Confira cinco museus pouco conhecidos em Curitiba

Museu da Vida

O Museu da Vida mostra as ações desenvolvidas pela Pastoral da Criança, em todo o país. Além disso, reúne um memorial em tributo à médica Zilda Arns, fundadora da pastoral. Zilda morreu em 2010, em um terremoto no Haiti. 

No local há exposições e eventos. E ainda conta com infraestrutura de lazer para crianças e adultos, como uma trilha dentro de um bosque de Mata Atlântica, em que os pequenos podem entrar em contato com a natureza e observar peixes e esquilos que ali vivem. 

O Museu da Vida fica localizado na Rua Jacarezinho, 1691, no bairro Mercês.

Pandemia: As visitações ao museu estão temporariamente suspendidas. A administração do local afirma estar monitorando a situação continuamente para avaliar a necessidade de prorrogação dessas medidas ou a retomada das atividades. No momento o museu conta com atividades online: http://www.museudavida.fiocruz.br/

Museu do Holocausto

O 1° Museu do Holocausto, inaugurado em 2011, é o único espaço no Brasil, voltado para relembrar e contar a história da perseguição sofrida pelos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

O acervo permanente do local é composto por 56 objetos, 300 fotos e vários vídeos. A maioria dos itens foi doada e veio de várias partes do mundo. Como apenas 5% de todas as peças estão em exposição, o acervo completo pode ser visto em dois computadores no final da visita e em mostras temporárias e itinerantes.

O museu fica na Rua Coronel Agostinho Macedo, 248, no Bom Retiro.

Pandemia: Como já era de costume, antes da pandemia, para visitar o museu, que funciona de segunda a domingo (exceto no sábado), é preciso agendar pelo site www.museudoholocausto.org.br e esperar a confirmação via email. Não é permitida a entrada de menores de 12 anos e a entrada é gratuita. 

Museu de História Natural Capão da Imbuia

Ainda pouco conhecido, é no Capão da Imbuia em um bosque remanescente de floresta com Araucária que fica localizado o Museu de História Natural. O passeio é ideal para as crianças. 

No local há duas exposições permanentes. A externa fica no bosque de araucárias, onde uma passarela permite aos visitantes caminhar entre as árvores e conhecer diversas plantas. A exposição interna, no prédio de pesquisa, reúne quatro ecossistemas brasileiros: floresta com araucária, floresta atlântica, cerrado e banhado (há animais taxidermizados e plantas desidratadas).

O Museu de História Natural Capão da Imbuia fica na Rua Benedito Conceição, 407, no Capão da Imbuia.

Pandemia: Funcionamento das 9h às 17h, de terça a domingo. Mais informações pelo telefone (41) 3313-5482.

Museu de Arte Indígena (MAI)

O primeiro espaço do Brasil dedicado à produção artística dos indígenas brasileiros.  O museu reúne cerca de 700 peças divididas entre arte plumária, cerâmica, cestas, instrumentos musicais, máscaras ritualísticas e objetos utilitários. O espaço em forma de “oca”, foi construído com a mais recente tecnologia de climatização, para assegurar temperatura e umidade do ar necessárias para conservar os objetos raros e delicados.

Um dos destaques é uma canoa de sete metros, trazida de uma ilha considerada sagrada no Xingu. Os ingressos para visitar o MAI custam R$ 24 (inteira) e R$ 12 (meia). O museu fica localizado Av. Água Verde, 1413, no Água Verde. 

Pandemia: O local funciona de segunda a sábado, das 10h às 17h30. Nos fins de semana, apenas com agendamento para grupos acima de 15 pessoas.

Museu da Fotografia

O Museu da Fotografia foi Inaugurado em 1998, sendo o primeiro do gênero no Brasil e um dos primeiros da América Latina. Conta com uma agenda periódica com exposições de artistas convidados. 

A visita ao museu é ideal para quem quer conhecer sobre fotografia. O local também oferece visitas guiadas (grupo de no mínimo 10 pessoas) que devem ser agendadas pelo site: https://museudafotografia.com.br/visitacao/. Fica localizado na rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533, no Centro. 

Pandemia: Aberto de terça a sexta, das 9h Às 12h e das 14h às 18h; sábado e domingo, das 12h às 18h. 

