Bandeira vermelha é prorrogada em Curitiba até dia 28

Curitiba segue até o dia 28 de março com medidas restritivas da bandeira vermelha. O anuncio foi feito nesta sexta-feira (19) pela prefeitura da cidade.

A decisão ocorre devido ao agravamento da pandemia do novo coronavírus e a ocupação máxima dos leitos de UTI SUS do município. A bandeira vermelha indica alerta máximo e estabelece medidas mais restritivas no comércio e circulação de pessoas.

Curitiba entrou na bandeira vermelha no dia 13 de abril. Nesta quinta-feira (18), a taxa de ocupação dos leitos de UTI SUS exclusivos para covid-19 estava em 100%. Já a taxa de ocupação dos leitos clínicos estava em 101%. No momento não há leitos livres para internação de pacientes.

Com a medida, que entrou em vigor no dia 13, serviços não essenciais não podem funcionar e alguns serviços essenciais têm horários restritos de atendimento.

Confira o que abre e o que fecha em Curitiba

O que não pode funcionar:

  • Reuniões, eventos e afins que promovam aglomeração, sejam de cunho familiar ou corporativo, em espaços públicos ou privados;
  • Bares;
  • Comércio, de rua ou localizado em shoppings ou centros comerciais;
  • Salões de beleza e afins;
  • Parques, com proibição inclusive para prática de qualquer atividade física individual ou coletiva;
  • Academias;
  • Espaços de prática de atividades esportivas individuais e coletivas, seja em praças ou em clubes sociais e desportivos, condomínios e áreas residenciais;
  • Aulas presenciais em toda rede de ensino, inclusive privado;
  • Consumo de bebida alcoólica em locais de uso público ou coletivo.

O que pode funcionar com restrições:

  • Restaurantes e lanchonetes: Das 10h às 22h, todos os dias da semana, apenas na modalidade de entrega. É proibido, em qualquer dia, o consumo no local, drive thru ou retirada em balcão;
  • Panificadoras, padarias e confeitarias de rua: Das 6h às 20 h, de segunda a sábado. Aos domingos, funciona das 7 às 18 horas, sendo proibido o consumo no local em todos os dias da semana;
  • Mercados e supermercados: das 7h às 20, de segunda a sábado, sendo autorizado aos domingos apenas o atendimento na modalidade delivery até as 20h;
  • Restaurantes localizados em shoppings e galerias: Todos os dias, das 10h às 20h, apenas na modalidade de entrega;
  • Transporte público: com 50% de lotação;
  • Lojas de materiais de construção: das 9h às 18h, todos os dias da semana, apenas na modalidade de entrega;
  • Serviço de call-center relacionado a serviços essenciais: A partir das 9h, com até 50% da capacidade de operação.

O que pode funcionar sem restrições:

