Curitiba ampliou a cobertura do serviço de aluguel de patinetes elétricos por aplicativo para mais 13 bairros. Com a expansão, a área atendida chega a 16 bairros, incluindo Batel, Centro e Centro Cívico, que já contavam com o serviço.
A operação começou em julho deste ano, quando a empresa Jet passou a disponibilizar patinetes azuis no Centro, no Centro Cívico e no Batel. Em setembro, a Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs) também liberou a operação da empresa Woosh, a segunda credenciada para oferecer o serviço na cidade.
Serão 500 patinetes a mais, além dos mil já operados pela Jet, e outros mil equipamentos da Woosh. Os patinetes da nova empresa são cinza, com detalhes amarelos.
Segundo a Urbs, a expansão tem o objetivo de oferecer mais opções de deslocamento e ampliar o número de bairros atendidos. O presidente da empresa, Ogeny Pedro Maia Neto, afirmou que os patinetes são uma alternativa de mobilidade urbana, assim como as bicicletas, especialmente em trechos curtos.
“São opções eficientes e baratas para quem mora aqui e para os turistas”, pontua o presidente da Urbs.
“O serviço é ofertado por empresas privadas, com fiscalização da Urbs, e tem regras de funcionamento para garantir a segurança de todos pelas ruas da cidade. Os patinetes têm GPS que podem ser localizados pelo Centro de Controle Operacional (CCO) da Urbs”, reforça Ogeny.
O presidente também destacou que os equipamentos devem ser utilizados de acordo com as regras para evitar problemas e riscos.
A iniciativa dá sequência ao Decreto Municipal 450/2026, que autoriza a exploração do serviço e define a Urbs como responsável pelo chamamento público, credenciamento, estabelecimento das regras operacionais, monitoramento, fiscalização e aplicação de sanções. As empresas credenciadas precisam cumprir requisitos técnicos, operacionais e de segurança, além de manter serviços de manutenção e atendimento ao usuário, compartilhar dados e respeitar o ordenamento do espaço público.
Regras de uso
O usuário deve ter mais de 18 anos, utilizar o patinete sozinho, sem carona, e respeitar as regras de trânsito.
Os equipamentos podem circular em ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e locais com marcação de rota compartilhada. O uso não é permitido na Rua XV, que é exclusiva para pedestres, nem nas canaletas, destinadas exclusivamente aos ônibus.
Também é proibido transportar cargas ou utilizar o patinete para fazer entregas.
Nas áreas compartilhadas, o limite de velocidade é de 6 km/h. A velocidade máxima operacional é de 20 km/h.
A devolução deve ser feita nos pontos indicados pelo aplicativo. O veículo não pode ser abandonado em vias públicas, calçadas, faixas de pedestres, acessos veiculares ou rampas de acessibilidade.
Monitoramento
As empresas são responsáveis pelo acompanhamento contínuo e pela fiscalização da frota. Os patinetes possuem identificação individual, freios, iluminação, dispositivo sonoro, limitador eletrônico de velocidade e GPS.
O Centro de Controle Operacional (CCO) da Urbs monitora o serviço por meio de ferramentas de georreferenciamento e de equipes volantes de fiscalização.
Registro pelo 156
Irregularidades devem ser registradas pelos cidadãos via 156. A partir do registro, a Urbs informa a empresa responsável, que deve tomar as providências necessárias.
A fiscalização da Urbs também utiliza os registros feitos pelo 156, por isso a administração municipal reforça a importância de comunicar ocorrências por meio da central de atendimento.
Bairros que passam a contar com o serviço, além de Batel, Centro e Centro Cívico:
Água Verde
Alto da Glória
Alto da Rua XV
Bigorrilho
Campina do Siqueira, com exceção do Parque Barigui
Cristo Rei
Jardim Botânico
Mercês
Prado Velho
Rebouças
São Francisco
Seminário
Vila Izabel
Com informações da Prefeitura de Curitiba.
📲 Receba as notícias de Curitiba no WhatsApp!
Participe do grupo do Busão Curitiba e fique por dentro de tudo que acontece na cidade. Entrar no grupo ›