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Bandolinista Daniel Migliavacca faz série de shows em Curitiba e circula por 15 cidades paranaenses

Entre os meses de julho e dezembro, o bandolinista Daniel Migliavacca se apresenta em Curitiba e em mais 15 cidades do interior do Paraná. Ao todo, serão 27 apresentações, sendo 12 em Curitiba, com a série “Duos”, no Teatro Barracão Encena, e 15 shows em outras regiões do Estado, com a circulação do já consagrado projeto “História do Choro”.

Série de shows inédita “Duos” destaca a sonoridade do bandolim

Para este projeto, que acontece uma vez por mês no Teatro Barracão Encena, em Curitiba, sempre às 20h, Daniel Migliavacca convida seis instrumentistas brasileiros para uma série de duos inusitados com o intuito de explorar a sonoridade do bandolim e mostrar o instrumento em formações pouco usuais.

Na estreia dos concertos, prevista para os dias 13 e 14 de julho, o músico recebe o percussionista paulistano Caíto Marcondes. Nesta primeira combinação, os curitibanos podem esperar um repertório eclético, valorizando a mistura de timbres e explorando todas as possibilidades possíveis dos instrumentos individualmente e, principalmente, juntos.

No total, serão 12 shows até dezembro, sendo dois concertos seguidos por mês. Os próximos convidados são o violinista Gabriel Vieira (10 e 11 de agosto); o baixista Glauco Sölter (14 e 15 de setembro); a cantora Izabel Padovani (19 e 20 de outubro); o guitarrista Mário Conde (23 e 24 de novembro) e o clarinetista Sérgio Albach (14 e 15 de dezembro). Todas as apresentações acontecem às 20h. Os ingressos são vendidos a preços populares, custam R$10 (inteira) e R$5 (meia entrada) e ficam disponíveis uma hora antes na bilheteria do próprio Teatro Barracão Encena (R. Treze de Maio, 160 – Centro).

Para este lançamento, Daniel Migliavacca busca levar ao público um pouco da produção musical de Curitiba e do Brasil, promovendo um rico intercâmbio artístico e cultural. “Me sinto muito feliz de estar realizando um projeto tão rico musicalmente e com tantos músicos incríveis que eu admiro. Além de ser um projeto de longa duração, com muitos concertos, o que é raro no meio musical. O público poderá curtir vários encontros especiais e únicos.”, complementa.

O projeto, que conta com o incentivo do CEDIP, da Bosch e da Celepar, através da Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Curitiba, também prevê a realização de seis concertos didáticos em regiões descentralizadas, com o objetivo de ampliar o alcance do projeto e fomentar a formação de plateia nos bairros.

Cidades paranaenses recebem apresentações de “História do Choro”

Também entre os meses de julho e dezembro, Daniel Migliavacca viaja para 15 cidades com a circulação do concerto “História do Choro”, que conta também com a participação dos músicos Lucas Melo (violão 7 cordas) e Luis Rolim (percussão). O concerto apresenta um panorama da história do Choro através de um repertório repleto de clássicos de seus principais compositores. Apesar de ser um gênero genuinamente brasileiro e a primeira música urbana brasileira, o Choro ainda é pouco difundido e conhecido do grande público.

O repertório, com arranjos e direção musical de Daniel Migliavacca, homenageia compositores fundamentais do gênero como: Chiquinha Gonzaga, Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Garoto, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Luperce Miranda, Jacob do Bandolim e chorões paranaenses como o bandolinista Walter Scheibel.

Os concertos serão em Quatro Barras (22/07), Ampére (16/08), Salto do Lontra (17/08), Chopinzinho (18/08), Itapejara d’Oeste (20/09), Clevelândia (21/09), Honório Serpa (22/09), Contenda (30/09), Tijucas do Sul (07/10), Antonina (29/10), Morretes (30/10), além de Ipiranga, Bocaiúva do Sul, Guaraqueçaba e Balsa Nova, em datas a serem confirmadas. Os shows serão gratuitos em todas as cidades.

