Com 736 novos casos de Covid-19 em um dia, Curitiba volta a ter índices semelhantes ao do pico da pandemia

Na terça-feira (10), os números também já estavam em tendência de alta, com 477 novos casos em 24 horas

Com 736 novos casos de coronavírus confirmados nesta quarta-feira (11), Curitiba voltou a ter em um dia números semelhantes ao do início do mês de agosto, quando a capital vivia o pico no índice de contaminação. No dia anterior, terça-feira (10), os números também já estavam em tendência de alta, com 477 novos casos em 24 horas.

Há cerca de duas semanas a média de novos casos na capital estava abaixo de 300. Por enquanto, Curitiba segue com bandeira amarela, sem uma restrição mais severa para determinadas atividades. A procura por unidades de saúde e hospitais também tem aumentado.

Último boletim

Além dos 736 casos, Curitiba teve cinco mortes de moradores da cidade infectados pelo novo coronavírus, conforme boletim da Secretaria Municipal da Saúde.

Quatro desses óbitos ocorreram nas últimas 48 horas. As novas vítimas são quatro mulheres e um homem, com idades entre 35 e 91 anos. Quatro dos pacientes tinham fator de risco para complicações da covid-19. Havia ainda um homem de 58 anos sem registro de doenças prévias e que estava internado há mais de dois meses.

Até agora são 1.538 mortes na cidade provocadas pela doença neste período de pandemia.

Informações Banda B.

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Greca tem quadro estável e segue em observação

De acordo com boletim médico divulgado pelo Hospital Marcelino Champagnat nesta quarta-feira (26/01), o quadro de saúde do prefeito Rafael Greca é estável. Ele permanece internado em observação e para tratamento clínico de um quadro de indisposição causada por uma hérnia  intestinal já existente.

Ainda não há previsão de alta hospitalar.

O boletim é assinado pelo gerente médico do Hospital Marcelino Champagnat, Dr. Rogério Fraga.

Novo boletim deve ser divulgado até o início da tarde desta quinta-feira.

Pelo menos 2 milhões de paranaenses já tomaram a dose de reforço contra a Covid-19

O Paraná já registrou a aplicação de pelo menos 2 milhões de doses de reforço (DR) contra a Covid-19. Segundo os dados do Vacinômetro nacional, 2.047.678 pessoas receberam o imunizante até esta quarta-feira (26). Outras 161.635 vacinas foram registradas como dose adicional (DA) ou quarta dose.

O sistema nacional ainda apresenta inconstâncias e, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, deve ser maior. De acordo com o Divisão de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), o Paraná já recebeu 2.851.841 doses para reforço.

O número total de vacinas aplicadas contra a Covid-19 no Estado já passa de 19,5 milhões, incluindo 9,1 milhões como primeira aplicação (D1) e 8,5 milhões como segundas doses (D2) ou dose única (DU).

“Temos doses de reforço que já foram distribuídas aos municípios e ainda não foram aplicadas. Precisamos que a população se conscientize da importância dessa vacina e deixem a imunização em dia. Respeitando o intervalo adequado, é preciso ir atrás do reforço”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. 

“Fazemos um apelo para que todas as pessoas que puderem e estiverem dentro do prazo de aplicação, procurem uma unidade de saúde do seu município e agendem a sua imunização. A dose de reforço é uma proteção a mais contra esse vírus que já vitimou quase 41 mil paranaenses”, ressaltou Beto Preto.

Segundo o Vacinômetro, mais da metade do número de doses de reforço aplicadas até agora corresponde à população acima de 60 anos (1.079.280 doses). Atualmente, pelo intervalo ideal, a dose de reforço já pode ser aplicada em pessoas acima de 30 ou 40 anos, dependendo dos calendários municipais.

HISTÓRICO – A DR foi recomendada pelo Ministério da Saúde no dia 26 de agosto do ano passado, por meio da nota técnica nº 27/2021 da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (SECOVID). Inicialmente, a orientação era que a dose extra fosse aplicada em idosos acima de 70 anos (após seis meses da D2 ou DU) e imunossuprimidos (28 dias após a última dose do esquema básico de vacinação).

O Estado recebeu o primeiro lote para DR na segunda quinzena de setembro e distribuiu cerca de 118,6 mil imunizantes para o início das aplicações. Logo em seguida, o governo federal recomendou a dose de reforço para trabalhadores de saúde e idosos acima de 60 anos. Em novembro, a SECOVID emitiu a nota técnica nº 59/2021 orientando a administração de DR em todas as pessoas com mais de 18 anos.

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e considerando uma maior disponibilidade dos imunizantes aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde diminuiu o intervalo entre as doses e recomendou a partir de 20 de dezembro que a DR fosse aplicada após quatro meses da D2 ou DU na população adulta, conforme a nota técnica da SECOVID nº 65/2021. 

Já nos casos em que a primeira dose foi a dose única, recomenda-se a aplicação da DR com o imunizante da Janssen após dois meses.