Em Curitiba, fábrica da Volvo suspende produção de caminhões por falta de peças e agravamento da pandemia

A Volvo vai paralisar a partir da terça-feira (23), a maior parte da produção de caminhões na fábrica de Curitiba (PR) em razão da falta de peças, principalmente componentes eletrônicos, junto com o agravamento da pandemia no País. A medida atinge aproximadamente 2 mil funcionários do total de 3,7 mil pessoas que trabalham na fábrica da Volvo na capital paranaense.

Em nota, a montadora de origem sueca diz que vai manter “boa parte” do efetivo em atividade, incluindo a produção de ônibus e uma parte da linha de caminhões, assim como a distribuição de peças a concessionárias.

Antes da fabricante de caminhões, a Volkswagen anunciou na sexta-feira a suspensão por 12 dias da produção em todas as suas fábricas no Brasil em razão da crise sanitária. Sindicatos dos metalúrgicos pressionam outras montadoras a adotar a mesma medida.

Também na sexta-feira, a Anfavea, entidade que representa os fabricantes de veículos, teve a terceira reunião na semana com o sindicato dos metalúrgicos do ABC para tratar do assunto. No encontro, foi reforçado pelo sindicato a urgência de paralisar as linhas devido ao quadro de recordes de contaminações e óbitos por covid-19, com baixa disponibilidade de leitos para tratamentos nos hospitais.

A posição da Anfavea é que cada montadora deve discutir individualmente a possibilidade de paralisação espontânea com o sindicato de sua respectiva região, levando em conta a situação sanitária na cidade da fábrica e entorno.

Em São Caetano do Sul, onde a General Motors (GM) tem uma fábrica, o sindicato local reivindica licença remunerada, de 12 dias, aos funcionários da montadora a partir de quarta-feira.

Além da fábrica de São Bernardo do Campo, a Volkswagen vai parar a partir de quarta-feira, até 4 de abril, as linhas de Taubaté e São Carlos, também em São Paulo, e a unidade de São José dos Pinhais, no Paraná.

No sul do Rio de Janeiro, a fábrica da Volkswagen Caminhões e Ônibus mantém a produção. A montadora informa que segue acompanhando os desdobramentos da pandemia e continua seguindo rígidos protocolos de segurança, promovendo também campanhas de conscientização de prevenção com funcionários.

Informações Estadão Conteúdo

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Bailarinos do Teatro Guaíra oferecem oficinas on-line gratuitas

O Balé Teatro Guaíra inicia na próxima sexta-feira (23) oficinas virtuais abertas para profissionais e estudantes de dança. A atividade é gratuita e os interessados devem acessar o link da transmissão pela plataforma Zoom. As aulas acontecem às sextas-feiras, a partir das 13 horas, para até 100 pessoas. Não é necessário fazer inscrição prévia. 

A ação é uma parceria do Governo do Estado, via Secretaria da Comunicação Social e da Cultura, Centro Cultural Teatro Guaíra e PalcoParaná. Veja a programação. O projeto “Aulas como Unidade e Cooperação” é uma ideia dos próprios bailarinos, que realizaram em 2020 aulas abertas para todo o Estado.

A coordenadora da iniciativa em 2021 é a bailarina Juliana Rodrigues. “Esse projeto tem o objetivo de trocar experiências e criar novas conexões. O bailarino proponente irá compartilhar a sua vivência pessoal durante a aula, criando estímulos para que cada um possa descobrir e experimentar a arte sobre novos olhares e caminhos. No final de cada aula acontecerá um pequeno bate-papo para trocar curiosidades, perguntas, sensações”, afirma. 

No ano passado, as atividades com maior adesão do público foram as oficinas e aulas virtuais, que tiveram a participação de cerca de 10 mil pessoas. Em abril de 2020, começaram as aulas virtuais abertas à comunidade da dança em geral, além de oficinas com coreógrafos renomados. Em julho, um programa mais amplo ofertou oficinas virtuais de dança para crianças, jovens e melhor idade, de 30 municípios de todo o Paraná. 

“Exercitando a criatividade, a composição do corpo com o espaço e de ambos em relação à câmera, a proposta busca ampliar o olhar do artista para as possibilidades audiovisuais utilizando os equipamentos que são acessíveis a cada um. Os encontros são abertos a artistas da dança e interessados em criações audiovisuais”, conta Paula Sousa, uma das bailarinas participantes.  

Sobre os bailarinos:

Clarissa Cappellari é bailarina profissional, formada pela Escola de Danças do Teatro Guaíra (Curitiba). Dançou no Balé Teatro Guaíra entre 2004 e 2007. É graduada em dança (licenciatura e bacharelado) pela Faculdade de Artes do Paraná e pós-graduada em Ensino de Artes pelo instituto Itecne. Entre 2013 e 2017, fez parte do elenco da Curitiba Cia de Dança. Em 2017, voltou a integrar o elenco do Balé Teatro Guaíra onde atua até hoje. Neste projeto, irá propor aulas de alongamento para que os alunos possam buscar uma amplitude maior do movimento e aumentar a flexibilidade.

