O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) está promovendo uma iniciativa para impulsionar a bioeconomia na região amazônica. A proposta envolve a criação de uma rede de instituições científicas que atuam na conservação da biodiversidade e no desenvolvimento de soluções inovadoras para a bioeconomia. A iniciativa conta com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que destinou um investimento inicial de US$ 2 milhões para o desenvolvimento de programas e projetos colaborativos no bioma. (gov.br)
A Rede Amazônica para Pesquisa e Inovação em Biodiversidade é composta por oito institutos científicos da Pan-Amazônia, incluindo o INPA, o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM) do Brasil, além de instituições da Colômbia, Peru, Bolívia e Equador. O objetivo é integrar esforços para promover a conservação da biodiversidade e desenvolver soluções inovadoras para a bioeconomia amazônica. (gov.br)
Durante a primeira reunião de trabalho da Rede, realizada no INPA em Manaus, o presidente do BID, Ilan Goldfajn, destacou a importância de criar uma rede dentro da Amazônia, começando por quem já está presente na região. O dirigente enfatizou que o objetivo do banco é coordenar iniciativas e recursos, promovendo integração com uma visão holística da região, considerando as necessidades das pessoas e comunidades locais, incluindo comunidades indígenas. (gov.br)
O diretor do INPA, professor Henrique Pereira, ressaltou que a Rede atuará em direção à bioeconomia, produzindo resultados que possam gerar novos negócios baseados nas plantas, animais e microrganismos da Amazônia. Ele exemplificou que isso pode envolver a indústria de alimentos e a segurança alimentar, além da saúde, com a transformação de princípios ativos em produtos utilizados para o tratamento ou controle de doenças tropicais negligenciadas. (gov.br)
A formação da Rede representa um avanço significativo para o desenvolvimento sustentável da região amazônica, integrando esforços de diversas instituições para promover a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento de soluções inovadoras para a bioeconomia. Com o apoio do BID e a colaboração entre as instituições participantes, espera-se fortalecer as capacidades técnicas e científicas da região, impulsionando a economia local de forma sustentável. (gov.br)
As informações são da Agência Brasil.
Fonte: Agência Brasil
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