Curitiba vacinou 123.398 pessoas contra a Covid-19

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba imunizou, até sexta-feira (19), 123.398 pessoas com a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Foram vacinados 68.833 idosos, 48.696 profissionais dos serviços de saúde da cidade (incluindo as equipes de vacinação), 5.796 moradores, funcionários e cuidadores de instituições de longa permanência e 73 indígenas.

Esta semana estão sendo atendidos por escalonamento os idosos com idade entre 75 e 71 anos. Nesta segunda-feira (22) estão sendo vacinadas pessoas de 75 anos completos, nascidas entre 1º de janeiro e 30 de junho. Também está sendo aplicada a primeira dose para profissionais de saúde que receberem agendamento pelo aplicativo Saúde Já.

Segunda dose

Em Curitiba, 47.773 pessoas receberam a segunda dose da vacina até sexta-feira (19). A vacinação com a segunda dose está sendo feita nas instituições de longa permanência e para os profissionais de saúde, indígenas e idosos.

Total

Até o momento, Curitiba recebeu do Ministério da Saúde, repassadas pelo Governo do Paraná, 203.030 doses de vacinas para serem usadas na primeira aplicação no público prioritário elencado pelo Plano Municipal de Imunização, sendo 43.680 do imunizante produzido pela Universidade de Oxford e pelo Laboratório AstraZeneca. As demais são doses da CoronaVac, produzidas pelo Instituto Butantan.

O município também recebeu 50.740 vacinas CoronaVac para aplicar a segunda dose em moradores e trabalhadores das instituições de longa permanência, indígenas e profissionais da saúde já imunizados com a primeira.

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Vacina da UFRJ contra a covid-19 deve ter testes em humanos

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está desenvolvendo uma vacina contra a covid-19 e deve pedir, ainda este mês, a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para iniciar os testes clínicos em humanos. A equipe é liderada pela professora Leda Castilho, do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe).

Denominada de UFRJvac, os testes com a vacina em animais foram promissores, segundo a professora. “A vacina está passando pelos últimos estágios de estudos em animais, que são os estudos que a gente chama de pré-clínicos. E, se tudo der certo, ela deve entrar em ensaios clínicos, que são os ensaios em voluntários humanos, até o final desse ano”.

Leda explicou que a tecnologia usada pela UFRJ é a da proteína recombinante, que utiliza uma cópia da proteína que recobre a superfície do vírus. A mesma técnica é usada em vacinas como a contra a hepatite B, o papilomavírus humano (HPV) e também na vacina contra a gripe.

“Essa tecnologia é facilmente aplicável a outras variantes do coronavírus e a outros vírus também. Mas para cada vírus a gente vai ter que entender e pesquisar qual é a melhor proteína viral que seria usada como componente ativo, o IFA da vacina. No caso do coronavírus já se sabe que é a proteína chamada de spike, a proteína que compõe a espícula, aquela parte pontiaguda do vírus, ela é uma boa IFA para vacinas”, disse a professora.

De acordo com ela, a equipe trabalha com diferentes variantes do coronavírus e está preparada para lidar com novas mutações que surgirem.

“A gente tem [vacinas com] várias variantes em desenvolvimento, algumas já prontas. Então, até o final do ano, antes de entrar em ensaios em humanos, a gente vai decidir qual é a variante mais importante para seguir adiante no desenvolvimento”, explicou.

Tipos de vacina

Cada uma das quatro vacinas contra a covid-19 utilizadas no Brasil, até o momento, tem uma tecnologia de desenvolvimento diferente.

A CoronaVac, desenvolvida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, utiliza a tecnologia de vírus inativado. Ao ser injetado no organismo, o vírus morto não é capaz de causar a doença, mas induz uma resposta imunológica.

O imunizante desenvolvido pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, na Inglaterra, e produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), emprega a tecnologia do vetor viral. No caso, é usado o adenovírus, que infecta chimpanzés e é manipulado geneticamente para ser inserido o gene da proteína spike do Sars-CoV-2.

A vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer, desenvolvida em parceria com o laboratório BioNTech, se baseia na tecnologia de RNA mensageiro sintético, que dá as instruções ao organismo para a produção das proteínas encontradas na superfície do novo coronavírus, estimulando assim a resposta do sistema imune.

Por último, a vacina Janssen, do grupo Johnson & Johnson, a única aplicada em apenas uma dose, também utiliza o vetor viral. Nesse caso, foi utilizado um tipo específico de adenovírus geneticamente modificado para não se replicar em seres humanos.

Inscrições para Cursinho Solidário se encerram nesta sexta-feira; saiba como se matricular

O Cursinho Solidário está na última semana de inscrições para as aulas do semi-extensivo, preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para os vestibulares. As inscrições irão até a próxima sexta-feira, dia 06 de agosto, e as aulas começarão na próxima segunda-feira, dia 09 de agosto.

As aulas serão ao vivo pelo canal da Formação Solidária, no youtube, e ficarão gravadas para que os alunos possam assisti-las quantas vezes quiserem.

Além das aulas durante a semana, serão oferecidas aulas de assistência, aos sábados à tarde, e os alunos terão acesso ao Positivo On, plataforma na qual farão os simulados para o vestibular.

Para efetuar a matrícula, os interessados deverão acessar o site www.cursinhosolidario.org.br e seguir as instruções. No site também está o edital contendo as informações e requisitos necessários para que o aluno efetue a sua matrícula. Em caso de dúvidas, basta o aluno entrar em contato pelo whatsapp 41-99887-2098.

Idealizado e coordenado pela ONG Formação Solidária, o cursinho existe há mais de 18 anos e conta com a parceria do Sistema Positivo de Ensino e do Curso Positivo.

Em toda a sua história de atuação educacional, o Cursinho Solidário já aprovou mais de 1,5 mil alunos em diversas universidades do Brasil.