Curitiba recebeu 20.380 doses da vacina AstraZeneca contra a covid-19

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba recebeu na manhã deste domingo (24/1) 20.380 doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford e pelo Laboratório AstraZeneca, que vieram da Índia para o Brasil. Aqui o imunizante contra o novo coronavírus está sob responsabilidade da Fiocruz, no Rio de Janeiro.

As doses foram retiradas no Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) e foram levadas para a Central de Vacinas do município. A partir desta segunda-feira (25/1) a SMS vai definir os novos públicos que poderão ser imunizados, dentro do grupo previsto para a primeira fase no Plano Municipal de Imunização (PMI).

Balanço

A vacinação contra a covid-19 em Curitiba começou no dia 20 de janeiro depois que a cidade recebeu 23.160 doses da Coronavac, produzidas pelo Instituto Butantan, em São Paulo. Até sexta-feira (22/1) o número total de imunizados chegou a 3.046 moradores da capital. Foram vacinados profissionais de saúde, indígenas e parte dos funcionários, cuidadores e moradores das instituições de longa permanência.

A SMS ressalta que nenhum cidadão precisa procurar os serviços de saúde em busca da vacina. Todos os vacinados vão ser convocados, de acordo com o fluxo de vacinação, pelo aplicativo Saúde Já.

Para esta primeira fase de imunização com a Coronavac Curitiba recebeu o montante referente às primeiras doses a serem aplicadas no público prioritário elencado pelo PMI. As vacinas para a segunda dose estão estocadas no Cemepar e serão repassadas ao município nas próximas semanas, assim que encerrada a primeira rodada de vacinação.

Grupos

Os grupos que já estavam definidos para serem vacinados nesta fase são: os 250 profissionais da enfermagem que atuarão como vacinadores na campanha; os cerca de 6 mil moradores, funcionários e cuidadores das 127 instituições de longa permanência; 93 indígenas aldeados da aldeia Kakané-Porã, na Regional Tatuquara; os cerca de 12 mil profissionais de saúde da linha de frente da pandemia em toda a cidade; e as equipes das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), além de profissionais de serviços de remoção médica particulares. São cerca de 2.500 profissionais.
Com a chegada das novas doses neste domingo, o grupo poderá ser ampliado.

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Hospital Nossa Senhora das Graças fecha as portas para novos pacientes com sintomas da Covid-19

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Serviços de Pronto-Atendimento Obstétrico e Pediátrico funcionam normalmente e sem interrupções

Hospital Nossa Senhora das Graças, localizado no bairro Mercês, em Curitiba, anunciou nesta terça-feira (2) que deixará de receber novos pacientes que apresentam sintomas da Covid-19. A medida se dá após a unidade atingir sua capacidade máxima de atendimento e à falta de leitos.

“Devido a pandemia da COVID-19, nesta terça-feira [2] às 12h, o HNSG atingiu sua capacidade máxima de atendimento no Pronto-Atendimento, e em decorrência da falta de leitos, foi necessário interromper temporariamente a admissão de novos pacientes – com sintomas gripais ou outras queixas”, divulgou a assessoria de imprensa do hospital.

No entanto, a assessoria afirma que os serviços de Pronto-Atendimento Obstétrico e Pediátrico funcionam normalmente e sem interrupções.

Por fim, o hospital reforça a adoção das medidas de prevenção da doença, como higienização das mãos, distanciamento social e uso correto de máscaras, e pede que a população as siga para conter o novo coronavírus.

Informações Banda B.

Chuva afetou 624 pessoas em Curitiba e previsão é de mais água nas próximas horas

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A chuva que caiu em Curitiba, na tarde desta terça-feira (2), afetou 156 casas e 624 pessoas, de acordo com levantamento da Defesa Civil. Foram 150 casas no bairro Boqueirão, quatro na CIC, uma no Cajuru e uma no Portão.

Equipes da Prefeitura atenderam a 13 ocorrências: oito de alagamentos, três para fornecimento emergencial de lona e duas quedas de árvore.

As regiões próximas ao córrego Alto Boqueirão, Vila Nova e Vila Pantanal foram as mais afetadas. Na Vila Sabará/Primeiro de Maio três casas foram alagadas. Nestes pontos, equipes das Administrações Regionais, da Defesa Civil, da Guarda Municipal e da Fundação de Ação Social (FAS) fazem os atendimentos necessários.

Cinco pessoas foram desalojadas (para casa de parentes). Houve a entrega de cestas básicas cobertores e colchões.

A Limpeza Pública (Meio Ambiente) e a Secretaria Municipal de Obras Públicas também foram acionadas.

Alto Boqueirão

Moradores da rua Professora Edmee Neal Algouver procuraram a Banda B para falar que, além do temporal, outro motivo que fez o córrego encher é a falta de uma limpeza adequada. A Defesa Civil de Curitiba apontou que 17 milímetros de chuva atingiu a região em menos de uma hora.

Eles aproveitaram o momento e pediram ajuda à comunidade para recuperar pertences perdidos, mas também solicitaram à Sanepar que suspenda o rodízio de água para limpeza das casas. Em nota enviada à reportagem, a Companhia prometeu que fará uma manobra para manter a região abastecida durante os próximos dias.

A Prefeitura de Curitiba se manifestou, por meio de nota enviada à Banda B, que o serviço de limpeza realizado esta semana no córrego Alto Boqueirão reduziu os impactos do volume de água e que os trabalhos continuarão nesta quarta-feira (03).

Alagamento

O Centro de Operações da Guarda Municipal registrou as seguintes ocorrências de alagamento: ruas Laranjeiras do Sul, Ivaiporã e Nair Ferraz Cazelatto, no bairro Alto Boqueirão; rua Abrão Winter, bairro Xaxim; Rua João Bettega (cruzamento com a Rua Gen. Potiguara); e Avenida Cândido de Abreu, no Centro Cívico.

As quedas de árvore foram registradas na Rua Ana José de Oliveira Carvalho, no Boqueirão, e na Rua Orlando de Moura Leite, no Barreirinha.

As equipes da Prefeitura continuam em atendimento e alerta para possíveis emergências.

Chuvas localizadas

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil alerta para a previsão de novas chuvas regionalizadas durante as próximas horas. O órgão continua em constante monitoramento para possíveis atendimentos.

A orientação é que o cidadão evite sair de casa. Se a pessoa já estiver na rua, deve evitar se abrigar embaixo de árvores e de estruturas metálicas, estando a pé ou de carro. Debaixo de chuva, o motorista deve redobrar a atenção e reduzir a velocidade.

Central 156

O cidadão que precisar comunicar a Prefeitura sobre estragos provocados pela chuva deve utilizar o telefone 156 da Central de Atendimento ao Cidadão, pelo site (www.central156.org.br) ou pelo aplicativo do serviço. O atendimento é feito por ordem de chamada e também de acordo com a gravidade da situação relatada.

A Defesa Civil registra as ocorrências que chegam ao município pelo telefone de emergência 199 (alagamentos) e, também, pelo 156 (Central de Atendimento ao Cidadão, que registra as solicitações para retiradas de árvore) e pelo 153 (Centro de Operações da Guarda Municipal – fornecimento de lona).

Outras situações decorrentes de chuvas ou temporais podem ser atendidas pelo Corpo de Bombeiros (193 – resgate) e pela Copel (falta de luz).

Informações Banda B.