Arcebispo de Curitiba segue internado com Covid-19; quadro é estável

Publicidade
Publicidade

O arcebispo metropolitano de Curitiba, Dom José Antonio Peruzzo, teve o diagnóstico confirmado de Covid-19 neste sábado (20) e foi internado no Hospital Nossa Senhora das Graças.

De acordo com o boletim médico divulgado nesta segunda-feira (22), o grado do religioso é estável.

“O Arcebispo Metropolitano da Arquidiocese de Curitba, Dom José
Antônio Peruzzo, completou 48 horas de internação. Seu estado geral
continua estável, sem agramos clínicos, com exames laboratoriais e
radiológicos dentro do esperado para a fase clínica da doença”, anunciou o hospital.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Média móvel de casos no Paraná aumentou 48,5% em duas semanas

Publicidade
Publicidade

Em duas semanas, a média móvel de casos confirmados de Covid-19 teve aumento de 48,5% no Paraná. De acordo com o último Informe Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde, publicado na segunda-feira (1º), em 28 de fevereiro a média móvel era de 3.724 novos diagnósticos por dia, calculada por um período de sete dias.

O aumento no número de diagnósticos é observado desde o início do mês. Na semana epidemiológica 5 (de 31 de janeiro a 6 de fevereiro) foram confirmados 17.651 casos, com um leve aumento na seguinte (7 a 13 de fevereiro), com 17.686 confirmações. Na semana epidemiológica 7 (14 a 20 de fevereiro), o número de casos saltou para 21.612. Na última semana fechada (21 a 27 de fevereiro) já eram 27.090 casos.

Com apenas dois meses completos, o ano de 2021 já concentra um quarto de todas as mortes da pandemia. Até 1º de março, o Paraná somava 645.621 casos e 11.598 mortes. Destas, 3.005 morreram neste ano.

A escalada nos diagnósticos e a ocupação dos leitos foram os motivos que levaram o Governo do Estado a ampliar as medidas restritivas para reduzir os contágios. Também houve aumento na média móvel de óbitos no mesmo período, chegando a 38 mortes diárias na semana encerrada em 28 de fevereiro e 29 mortes por dia, duas semanas antes. Os dados são atualizados constantemente pela Secretaria da Saúde.

“Estamos no momento mais crítico da pandemia, com nossos hospitais trabalhando no limite. O governo está fazendo a sua parte, aumentando o número de leitos, mas a estrutura é finita. Precisamos de um esforço coletivo para derrubar esses números e achatar novamente a curva. Cada vida que tenha condições de ser salva importa muito”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto.

PERFIL – Enquanto mais pessoas jovens se contaminam, as mais velhas são as principais vítimas fatais. Também há mais casos de mulheres que tiveram a doença, mas é maior o número de homens que morrem por causa da Covid-19. Em cada seis idosos com mais de 70 anos que se contaminaram, um morreu por causa da doença. Já na faixa etária entre os 30 e os 39 anos, que concentra o maior número de casos, foi um óbito para cada 450 infectados.

A média de idade entre os confirmados é de 39,56 anos, enquanto as pessoas que morreram tinham em média 68,92 anos de idade. As mulheres respondem por 53% dos casos (344.805) e por 41% dos óbitos (4.791). Já os homens são 47% dos contaminados (300.816) e 59% dos mortos (6.807).

A faixa etária que concentra o maior número de casos é a dos 30 aos 39 anos de idade, com 144.435 diagnósticos positivos. Na sequência, estão as faixas dos 20 aos 29 anos (136.660); de 40 a 49 anos (119.063); de 50 a 59 anos (91.439); de 60 a 69 anos (52.375); de 10 a 19 anos (45.264); de 70 a 79 anos (24.885), de zero a 5 anos (12.389); mais de 80 anos (11.393) e de 5 a 10 anos (7.718).

Entre os óbitos, a maior média é entre os idosos na faixa dos 70 aos 79 anos, com 3.166 mortes. Também morreram 2.916 pessoas com 80 anos ou mais; 2.827 com idade entre 60 e 69 anos; 1.525 pessoas de 50 a 59 anos; 710 com idade entre 40 e 49 anos; entre os de 30 e 39 anos foram 320 óbitos; 102 mortes na faixa dos 20 aos 29 anos; 32 dos 10 aos 19; duas dos 6 aos 9 anos e oito entre crianças de zero a 5 anos.   

LEITOS – Atualmente, 3.650 pessoas estão internadas no Paraná com casos suspeitos ou confirmados, tanto na rede pública quanto na privada. São 2.198 em leitos clínicos de enfermaria e 1.452 em UTIs. Na última semana, o Estado ativou 148 novos leitos exclusivos para atender pacientes com a doença, 55 de UTI e 93 de enfermaria, e prevê ainda ampliar a estrutura com outros 97.

Mesmo com a ampliação, a taxa de ocupação dos leitos de UTI do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado está hoje em 92% – das 1.365 UTIs adulto, 1.257 estão ocupadas. Já a taxa de ocupação nos leitos de enfermaria chegou a 72%, com 1.439 dos 1.985 leitos disponíveis ocupados. A situação mais crítica é na macrorregião Oeste, que tem 97% das UTIs e 79% das enfermarias sendo utilizadas.

Informações AEN PR.

Contra aumento no preço dos combustíveis, trabalhadores do setor de transportes protestam na Repar

Publicidade
Publicidade

Contrários ao novo aumento nos preços dos combustíveis, trabalhadores do setor de transportes realizam nesta terça-feira (2) um protesto em frente à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, na região metropolitana de Curitiba. A mobilização reúne guincheiros, motoboys e motoristas de aplicativos na marginal da Rodovia do Xisto.

Nesta terça-feira (2), a gasolina ficou 4,8% mais cara, ou seja, R$ 0,12 por litro. Com isso, o combustível passou a ser vendido às distribuidoras por R$ 2,60 por litro. O óleo diesel teve um aumento de 5%: R$ 0,13 por litro. Já o gás liquefeito de petróleo (GLP), conhecido como gás de botijão ou gás de cozinha, ficou 5,2% mais caro. O preço para as distribuidoras é de R$ 3,05 por quilo (R$ 0,15 mais caro), ou seja R$ 36,69 por 13 kg (ou R$ 1,90 mais caro).

Segundo o guincheiro Reinaldo da Silva Dias, não é viável trabalhar com os preços praticados atualmente. “Agora toda semana isso, toda semana tem aumento. Nós precisamos que baixe, senão como vamos trabalhar? O frete nosso está há sete anos sem reajuste, mas o combustível sempre subindo”, lamentou.

Representante dos motoristas de aplicativo, Arnaldo Milki, também criticou o reajuste. “É o quinto aumento em um ano, não tem com um pai de família levar seu sustento para casa assim”, disse.

A categoria espera que o governo federal reavalie a política de preços que chega ao consumidor.

Informações Banda B.