Curitiba não tem mar, Curitiba tem bar

Dizem que Paulo Leminski, o grande poeta curitibano, conhecido pela vida boêmia, uma vez afirmou: “Beber em Curitiba é autodefesa”. Sabia das coisas, o Leminski.

Curitiba é uma metrópole com realidades completamente diferentes, mas, da Caximba até o Batel, uma coisa une todos os Curitibanos. A paixão por um bom boteco.

A paixão dos Curitibanos por bares talvez esteja atrás somente da paixão pelos Shoppings. Passear em Shopping é “O” programa da família curitibana. Para comprar roupas? Não, Curitibano que se presa só dá uma olhadinha. Para ir ao cinema? Não, Curitibano que se presa só vai até a frente, reclama dos filmes e do preço da pipoca. Curitibano entra em Shopping para passear. E ir ao banheiro, graças ao bom Deus e aos tios e tias da limpeza, que salvam a nossa vida quando a coisa aperta no centro.

Fato é que todo o Shopping também tem seu bar – provavelmente para você tomar uma depois de cometer a loucura de estourar o limite do cartão.

Mas aí é que está o pulo do gato. O bar para o Curitibano não é necessariamente um espaço físico, mas um ambiente de confraternização entre os amigos, com um isopor de cerveja que seja. Não tem bar aberto? Tem posto! Curitibano socializa neste momentos.

E ainda nos chamam de antipáticos! Que bobagem sem tamanho! Já viram Curitibano num bar? Depois de um rabo de galo? Não existe criatura mais sociável. Sou curitibano nato, e posso garantir, grande parte dos meus amigos eu faço no bar. Na fila do banheiro, então, nem se fala.

Duas verdades:

Não existe Curitibano fechado, existe Curitibano que ainda não fez seu happy hour.

Não existe Curitibano fechado, existe Curitibano que está de ressaca do happy hour anterior, que se estendeu e foi até de manhã no gato preto.

Afinal, quem precisa de mar?

 

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Dez pontos da cidade recebem lixo eletrônico neste sábado

Dez pontos da cidade recebem lixo eletrônico neste sábado

Mês novo, oportunidade nova de descartar de forma correta aqueles cabos e aparelhos eletrônicos que estão estragados, sem uso ou encostados em casa. Neste sábado (1/10), tem mutirão de recolhimento de lixo eletrônico, parceria entre a Prefeitura de Curitiba e as associações do programa Ecocidadão. São 10 pontos (endereços abaixo), que funcionam das 9h às 15h.

Além de evitar que materiais contaminantes sejam descartados de forma errada e prejudicial ao meio ambiente, a reciclagem permite reutilizar parte plástica dos equipamentos, poupando recursos na produção e emissão de gases responsáveis pelas mudanças climáticas, conta a gerente de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Leila Maria Zem.

“Levar esses itens aos nossos mutirões garante que eles não serão descartados indevidamente no meio ambiente, o que pode causar contaminação do solo e da água”, destaca. “Além disso, vai garantir mais renda para os nossos trabalhadores da reciclagem, economia e sustentabilidade na cadeia produtiva”, completa.

O que levar?

Os pontos recebem micro-ondas, TVs, torradeiras, batedeiras, aspiradores, ventiladores, mixers, secadores, calculadoras, câmeras digitais, rádios, computadores, tablets, notebooks, celulares, impressoras, monitores e carregadores entre outros itens.

Mais informações sobre o descarte correto de resíduos e os serviços disponíveis estão no site coletalixo.curitiba.pr.gov.br.

Serviço: recolhimento de lixo eletrônico

Data: sábado (1/10)

Horário: das 9h às 15h

LOCAIS:

    • Parque Barigui: acesso pela BR-277, no estacionamento em frente ao heliponto
    • Parque Bacacheri: acesso pela Rua Dr. Eurico César de Almeida
    • Administração Regional Cajuru: Avenida Prefeito Maurício Fruet, 2.150
    • Parque São Lourenço: Rua José Brusamolin, 125 – acesso pela Rua Mateus Leme
    • Parque Tingui: acesso pela Rua José Casagrande, próximo à ponte
    • Rua da Cidadania do Pinheirinho: Avenida Winston Churchill, 2.033 (no estacionamento, em frente à UPA)
    • Largo Padre Albino Vico: acesso pela Avenida República Argentina
    • Praça Menonitas: Rua Antônio Kosovski, 3.425, c/ Rua Major Theolindo Ferreira Ribas
    • Praça Des. Armando Carneiro: esquina das ruas Lourival Portella Natel e Levino Schier
    • Horto Municipal do Guabirotuba: Avenida Senador Salgado Filho, 947

