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Fã Conhece Gian & Giovani em Cuidados Paliativos no Verão Maior

Luciana Vieira Realiza Sonho ao Conhecer seus Ídolos no Verão Maior Paraná

Luciana Vieira, de 43 anos, tem superado desafios impostos por síndromes genéticas raras que a tornam propensa a desenvolver diversos tipos de câncer. Em cuidados paliativos, ela teve a oportunidade de realizar um sonho ao conhecer os cantores Gian & Giovani, que sempre foram seus ídolos. O encontro aconteceu durante o evento Verão Maior Paraná, no último sábado (31).

Síndromes Raras e Desafios

Luciana é portadora da síndrome de Li-Fraumeni e da síndrome de Lynch, ambas relacionadas a uma elevada predisposição ao câncer. Desde cedo, ela e sua família enfrentaram a perda de vários parentes para a doença, incluindo seus pais. A descoberta de que sua filha tinha leucemia levou Luciana a entender melhor sua condição genética e a lutar pela cura da filha.

Gratidão e Apoio dos Ídolos

Gian & Giovani não apenas são parte da história de vida de Luciana, mas também a apoiaram durante o tratamento da sua filha, que necessitou de um transplante de células-tronco. Emocionada, Luciana revela que sempre teve a vontade de agradecer pessoalmente aos cantores por seu apoio. “Hoje comemoro que minha filha quebrou o ciclo. Ela não vai desenvolver as síndromes”, afirmou.

Cuidado Paliativo com Qualidade de Vida

Luciana, que já enfrentou câncer de boca, mama e intestino, atualmente lida com um câncer raro no pericárdio. Ela recebe tratamentos no Hospital Erasto Gaetner, em Curitiba, e participa de estudos experimentais em Porto Alegre. Luciana ressalta que cuidados paliativos não significam aguardar o fim, mas sim buscar qualidade de vida. “Eu amo viver e tenho muitos sonhos ainda por realizar”, afirmou.

Um Novo Ciclo Familiar

Após o nascimento de um segundo filho, Luciana celebra o término do ciclo de síndromes em sua família. O tratamento de fertilização in vitro realizado possibilitou o Diagnóstico Genético Pré-Implantacional, assegurando que seu filho não herdasse as condições que afetaram a sua família. “A condição vem no gene TP53 e meu filho não tem a síndrome. Mudamos realmente nossa história”, concluiu.

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