A circulação é um desdobramento do projeto homônimo que, em 2019, promoveu uma série de doze concertos temáticos no Teatro Paiol, em Curitiba, com direção musical de Daniel Migliavacca e participações especiais de músicos de destaque no cenário nacional dedicados à produção e divulgação do Choro pelo Brasil e pelo mundo. A cada edição, uma parte da história do Choro era contada através das principais obras do gênero e seus compositores. Na época, o projeto se tornou um programa de televisão, com transmissão dos concertos na íntegra pela TV Paraná Turismo.

O “História do Choro” é um projeto incentivado pelo Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura – PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura do Governo do Estado do Paraná, com apoio da Copel. Além das 15 apresentações gratuitas para a população, os músicos passarão por 15 escolas antes dos concertos para tocar e contar um pouco da história do Choro, criando um espaço aberto aos estudantes de escolas públicas do ensino fundamental.

Sobre Daniel Migliavacca

O bandolinista Daniel Migliavacca é um dos jovens representantes do Choro e do bandolim no Brasil. Tem se destacado em diversos projetos como instrumentista, compositor, arranjador e diretor musical. Já conquistou prêmios pelo Brasil como instrumentista e compositor e possui 7 CDs lançados. É bacharel em Música Popular pela UNESPAR (2011) e mestre em Música pela UFRJ (2019) tendo lançado uma série de Dez Estudos para Bandolim Solo contribuindo para o desenvolvimento técnico do instrumento no Brasil.


Atualmente, prepara o lançamento de dois álbuns com o seu quarteto, um em parceria com a cantora Rogéria Holtz e outro dedicado ao trombonista Raul de Souza em parceria com o flautista e saxofonista Eduardo Neves. 

Vale da Música receberá músicos, estudantes e professores durante Oficina de Música

O Palco Flutuante na Ópera de Arame, mais uma vez receberá o circuito off da Oficina de Música. Serão dez dias de apresentações entre 1º e 10 de julho com uma programação especial todos os dias. O Vale da Música, festival permanente de música instrumental, apresentado pelo Bradesco e com realização da Futura Fonte em parceria com a DC Set Group, tradicionalmente realiza um intercâmbio cultural com a Oficina de Música, que está em sua 39ª edição. A ideia é trazer ao público que frequenta a Ópera a oportunidade de conhecer grandes nomes que passam pela Oficina, que é uma das mais tradicionais do país.

“Para o Vale da Música é uma honra fazer parte deste intercâmbio. A Oficina tem um papel muito relevante e está relacionada com o nosso propósito, que é o de movimentar a cena musical brasileira”, conta Alana Alboitt, coordenadora de marketing Futura Fonte. Entre os músicos e bandas que fazem parte da Oficina e se apresentarão no Palco Flutuante estão Glauco Solter, Gustavo Kraemer, Mário Conde, André Ribas e Leonardo Santos, Denis Mariano Quarteto, Daniel Migliavaca e Nábio Rodrigues, Serra Acima Trio convida André Ribas, Pedro Silva e três no choro. Ainda, nos últimos horários de sábado e domingo, os alunos que mais se destacarem na Oficina irão se apresentar no Vale. Para saber os horários de todas as  apresentações, basta acompanhar o Instagram do Vale da Música (@festivalvaledamusica). 

A Oficina de Música é uma das mais tradicionais do país e é a primeira vez que ela acontecerá durante o inverno. Além do Palco Flutuante no Vale da Música, serão mais de 100 atrações para assistir e entre os grandes nomes da Oficina estão Toquinho – que inclusive se apresentará no palco da Ópera de Arame -, Renato Borghetti, Danilo Caymmi e Claudio Nucci, Spok Frevo e um show de encerramento com a baiana Margareth Menezes.

Saiba mais sobre os artistas que estarão no Palco Flutuante:

André Ribas e Leonardo dos Santos
André Ribas e Leonardo dos Santos trazem, através da combinação formada pelos instrumentos “primos” Acordeon e Harmônica Cromática, uma abordagem sobre o reportório brasileiro, influenciados pelas suas vivências musicais e explorando essa sonoridade única que esses dois instrumentos juntos proporcionam.

Denis Mariano Quarteto
Denis Mariano Quarteto apresenta um show rico em sonoridades e ritmos do Brasil, com composições dos álbuns Brisk e Percuteria, além de clássicos da música brasileira. Denis Mariano: bateria, Sérgio Monteiro Freire: saxofones, André Machado: guitarra e Igor Loureiro: baixo

Daniel Migliavaca e Nabio Rodrigues
O bandolinista Daniel Migliavacca e o violonista Nabio Rodrigues se encontram para apresentar um repertório que transita especialmente entre o samba e o choro passando por composições de Daniel, sempre com arranjos próprios.

