Com expectativa de 1 milhão de pessoas, velório de Maradona começa na Casa Rosada

Desde o início da madrugada, milhares de torcedores formavam uma fila que já avançava quadras da tradicional Avenida de Mayo

Com uma grande presença de torcedores do lado de fora da Casa Rosada, sede do governo da Argentina, em Buenos Aires, o velório de Diego Maradona foi aberto ao público às 6 horas (de Brasília) desta quinta-feira e seguirá até 16 horas. A expectativa é que 1 milhão de pessoas passem pelo local para se despedir do ídolo, que faleceu no início da tarde de quarta após sofrer uma parada cardiorrespiratória.

Houve um princípio de confusão na hora da abertura dos portões da Casa Rosada, mas sob muita emoção, os fãs foram entrando aos poucos e deram adeus a Maradona.

A situação na entrada da Casa Rosada está mais controlada, mas há princípios de confusão na última barreira antes do acesso ao salão onde se encontra o caixão. É permitida a entrada de 20 pessoas por vez e, quando o portão se fecha após entrada de um grupo, os ânimos se exaltam.

Escoltado por uma caravana, o corpo do ex-craque chegou à sede do governo argentino por volta de 1 hora, quando uma multidão já se encontrava na Plaza de Mayo. Camisas da seleção da Argentina e do Boca Juniors já eram maioria, mas torcedores de todos os clubes marcaram presença.

Atendendo a um pedido da família, que fez uma cerimônia íntima momentos antes da abertura dos portões, o caixão permanecerá fechado durante o velório, que conta com a presença da imprensa local e internacional, com jornalistas dos principais meios de comunicação do mundo.

Diego Maradona será enterrado no cemitério Jardins de Bella Vista, em Buenos Aires, porém o horário do sepultamento ainda não havia sido confirmado pela família até momentos antes do início do velório.

Informações Banda B.

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Caso de Covid mais longo do mundo: americana sobreviveu e ficou com a doença por 335 dias

Uma mulher americana, de 47 anos, imunossuprimida após tratar com sucesso um câncer, é o caso de Covid-19 mais longo do mundo. Ela ficou com o vírus no corpo por 335 dias e sobreviveu.

A informação veio de um estudo publicado na plataforma MedRxiv no começo de outubro. A paciente foi infectada pela primeira vez em 2020, e apresentou sintomas leves ou ficou sem sinal da doença por cerca de dez meses.

Ela fez uma série de testes de Covid que sempre voltavam positivos para a doença. Os médicos acreditavam na possibilidade de falsos positivos ou que haviam pedaços pequenos do vírus.

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Mais de 5 bilhões de pessoas podem ter dificuldades no acesso à água em 2050

Mais de 5 bilhões de pessoas poderão ter dificuldade de acesso à água em 2050, alertou hoje (5) a Organização Mundial de Meteorologia (OMM).

Em 2018, já eram 3,6 bilhões que não tinham acesso suficiente à água por pelo menos um mês, segundo novo relatório da organização. 

A OMM insistiu ainda no fato de, nos últimos 20 anos, o armazenamento de água no solo ter diminuído um centímetro por ano, tendo em conta a superfície, o subsolo, mas também a umidade do solo, neve e o gelo.

As perdas mais significativas ocorrem na Antártica e na Groenlândia, mas “muitas áreas densamente povoadas, localizadas em latitudes mais baixas, estão sofrendo perdas significativas em lugares que geralmente fornecem abastecimento de água”, disse a OMM.

Essas perdas têm “consequências importantes para a segurança hídrica”, destacou a organização, sobretudo porque “a água doce utilizável e disponível representa apenas 0,5% da água presente na Terra”.

Ao mesmo tempo, os riscos relacionados à água aumentaram nas últimas duas décadas.

Desde 2000, o número de desastres relacionados às inundações aumentou em 134%, em comparação com as duas décadas anteriores, mas o número e a duração das secas também aumentaram 29% no mesmo período.

A maioria das mortes e danos econômicos causados pelas inundações ocorre na Ásia e a maioria dos problemas provocados pela seca, na África.

Para a OMM, é essencial investir tanto em sistemas que permitam melhor gestão dos recursos quanto em sistemas de alerta precoce.

“Esses serviços, sistemas e investimentos ainda não são suficientes”, observou a organização.

Cerca de 60% dos serviços meteorológicos e hídricos nacionais – responsáveis pelo fornecimento de informações e alertas às autoridades e ao público em geral – “não dispõem de toda a capacidade necessária para prestar serviços climáticos ao setor das águas”.

A organização afirmou que em cerca de 40% dos países-membros “não há coleta de dados sobre as variáveis hídricas básicas” e em “67% deles não há dados hídricos disponíveis”.

Os sistemas de previsão e de alerta para a seca são inexistentes ou inadequados em pouco mais da metade dos países. Em um terço dos países-membros, os sistemas de previsão e alerta para enchentes de rios também são inexistentes ou inadequados.