  • Assistência à saúde, incluídos os serviços médicos, odontológicos, fisioterápicos, laboratoriais, farmacêuticos e hospitalares;
  • Assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;
  • Atividades de segurança pública e privada, incluídas a vigilância, a guarda e a custódia de presos;
  • Atividades de defesa nacional e de defesa civil;
  • Trânsito e transporte coletivo, inclusive serviços de taxi e transporte remunerado privado individual de passageiros;
  • Telecomunicações e internet;
  • Serviços relacionados à tecnologia da informação e processamento de dados (data center), para suporte de atividades essenciais previstas neste decreto;
  • Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, incluído o fornecimento de suprimentos para o funcionamento e a manutenção das centrais geradoras e dos sistemas de transmissão e distribuição de energia, bem como as respectivas obras de engenharia;
  • Produção e distribuição de produtos de higiene, limpeza, alimentos e materiais de construção;
  • Serviços funerários;
  • Guarda, uso e controle de substâncias, materiais e equipamentos com elementos tóxicos, inflamáveis, radioativos ou de alto risco, definidos pelo ordenamento jurídico brasileiro, em atendimento aos requisitos de segurança sanitária, metrologia, controle ambiental e prevenção contra incêndios;
  • Vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias;
  • Prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais;
  • Inspeção de alimentos, produtos e derivados de origem animal e vegetal;
  • vigilância agropecuária;
  • Controle de tráfego aéreo e terrestre;
  • Serviços de pagamento, de crédito e de saque e aportes prestados pelas instituições financeiras;
  • Serviços postais;
  • Serviços de transporte, armazenamento, entrega e logística de cargas de produtos essenciais;
  • Fiscalização tributária e aduaneira;
  • Distribuição e transporte de numerário à população e manutenção da infraestrutura tecnológica do Sistema Financeiro Nacional e do Sistema de Pagamentos Brasileiro;
  • Fiscalização ambiental;
  • Produção de petróleo, produção, distribuição e comercialização de combustíveis, biocombustíveis, gás liquefeito de petróleo e demais derivados de petróleo, vedado o funcionamento de lojas de conveniências em postos de combustíveis;
  • Monitoramento de construções e barragens que possam acarretar risco à segurança e obras de contenção;
  • Levantamento e análise de dados geológicos com vistas à garantia da segurança coletiva, notadamente por meio de alerta de riscos naturais e de cheias e inundações;
  • Mercado de capitais e seguros;
  • Cuidados com animais em cativeiro;
  • Atividades médico-periciais relacionadas com a seguridade social, compreendidas no artigo 194 da Constituição;
  • Atividades médico-periciais relacionadas com a caracterização do impedimento físico, mental, intelectual ou sensorial da pessoa com deficiência, por meio da integração de equipes multiprofissionais e interdisciplinares, para fins de reconhecimento de direitos previstos em lei, e
  • Outras prestações médico-periciais da carreira de perito médico indispensáveis ao atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade;
  • Fiscalização do trabalho;
  • Atividades de pesquisa, científicas, laboratoriais ou similares relacionadas com a pandemia de que trata este decreto;
  • Atividades de representação judicial e extrajudicial, assessoria e consultoria jurídicas exercidas por advogados públicos e privados;
  • Unidades lotéricas;
  • Atividades de processamento do benefício do seguro-desemprego e de outros benefícios relacionados, por meio de atendimento presencial ou eletrônico;
  • Produção, distribuição, comercialização, manutenção, reposição, assistência técnica, monitoramento e inspeção de equipamentos de infraestrutura, instalações, máquinas e equipamentos em geral, incluídos elevadores, escadas rolantes, equipamentos de refrigeração e climatização para serviços e atividades essenciais;
  • Atividades de produção, exportação, importação e transporte de insumos e produtos químicos, petroquímicos e plásticos em geral;
  • Atividades cujo processo produtivo não possa ser interrompido sob pena de dano irreparável das instalações e dos equipamentos, tais como o processo siderúrgico e as cadeias de produção do alumínio, da cerâmica e do vidro;
  • Atividades de lavra, beneficiamento, produção, comercialização, escoamento e suprimento de bens minerais;
  • Atividades de atendimento ao público em agências bancárias, cooperativas de crédito ou estabelecimentos congêneres, referentes aos programas governamentais ou privados destinados a mitigar as consequências econômicas da emergência de saúde pública de que trata a lei nº 13.979, de 2020;
  • Produção, transporte e distribuição de gás natural;
  • Indústrias químicas e petroquímicas de matérias-primas ou produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;
  • Captação, tratamento e distribuição de água;
  • Captação e tratamento de esgoto e lixo;
  • Serviços de zeladoria urbana e limpeza pública;
  • Serviços de lavanderias;
  • Serviços de limpeza;
  • Iluminação pública;
  • Serviços relacionados à imprensa;
  • Produção, armazenagem, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde, farmacêuticos, óticos, e lojas especializadas na venda de artigos médicos, odontológicos, ortopédicos e hospitalares;
  • Produção, armazenagem, distribuição, comercialização e entrega, realizadas presencialmente ou por meio do comércio eletrônico, de produtos de saúde e farmacêuticos para animais, não incluídos os serviços de banho, tosa e estética;
  • Central de distribuição de alimentos;
  • Assistência veterinária;
  • Compensação bancária, redes de cartões de crédito e débito, caixas bancários eletrônicos e outros serviços não presenciais de instituições financeiras;
  • Mercado de capitais e seguros;
  • Fretamento para transporte de funcionários de empresas e indústrias, cuja atividade esteja autorizada ao funcionamento;
  • Transporte de profissionais da saúde e de coleta de lixo;
  • Serviços agropecuários para manter o abastecimento de insumos e alimentos necessários à manutenção da vida animal, vedada a comercialização de flores e plantas ornamentais;
  • Setor industrial vinculado à disponibilização dos insumos necessários à cadeia produtiva relativa ao funcionamento dos serviços e das atividades essenciais na forma deste decreto;
  • Serviços de guincho, manutenção e reparação de veículos automotores, comercialização de peças de veículos automotores e bicicletas, incluídas oficinas e borracharias, vedada a comercialização de veículos em geral;
  • Assistência técnica de eletrodomésticos, produtos eletrônicos, celulares e smartphones e equipamentos de informática;
  • Chaveiros;
  • Serviços notariais e de registro (cartórios e tabelionatos);
  • Sindicatos de empregados e empregadores;
  • Repartições públicas em geral.

