Curitiba tem 405 novos casos e 13 mortes por covid-19

O boletim divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) nesta quinta-feira (17/9) registou 405 novos casos de covid-19 e 13 óbitos de moradores de Curitiba pela infecção causada pelo novo coronavírus.

As novas vítimas são quatro homens e nove mulheres, com idades entre 55 e 94 anos. Dos novos óbitos 12 ocorreram nas últimas 48 horas e um aconteceu no dia 13 de setembro.

Todas as novas vítimas tinham fator de risco para as complicações da covid-19 e estavam internadas.

Até agora são 1.169 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia. 

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 40.036 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia – 34.199 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

São 4.668 casos ativos na cidade, correspondentes ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus.

UTIs do SUS

Nesta quarta-feira (17/9), a taxa de ocupação dos 334 leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 é de 83%. Todos os pacientes que são internados com quadro de síndrome respiratória aguda grave vão para os leitos exclusivos covid-19 e não apenas os casos confirmados da doença. Há 57 leitos livres.

Números da covid-19 em 17 de setembro

405 novos casos
13 novos óbitos

Números totais

Confirmados – 40.036 
Investigação: 643
Recuperados – 34.199
Óbitos – 1.169
 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bolsonaro fala em traição e afirma que vacina chinesa ‘NÃO SERÁ COMPRADA’

O Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da Coronavac

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 21, que a vacina contra o novo coronavírus produzida na China “não será comprada” pelo governo brasileiro. A mensagem foi publicada no Facebook, em resposta a um comentário crítico ao anúncio do Ministério da Saúde de que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac que será produzida pelo Instituto Butantan, de São Paulo.

“Presidente, a China é uma ditadura, não compre essa vacina, por favor. Eu só tenho 17 anos e quero ter um futuro, mas sem interferência da Ditadura chinesa”, comentou um usuário. O presidente respondeu: “NÃO SERÁ COMPRADA”, em caixa alta.

Outra usuária que disse para o presidente exonerar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, “urgente” porque ele estaria sendo cabo eleitoral do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), Bolsonaro respondeu que “tudo será esclarecido hoje”. “NÃO COMPRAREMOS A VACINA DA CHINA”, voltou a dizer em caixa alta.

Na terça-feira, o Ministério da Saúde assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da Coronavac. O acordo foi fechado durante reunião do ministro Pazuello com governadores. “A vacina do Butantan será a vacina do Brasil”, disse Pazuello, ao anunciar o acordo, depois de atritos com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ex-aliado.

A outro usuário que disse que Pazuello os traiu ao comprar a vacina chinesa e disse que o presidente “se enganou mais uma vez”, Bolsonaro afirmou que “qualquer coisa publicada, sem qualquer comprovação, vira TRAIÇÃO”.

Informações Banda B.

Veja os direitos previdenciários e trabalhistas de quem contraiu a Covid-19

Entre os benefícios que podem ser conquistados pelo segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, estão auxílio-doença, pensão por morte e aposentadoria por invalidez


Trabalhadores contaminados pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, ou dependentes que tiveram parentes mortos em decorrência do vírus, têm uma série de direitos trabalhistas e previdenciários.

Entre os benefícios que podem ser conquistados pelo segurado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, estão auxílio-doença, pensão por morte e aposentadoria por invalidez.

O trabalhador que foi infectado pelo vírus também poderá usufruir dos seguintes direitos constitucionais: estabilidade no emprego, recolhimento do FGTS, convênio médico e, em alguns casos, indenização.

“Os direitos previdenciários e trabalhistas serão preservados nas duas hipóteses: se a pessoa contraiu Covid-19 no ambiente de trabalho ou fora dele”, diz o advogado Peterson Vilela, do L.O. Baptista Advogados.

Auxílio-doença

O INSS prevê o pagamento do auxílio-doença ao segurado que esteja temporariamente incapacitado para o trabalho. Logo, o benefício poderá ser concedido ao funcionário infectado pelo novo coronavírus.

O benefício – hoje chamado de auxílio por incapacidade temporária – é pago a partir do 16º dia em que o segurado se afastou da ocupação. Até então, o salário da vítima deve ser garantido pela própria empresa.

O valor do auxílio por incapacidade temporária pago pela Previdência Social é o equivalente a 91% do resultado da média aritmética simples dos maiores salários correspondentes a 80% do período contributivo.

Informações Metrópoles, via Banda B.