Veja a matéria no site da Prefeitura de Curitiba

“Vário” leva dança contemporânea para Campo Largo

O espetáculo interativo de dança-música “Vário” chega a Campo Largo neste dia 6 de outubro, com entrada franca. Quem quiser viver essa experiência tem hora marcada na Estação Cidadania-Cultura da cidade. As apresentações acontecem às 10h30 e 14h, e o público ainda pode participar de uma oficina gratuita às 15h.

A montagem propõe aproximar a arte contemporânea de adultos e crianças ao promover uma verdadeira brincadeira em cena com a participação de uma bailarina, dois músicos e a ajuda de dispositivos que, utilizados pela plateia, criam os sons do espetáculo e os estímulos para os artistas. De acordo com a bailarina e professora Lívea Castro, uma das idealizadoras do projeto e performer da encenação, “Vário” propõe um desafio: a convivência e o relacionar-se em dias de opiniões tão antagônicas e, ao mesmo tempo, maneiras tão múltiplas de se estar no mundo.

“Na parceria com o público, vamos descobrindo em ‘Vário’ como criar e conviver no espaço. A intenção é aproximar pessoas e conectar a presença plural. ‘Vário’ é sobre criar convívio, ampliar sentidos e multiplicar corpos. Propõe uma realidade sensível de colaboração, de corpos que se movimentam em rede. É uma estratégia movente de permanência nos espaços”, ressalta a bailarina.

Lívea é graduada em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR|FAP), com especialização em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desenvolve pesquisas artísticas e educacionais na Nó Movimento em Rede e como professora de dança da Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP). Foi propositura no UM – Núcleo de pesquisa artística em dança da UNESPAR, bolsista no IMP – investigação do movimento particular (2017), e uma das artistas residentes de ENCUENTROS – ações de diálogo em dança Curitiba/Bogotá (2022).

Os músicos que acompanham Lívea em cena são Daniel Amaral e Machison Abreu. Daniel é violonista, arranjador, compositor e professor. Formado em Música Popular pela UNESPAR-FAP, cursou Violão Popular na Escola de Música do Estado de São Paulo. Integra o duo “Miniconto” em parceria com Karla Díbia, com o qual tem 5 álbuns lançados. Machison também é graduado em Música pela FAP, é pesquisador da relação da música com a dança, o teatro e o cinema, já tendo desenvolvido diversos projetos nessa área. Recentemente formado no curso de produção musical pela Yellow Dj Academy, hoje atua como produtor musical e música eletrônica. A parceria dos três foi firmada em 2012 por meio do trabalho de dança-música “Pedras que”.

A classificação de “Vário” é livre e a primeira temporada do espetáculo, foi viabilizada pela lei municipal de incentivo à cultura de Curitiba, e contou com uma série de apresentações para alunos da rede pública de ensino. Já essas novas apresentações, fazem parte de projeto aprovado no Programa de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE, da Secretaria de Estado da Comunicação e da Cultura, com o apoio da COCEL.

Serviço:

“Vário”, espetáculo de dança contemporânea interativo

Dia 6 de outubro – Campo Largo

Estação Cidadania – Cultura

1.            Prof Ovídio Jorge Nogueira, 122 – Jardim Meliane – Campo Largo (PR)

Apresentações: 10h30 e 14h e oficina às 15h

Entrada franca

FICHA TÉCNICA

Criação e performance: Daniel Amaral, Lívea Castro e Machison Abreu

Iluminação: Erica Mityko

Consultoria de figurino: Amábilis de Jesus

Designer de sensores: Pedro D’Água

Confecção: Fernando Robert

Programação: Machison Abreu

Consultoria: Henrique Bergamo

Diretor de Produção: Jorge Schneider

Coordenação geral: Simone Bönisch

Produção: Bönisch Produções Culturais

Mais informações:

@projeto.vario

@bpcproducoes

www.facebook.com/bpcproducoes/ <http://www.facebook.com/bpcproducoes/>