Os recentes confrontos entre Israel e Hezbollah resultaram em 52 mortos e 150 feridos no Líbano, conforme informou a pasta da Saúde local. A situação se agravou após ataques israelenses em subúrbios de Beirute, em resposta a disparos de projéteis lançados pelo grupo armado Hezbollah.
### Ação Militar de Israel
Os ataques israelenses tiveram como alvo posições do Hezbollah, que declarou que suas ações se destinam a vingar a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã. O grupo insiste que suas operações são realizadas “em defesa do Líbano”. Em contrapartida, Israel responsabilizou o Hezbollah pela escalada da violência e classifica o líder do grupo, Naim Qassem, como um “alvo para eliminação”. Em um desenvolvimento recente, Israel anunciou a morte de Hussein Makled, uma figura de destaque na inteligência do Hezbollah.
### Reações e Escala de Conflito
O governo libanês impôs restrições às atividades militares do Hezbollah dentro do país. No cenário mais amplo do Oriente Médio, os Estados Unidos e Israel intensificaram ataques ao Irã, provocando um ciclo de retaliações que inclui ameaças do regime iraniano de resposta a bases militares norte-americanas em diversos países da região.
Após a suposta morte de Khamenei, o Irã prometeu retaliar de forma severa. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, caracterizou a defesa contra os ataques como um “direito e dever legítimo”. Em resposta, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que qualquer ação iraniana resultaria em uma represália de força sem precedentes.
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