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Prefeitura de Curitiba abre inscrições para PSS de profissionais de enfermagem

Profissionais de enfermagem já podem se inscrever para o processo seletivo simplificado (PSS) para a contratação temporária e emergencial de enfermeiros e técnicos de enfermagem em saúde pública. A Prefeitura de Curitiba abriu, na noite desta segunda-feira (19), o prazo para que os interessados possam se cadastrar.

A inscrição poderá ser feita até as 17 horas desta sexta-feira, 23 de abril, exclusivamente pelo site da Prefeitura de Curitiba. A recomendação aos que quiserem participar é para que leiam atentamente o edital que escolherem. Há um edital para a função pública de Enfermeiro e outro para a de Técnico de Enfermagem.

Para participar, o profissional não terá cobrança de taxa de inscrição e também não fará provas, mas deverá comprovar sua experiência profissional, especialmente nos últimos 15 anos. Todos devem ter registro no Conselho Regional de Enfermagem do Paraná (Coren-PR). O candidato será pontuado se tiver feito cursos como os relacionados ao enfrentamento da covid-19.

Técnicos de enfermagem em saúde pública terão pontuação se tiverem feito formação em cuidados com pacientes de UTI, urgência e emergência. Enfermeiros pontuarão se fizeram cursos de pós-graduação lato sensu.

Aqueles que participaram do PSS de 2020 e não foram convocados podem se inscrever para o PSS de 2021. Os que cumpriram seus contratos de trabalho pelo PSS em 2020 e 2021 também podem se inscrever.

De acordo com os editais, por causa da pandemia, fica impedida a contratação de pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, gestantes e as que enfrentam condições crônicas de saúde de natureza grave. As patologias estão mencionadas nos editais (anexo I).

Manutenção das equipes de saúde

Com este novo PSS, o segundo desde iniciada a pandemia pelo novo coronavírus, em 2020, a Prefeitura de Curitiba poderá manter as equipes de saúde em número adequado, para prestar assistência direta à população. Também permitirá repor os profissionais, conforme o encerramento dos contratos vigentes e de acordo com a necessidade do serviço municipal de saúde.

Inicialmente, de acordo com os editais, serão contratados 14 enfermeiros e 68 técnicos de enfermagem. Mas o PSS aberto permitirá a contratação de até 613 profissionais de saúde, sendo 155 enfermeiros e 458 técnicos de enfermagem em saúde pública.

As futuras contratações emergenciais temporárias para o enfrentamento à situação de emergência de saúde pública serão feitas ao longo dos próximos meses. Elas serão definidas conforme os indicadores da cidade relativos à covid-19, que são acompanhados pela Secretaria Municipal da Saúde, responsável pela política municipal de saúde e pela execução do plano de contingência definido de acordo com os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Manual e perguntas

Além do edital correspondente, a Secretaria de Administração e de Gestão de Pessoal alerta para que os candidatos interessados leiam, antes de fazer a inscrição, o Manual do Candidato – PSS (Como se inscrever). Para cada uma das duas funções existe também um campo com as dúvidas mais frequentes e que também poderá auxiliar os candidatos. Está no topo da página à direita junto ao edital do PSS de Enfermeiro e ao de Técnico de Enfermagem em Saúde Pública.

Depois de finalizar a inscrição pelo site, o candidato deverá imprimir o comprovante de inscrição e aguardar as convocações, que serão feitas por editais publicados no Diário Oficial e no site da Prefeitura de Curitiba, além de outros meios como e-mail e telefone cadastrados no ato da inscrição e, se necessário, telegrama.

O início do processo de contratação será nas próximas semanas. Os candidatos serão convocados, de acordo com o dia e o horário da inscrição e com base naquilo que cada um declarar como experiência e formação profissional. A divulgação da classificação final está prevista para o dia 30 de abril.

Covid-19: mortes de grávidas e puérperas dobram em 2021

Aumento do grupo foi maior do que na população em geral

O número de mortes de grávidas e puérperas – mães de recém-nascidos – por covid-19 mais que dobrou em 2021 em relação à média semanal de 2020. Além disso, o aumento de mortes neste grupo ficou muito acima do registrado na população em geral, segundo dados analisados pelo Observatório Obstétrico Brasileiro Covid-19 (OOBr Covid-19).

Uma média de 10,5 gestantes e puérperas morreram por semana em 2020, chegando a um total de 453 mortes no ano passado em 43 semanas epidemiológicas. Já em 2021, a média de óbitos por semana chegou, até 10 de abril, a 25,8 neste grupo, totalizando 362 óbitos neste ano durante 14 semanas epidemiológicas.