João Luiz Bicalho nasceu em Vitória (ES). É formado em Qualificação/Técnico Profissional em Dança Contemporânea pela FAFI – Escola de Teatro, Dança e Música (ES). Integrou profissionalmente a companhia de dança Mitzi Marzzuti (ES) – 2012, na qual pôde trabalhar com uma gama de bons profissionais da dança contemporânea. Em 2015, integrou a companhia Divinadança (SP), dirigida por Andrea Pivatto, e trabalhou como intérprete/criador no Coletivo dos Sonhos (SP), dirigido por João Pirahy. Em 2016, integrou a companhia Mercearia de Ideias + Bongiovanni (SP), dirigida pelo coreógrafo Luiz Fernando Bongiovanni. Desde 2017 atua na companhia Balé Teatro Guaíra. Em 2019, dirigiu e coreografou Peixe Solúvel para o Balé Teatro Guaíra, na plataforma Novos Criadores. Vem praticando e pesquisando técnicas voltadas para a improvisação na dança contemporânea e para o desenvolvimento do potencial criador individual.

Juliana Rodrigues é bailarina do Balé Teatro Guaíra. Mineira, natural de Caxambu, é formada pelo Centro de Formação Artística – Cefar em Belo Horizonte/MG. Trabalhou nas companhias de dança Ballet de Londrina e Curitiba Cia de Dança. Especialista em Artes Híbridas e bacharel em Dança, desenvolve trabalhos de criação própria por meio de improvisos explorando novos caminhos através da edição de vídeo. Juliana criou o projeto Aulas como Unidade e Cooperação e irá compartilhar aulas de improviso trabalhando a dança em uma linguagem híbrida, em que as conexões para construir novos caminhos experimentam a força interior como guia para acessar outras linguagens.

Luana Nery fez parte do Corpo de Baile Jovem na Escola Municipal de Bailados, atual Escola de Dança de São Paulo, sob a direção de Esmeralda Penha Gazal. Iniciou sua carreira profissional no Balé da Cidade de São Paulo, na direção de Lara Pinheiro e Iracity Cardoso, onde teve a oportunidade de trabalhar com vários profissionais da área da dança do Brasil e do Exterior. Fez parte do Núcleo de Pesquisas Mercearia de ideias sob a direção de Luiz Fernando Bongiovanni. Foi convidada pela XII Mostra de Teatro do Colégio Santa Cruz como professora e preparadora corporal. Atualmente faz parte do elenco do Balé Teatro Guaíra como bailarina, interprete/criadora, no qual vem desenvolvendo papeis como solista e corpo de baile no repertório da companhia.

Paula Sousa é bailarina, graduada como Major in Dance pela SEAD na Áustria e formada em dança contemporânea pela Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Integra, desde agosto de 2017, o Balé do Teatro Guaíra. Integrou e colaborou com as companhias Projeto Mov_ola com a direção de Alex Soares, Plataforma Shop Sui de Fernando Martins, em São Paulo, Arsenalle della Danza da Bienal de Veneza e Balé Jovem do Palácio das Artes. Desenvolveu em 2020 o projeto autoral “Pequenas danças”, com vídeos de arte que podem ser acompanhados no Instagram @sousapaula.

Serviço

Aulas como Unidade e Cooperação

De 23 de abril a 9 de julho, às sextas-feiras, das 13h às 14h30. 
Plataforma Zoom: https://us02web.zoom.us/j/87160315382
A atividade é gratuita e aberta a até 100 participantes por dia, por ordem de chegada. Não é preciso fazer inscrição prévia

Dois Corações: a tradicional coxinha curitibana em seis endereços e no Ifood

A coxinha de frango com requeijão cremoso da Dois Corações já pode ser considerada uma iguaria curitibana. Moradores da capital ou visitantes, todos aprovam. E não é por menos, a coxinha já foi eleita duas vezes a melhor de Curitiba. E não para por aí, o empadão vendido pela confeitaria também é de dar água na boca. Difícil escolher um favorito, todos são uma delícia!

Divulgação

E você, já experimentou? O Busão preparou uma lista com os endereços das 6 unidades da confeitaria que estão espalhadas pelo centro da cidade pra você não ficar de fora e saborear uma boa coxinha ou empadão! Confira:

Onde encontrar

  • Rua Senador Alencar Guimarães, 186
  • Rua XV de Novembro, 80
  • Alameda Dr. Muricy, 622
  • Praça Tiradentes, 510
  • Av. Vicente Machado, 218
  • R. Barão do Rio Branco, 61

Ifood: A Dois Corações também está disponível no Ifood, então já sabe né, quando bater aquela fome só pedir seu salgado favorito pelo delivery e receber aí na sua casa.