Curitiba registra 13 óbitos e 1.380 casos de covid-19

Curitiba registrou, nesta quinta-feira (3/12), 1.380 novos casos de covid-19 e 13 óbitos de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus, conforme boletim da Secretaria Municipal da Saúde.  Dez desses óbitos ocorreram nas últimas 48 horas.

As novas vítimas são sete homens e seis mulheres, com idades entre 55 e 86 anos. Apenas um mulher de 56 anos não tinha fator de risco para complicações da covid-19.

Até agora são 1.788 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Novos casos

Com os novos casos confirmados, 82.647 moradores de Curitiba testaram positivo para a covid-19 desde o início da pandemia, dos quais 68.042 estão liberados do isolamento e sem sintomas da doença.

São 12.817 casos ativos na cidade, correspondentes ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus.

UTIs do SUS

Nesta quinta-feira (3/12), a taxa de ocupação dos 344 leitos está em 93%. Todos os pacientes que são internados com quadro de síndrome respiratória aguda grave vão para os leitos exclusivos covid-19 e não apenas os casos confirmados da doença. No momento restam 24 leitos livres.

Números da covid-19 em 3 de dezembro

1.380 novos casos
13 novos óbitos (10 nas últimas 48h)

Números totais
Confirmados – 82.647
Casos Ativos- 12.817
Recuperados – 68.042
Óbitos – 1.788

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Greca tem quadro estável e segue em observação

De acordo com boletim médico divulgado pelo Hospital Marcelino Champagnat nesta quarta-feira (26/01), o quadro de saúde do prefeito Rafael Greca é estável. Ele permanece internado em observação e para tratamento clínico de um quadro de indisposição causada por uma hérnia  intestinal já existente.

Ainda não há previsão de alta hospitalar.

O boletim é assinado pelo gerente médico do Hospital Marcelino Champagnat, Dr. Rogério Fraga.

Novo boletim deve ser divulgado até o início da tarde desta quinta-feira.

Pelo menos 2 milhões de paranaenses já tomaram a dose de reforço contra a Covid-19

O Paraná já registrou a aplicação de pelo menos 2 milhões de doses de reforço (DR) contra a Covid-19. Segundo os dados do Vacinômetro nacional, 2.047.678 pessoas receberam o imunizante até esta quarta-feira (26). Outras 161.635 vacinas foram registradas como dose adicional (DA) ou quarta dose.

O sistema nacional ainda apresenta inconstâncias e, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, deve ser maior. De acordo com o Divisão de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná já recebeu 2.851.841 doses para reforço.

O número total de vacinas aplicadas contra a Covid-19 no Estado já passa de 19,5 milhões, incluindo 9,1 milhões como primeira aplicação (D1) e 8,5 milhões como segundas doses (D2) ou dose única (DU).

“Temos doses de reforço que já foram distribuídas aos municípios e ainda não foram aplicadas. Precisamos que a população se conscientize da importância dessa vacina e deixem a imunização em dia. Respeitando o intervalo adequado, é preciso ir atrás do reforço”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. 

“Fazemos um apelo para que todas as pessoas que puderem e estiverem dentro do prazo de aplicação, procurem uma unidade de saúde do seu município e agendem a sua imunização. A dose de reforço é uma proteção a mais contra esse vírus que já vitimou quase 41 mil paranaenses”, ressaltou Beto Preto.

Segundo o Vacinômetro, mais da metade do número de doses de reforço aplicadas até agora corresponde à população acima de 60 anos (1.079.280 doses). Atualmente, pelo intervalo ideal, a dose de reforço já pode ser aplicada em pessoas acima de 30 ou 40 anos, dependendo dos calendários municipais.

HISTÓRICO – A DR foi recomendada pelo Ministério da Saúde no dia 26 de agosto do ano passado, por meio da nota técnica nº 27/2021 da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (SECOVID). Inicialmente, a orientação era que a dose extra fosse aplicada em idosos acima de 70 anos (após seis meses da D2 ou DU) e imunossuprimidos (28 dias após a última dose do esquema básico de vacinação).

O Estado recebeu o primeiro lote para DR na segunda quinzena de setembro e distribuiu cerca de 118,6 mil imunizantes para o início das aplicações. Logo em seguida, o governo federal recomendou a dose de reforço para trabalhadores de saúde e idosos acima de 60 anos. Em novembro, a SECOVID emitiu a nota técnica nº 59/2021 orientando a administração de DR em todas as pessoas com mais de 18 anos.

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e considerando uma maior disponibilidade dos imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde diminuiu o intervalo entre as doses e recomendou a partir de 20 de dezembro que a DR fosse aplicada após quatro meses da D2 ou DU na população adulta, conforme a nota técnica da SECOVID nº 65/2021. 

Já nos casos em que a primeira dose foi a dose única, recomenda-se a aplicação da DR com o imunizante da Janssen após dois meses.