Segundo o levantamento houve um aumento de 145,4% na média semanal de 2021 quando comparado com a média de mortes semanal do ano passado. Enquanto isso, na população em geral, o aumento na taxa de morte semanal em 2021 na comparação com o ano anterior foi de 61,6%.

A professora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e uma das criadoras do observatório, a médica Rossana Francisco avalia que o país precisa de políticas públicas direcionadas para a população de gestantes e puérperas para conseguir reduzir sua mortalidade. O OOBr Covid-19 usa dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) e, segundo a atualização mais recente, com números até 10 de abril deste ano, desde o início da pandemia foram confirmados 9.985 casos de covid-19 entre gestantes e puérperas, com 815 mortes.

Morte materna elevada

A médica, que também é presidente da Associação de Medicina e Obstetrícia do Estado de São Paulo (Sogesp), afirma que a morte materna no Brasil, em geral, é elevada e que havia uma fragilidade no atendimento às gestantes e puérperas dentro do sistema de saúde no país. Diante de elementos como a sobrecarga nesse sistema por conta da pandemia e o surgimento de variantes de covid-19 – que podem estar associadas a casos mais graves da doença -, há uma piora no atendimento a este grupo.

“Quando olhamos a situação da gestante e da puérpera, já temos uma rede de saúde que não é muito organizada para atenção a casos graves para este público, tanto que [o Brasil] tem uma razão de morte materna de 55 [mortes por 100 mil nascidos vivos], deixando claro que realmente temos uma dificuldade na atenção para a saúde da mulher, especialmente gestante e puérpera”, disse a médica. A recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que a razão de morte materna seja menor que 20. 

A falta de acesso aos tratamentos da doença, como internação em unidades de terapia intensiva (UTIs) e intubação, foram apontados como alguns dos gargalos no atendimento a esse grupo. Os dados do observatório mostram que uma em cada cinco gestantes e puérperas mortas por covid-19 (23,2%) não chegaram a ser admitidas em UTIs e, em um terço das mortes (33,6%), elas não foram intubadas.

“Para falarmos de acesso, pensando em uma doença que é grave e respiratória, todo mundo deveria ter acesso à intubação orotraqueal e também à UTI. Só nisso, já vemos que tem uma deficiência nessa atenção à gestante e puérpera”, avalia Rossana. Segundo a médica, para diminuir as mortes é preciso haver ações com o objetivo tanto de prevenção da covid-19 neste grupo específico como para melhorar a rede de atendimento.

A médica orienta que essas mulheres façam isolamento social e usem máscara, além de destacar a necessidade de garantia para que gestantes e puérperas possam fazer seus trabalhos em home office. “Temos que primeiro dar publicidade a esses dados para que as mulheres conheçam e entendam que gestantes e puérperas são um grupo de maior risco do que a população geral. Quando elas pegam covid-19, o risco que elas têm de evoluir para uma forma grave e precisar de uma UTI e de uma intubação é maior do que temos na população geral”.

Além disso, um dos objetivos do observatório é que os gestores públicos possam ter uma base de dados com este recorte. A ferramenta permite a análise não só dos casos no Brasil, mas de forma separada por estados e por municípios. “Então que se fortaleça e que se organize a rede de atenção à gestante e puérpera para garantir que ela consiga ter acesso a uma unidade hospitalar que tenha terapia intensiva, que tenha obstetras especializados em gestação de alto risco e também o serviço de neonatologia adequado.”

Rossana disse que, no ano passado, o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) alertou que grávidas corriam mais risco de desenvolver formas graves da covid-19 na comparação com o total da população de mulheres. Segundo ela, a gestante tem um risco maior de precisar de uma internação em UTI, de precisar de intubação orotraqueal e até um risco maior de óbito.

Governo Federal

O Ministério da Saúde informou na semana passada, em coletiva de imprensa, que os municípios receberão R$ 247 milhões para prevenir a disseminação da covid-19 entre gestantes. De acordo com o ministério, os recursos deverão ser direcionados pelos municípios para custeio de hospedagem de grávidas e puérperas que não têm condições de isolamento domiciliar e distanciamento social e também para identificação precoce e o monitoramento de sintomas da covid-19, para qualificar o atendimento para o pré-natal, parto e puerpério e para o atendimento odontológico das gestantes.

 Além desse valor, a pasta informou que R$ 1 bilhão foi direcionado a gestantes, considerando investimentos feitos pelo governo em 2020 e 2021.

O secretário de Atenção Primária à Saúde do ministério, Raphael Câmara Medeiros Parente, acrescentou que a cepa P.1 do vírus, conhecida como variante de Manaus, mostrou agressividade maior em grávidas quando comparada com o vírus que circulava em 2020.