: R. Luís Franceschi, 657 – Thomaz Coelho, 

Site: www.risotolandia.com.br

Exposição dos artistas OSGEMEOS no MON reúne 850 itens e atmosfera urbana

Depois do sucesso de público na Pinacoteca de São Paulo, a retrospectiva da carreira dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo chega a Curitiba. A dupla, famosa no mundo todo pelos grafites urbanos, ficará seis meses em cartaz no Museu Oscar Niemeyer.

OSGEMEOS receberam a imprensa nesta quinta-feira (16) no auditório do Museu Oscar Niemeyer. Acompanhados da diretora-presidente do MON, Juliana Vosnika e do curador da Pinacoteca de São Paulo, Jochen Voltz, eles falaram sobre a carreira e a organização da exposição que entra em cartaz neste sábado (18).

A diretora disse que a ideia de trazer essa retrospectiva para o Paraná surgiu em uma visita na Pinacoteca de São Paulo. “É um trabalho incrível, maravilhoso, crítico, profundo e, para nós no MON, essa é uma experiência única”, afirmou.

Foto: José Fernando Ogura/AEN

Diversas ações com a participação dos artistas estão previstas ao longo desse período. Uma das ideias é chamar paranaenses para interagir com os irmãos. “Existe um trabalho curatorial que precisa ser feito a partir da abertura da exposição. A nossa intenção é gerar essa troca, esses diálogos e poder trazer outros artistas para o MON”, disse Vosnika.

PRIMEIRA INFÂNCIA – No bate-papo com a imprensa, os artistas falaram sobre a relação com o desenho, que surgiu na primeira infância, na década de 1980. A dupla ficou famosa no mundo todo pela qualidade das intervenções urbanas a partir de artes coloridas, lúdicas e críticos. A relação com o hip-hop e o cenário undergound de São Paulo foi determinante na formação da identidade cultural dos irmãos.

“A gente se sentiu muito confortável para abrir esse baú e os nossos segredos para as pessoas. Era muito difícil, no início dos anos 80, conseguir informações e materiais, acho que hoje temos a oportunidade de revelar isso”, disse Otávio. “Nessa exposição sentimos vontade de mostrar essas etapas criativas, nossos erros e acertos, como foi esse processo que nunca parou”, afirmou Gustavo.

Eles sempre tomaram o espaço urbano como lugar de vivência e de pesquisa. A relação com a música e as danças urbanas, o muralismo e a cultura popular foi decisiva para desenvolver um estilo singular, com atmosfera alegre, que acabou se tornando um emblema dos espaços urbanos pelo Brasil e pelo mundo.

EXPOSIÇÃO – A exposição reúne 850 itens, entre pinturas, instalações imersivas e sonoras, esculturas e intervenções. O visitante começa a viagem pelo subsolo da torre do Olho e acompanha a evolução do traço em cada um dos andares até alcançar as características dos personagens mais marcantes.

Para o curador, a mostra surgiu da vontade de trazer para dentro dos museus uma coletânea das obras dos artistas. “Eles trabalham muito com o imaginário coletivo, com o grafite, mas poucas pessoas sabem do trabalho desses artistas no ateliê. Trazer essa visão mais completa é muito importante”, destacou Jochen Voltz.

Foto: Kraw Penas/SECC

Objetos pessoais, como cadernos, fotos, desenhos e pinturas da infância e atuais dos dois irmãos são apresentados ao público pela primeira vez. São peças que fazem um apanhado da carreira da dupla.

As maiores instalações estão distribuídas no Olho. “A gente acredita que a arte tem que te tocar, despertar o imaginário, o lúdico que existe dentro de cada um de nós”, disse Gustavo. “Parece que o Olho é a nossa cabeça hoje porque está tudo junto. A nossa cabeça funciona assim”.

Seus trabalhos contam histórias – às vezes autobiográficas – cujas tramas envolvem fantasia, relações afetivas, questionamentos, sonhos e experiências de vida.

A dupla mantém seu ateliê no Cambuci, antigo bairro de operários e imigrantes na região central de São Paulo, no qual passou a infância e a juventude. A partir da década de 1990, suas experimentações – não só em grafite, mas também pintura em telas e esculturas estáticas e cinéticas – ultrapassaram os limites bidimensionais, culminando na construção de um universo próprio que opera entre o sonho e a realidade.

RETORNO – A primeira visita de Gustavo e Otávio a Curitiba aconteceu em 1994. “Curitiba tem uma cena muito forte de artistas de rua, acho que a gente acompanha muitos deles, sempre trocamos ideias. Gostamos de passar nas ruas, nas avenidas e ver o trabalho deles”, disse Otávio.

OSGEMEOS PELO MUNDO – A volta ao mundo da dupla inclui a participação em mostras nas principais instituições internacionais, como o Hamburger Bahnhof, em Berlim, em 2019, com um projeto concebido em parceria com o grupo berlinense de breakdance Flying Steps – um dos mais premiados mundialmente; a Vancouver Biennale, Canadá (2014); o Moca – Museum of Contemporary Art, em Los Angeles (2011); o MOT – Museum of Contemporary Art Tokyo, em Tóquio, Japão (2008); a Tate Modern, em Londres, Reino Unido (2008), onde os artistas pintaram a fachada; e a Trienale de Milão (2006), entre outros.

Ao longo de sua carreira, os irmãos também receberam convites para criar para os principais espaços públicos de mais de 60 países, incluindo Suécia, Alemanha, Portugal, Austrália, Cuba, Estados Unidos – com destaque para os telões eletrônicos da Times Square, em Nova York (2015) –, entre outros.

SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Paraná. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além da mais significativa coleção asiática da América Latina.

No total, o acervo conta com mais de 9 mil peças, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, sendo 17 mil metros quadrados de área para exposições, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Os principais patrocinadores da instituição, empresas que acreditam no papel transformador da arte e da cultura, são: Copel, Sanepar, Grupo Volvo América Latina, Vivo e Moinho Anaconda.

Serviço

“OSGEMEOS: Segredos”

Produção original da Pinacoteca de São Paulo

Data: a partir de 18 de setembro

Local: Museu Oscar Niemeyer (MON)

Venda de ingressos exclusivamente online, pela plataforma Inti, mais informações AQUI

Olho, Torre do Olho e espaços externos

De terça a domingo, das 10h às 18h

www.museuoscarniemeyer.org.br