Serra Acima Trio convida André Ribas
O instrumental de violas Serra Acima Trio convida o Acordeonista e Compositor André Ribas para um show especial no qual exploram sonoridade da viola e acordeom dentro do universo dos ritmos fronteiriços, folclóricos e de clássicos da Música Popular Brasileira.

Mario Conde
Mario Conde, músico, compositor, arranjador, multi-instrumentista de cordas. Com três CDs e um DVD autorais, integrante da Orquestra à base de Sopros de Curitiba. Com mais 35 anos de carreira, passando por grupos como do trombonista Raul de Souza, Grupo Sotak, o antológico Impacto Impar, Dr. Cipó e Na Tocaia, todos com registros fonográficos no Brasil e na Europa.

Pedro Silva
Pedro Silva é guitarrista, violonista e educador musical. Reside em Itajaí, Santa Catarina. Como instrumentista já atuou em diversos trabalhos dos mais variados estilos e, atualmente, vem desenvolvendo projetos voltados ao Jazz e Música Instrumental Brasileira, com formações de Duos, Trios e Quartetos. No repertório, o artista carrega clássicos da música brasileira e standards de Jazz.

Gustavo Kraemer
Gustavo Kraemer é compositor, educador musical, arranjador, instrumentista com pós-graduação em Música Popular Brasileira pelo Conservatório Brasileiro de Música (RJ), e passagem pelo Conservatório de Tatuí (SP), onde estudou Piano com foco em Jazz e Música Brasileira. Além do trabalho solo que leva a sua assinatura, atua como Diretor Pedagógico da casa de cultura Instituto Casa Nobre, na Guarda do Embaú (SC) e como jovem compositor sinfônico apoiado pela International Brazilian Ópera Company, de Nova York(EUA). Nascido em Dourados (MS), Gustavo ampara sua pesquisa e produção musicais nas travessias que realiza por distintos territórios culturais, numa cartografia que abrange tradições da música popular brasileira, da música sinfônica mundial, do jazz americano e do cancioneiro folclórico sul-americano.

Glauco Solter
GLAUCO SÖLTER é baixista nascido em Cascavel (PR), radicado em Curitiba e atualmente morando (também) em São Paulo. Toca e grava regularmente com diferentes trabalhos no Brasil e exterior. Por mais de 15 anos acompanhou e dirigiu o grande trombonista Raul de Souza. Tem seu trabalho autoral com 5 CDs lançados, além de fazer parte dos grupos “Mano a Mano Trio”, “Duo Bandolaxo” e “Projeto Cataia” (com Arismar do Espírito Santo). Já trabalhou com nomes como João Bosco, João Donato, Ron Carter, Badi Assad, Richard Bona, Toninho Horta, entre outros. Frequentou a Berklee College of Music em 1999. Antes disto havia tocado com seu trio no Montreux Jazz Festival e lançado nacionalmente um CD com o grupo de música instrumental NaTocaia. Atua também regularmente como professor, arranjador e produtor cultural. Acaba de lançar o livro Levadas Brasileiras, sobre a história do baixo no Brasil.

Três no choro
Formado por Marcela Zanette (flauta transversal), Carla Zago (violino) e Renan Bragatto (acordeom). Para construir sua sonoridade o grupo mergulha num repertório que além do choro inclui o baião, frevo, valsa e samba. Visitam a obra de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Luiz Gonzaga e composições próprias, valorizando a tradição e buscando novas possibilidades sonoras.

Serviço:
Circuito Off da 39ª Oficina de Música de Curitiba
Data: 01 a 10 de julho de 2022
Valor para entrada no Vale da Música: R$ 15,00 inteira e R$ 7,50 meia-entrada. O benefício é válido para pessoas que estejam dentro da lei da meia-entrada, crianças de até 12 anos e para moradores de Curitiba e região metropolitana, que precisam levar um comprovante de residência para obter o desconto.
Endereço: Rua João Gava, 970 – Abranches.
Mais informações sobre as apresentações: @festivalvaledamusica