Aos 54 anos, dono da rede de supermercados Rio Verde morre por complicações da Covid-19

Ele estava internado desde o dia 5 de dezembro, no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba

O proprietário da rede de supermercados Rio Verde, Dionei da Silva, de 54 anos, morreu vítima de complicações da Covid-19 nesta terça-feira (12). Ele estava internado desde o dia 5 de dezembro, no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba.

A rede Rio Verde confirmou a notícia e lamentou o falecimento em nota publicada nas redes sociais. “Gostaríamos de agradecer profundamente a todos que estiveram conosco durante esta dura batalha e pedir que em suas orações peçam a Deus para que o tenha perto de si e que cuide de todos os enfermos para que tão logo estejamos livres desta terrível doença que nos aflige”, diz o comunicado.

Em mensagem enviada à Banda B, um ex-funcionário do empresário disse que ele era um exemplo de humildade e empreendedorismo. “Eu trabalhei ali por mais de 15 anos e sai para abrir meu próprio comércio, há 4 anos. Mas minha irmã, meu cunhado e outros familiares continuam lá. O Dionei sempre administrou sua rede tendo contato pessoal com os funcionários e para mim foi um exemplo de ser humano, humilde e bondoso”, disse ele, que faz parte da família Olifirenko.

O velório acontecerá nesta quarta-feira (13), a partir das 9h, no Parque das Araucárias. O sepultamento está marcado para as 13h30, no Cemitério São Gabriel, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Grupo Rio Verde

O Grupo Rio Verde foi fundado em Colombo (RMC), no ano de 1971, pelos pais de Dionei, que atualmente ocupava o cargo de presidente do conglomerado.

A rede possui 11 lojas dos supermercados Rio Verde em bairros de Colombo, Campo Largo e Curitiba. O Harger Atacadista também é de propriedade do grupo.

Informações Banda B.

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Consórcio de veículos de imprensa passa a divulgar número de vacinados contra a Covid-19 no Brasil

Até agora, apenas o Distrito Federal e cinco estados divulgaram seus números

A partir desta quinta-feira (21), o consórcio de imprensa formado pelos veículos Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 divulga diariamente os números de pessoas que receberam a vacina contra a Covid-19 no Brasil.

O levantamento vai trazer o número total de vacinados, a porcentagem em relação à população total, a porcentagem em relação à população com mais de 18 anos (já que as vacinas foram testadas nesse público e serão oferecidas apenas para ele neste momento), a porcentagem em relação às doses disponíveis e também a porcentagem de pessoas vacinadas em relação ao grupo prioritário da primeira fase.

Até agora, apenas o Distrito Federal e cinco estados divulgaram seus números -São Paulo, Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Maranhão. Neles, 109.097 pessoas foram vacinadas contra a Covid-19.

O consórcio foi formado em junho de 2020 em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19. Os veículos decidiram, então, formar uma parceria e trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Em uma iniciativa inédita, equipes de todos os veículos dividem tarefas e compartilham as informações obtidas para que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela Covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

Informações Banda B.

Mesmo sem aval da Anvisa, começa produção de vacina russa Sputnik V no Brasil

Em nota divulgada após a reunião, a Anvisa afirmou que o laboratório disse estar interessado “em cumprir todas as etapas regulatórias exigidas pela Anvisa para avançar com os estudos clínicos no Brasil”

O Brasil começou a produzir em território nacional doses da vacina russa contra a covid-19, a Sputnik V, segundo Kirill Dmitriev, presidente do Fundo Russo de Investimento Direto.

De acordo com Rogério Rosso, diretor de negócios internacionais do Grupo União Química, a produção foi iniciada com um lote-piloto de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), o princípio ativo do imunizante. Ele afirma que é possível produzir 8 milhões de doses por mês no País, assim que sua planta em Brasília, a Bthek, estiver operando em capacidade máxima.

Na manhã desta quinta-feira, 21, Dmitriev anunciou que pretende resolver as questões pendentes para aprovação do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) “nas próximas semanas”. A expectativa é aumentar o nível de produção ainda em fevereiro.

Hoje, o País não tem doses suficientes de IFA para dar continuidade à vacinação com o imunizante produzido pelo Instituto Butantan/Sinovac nem com o da Universidade de Oxford/Astrazeneca. O governo federal se apressa, no momento, para importar esse insumos da China e da Índia.

Representantes do Grupo União Química se reuniram com diretores da Anvisa para falar sobre o uso emergencial da Sputnik V no Brasil. Na sexta-feira, 15, a farmacêutica protocolou na agência um pedido para a utilização de 10 milhões de doses no País – quantidade que a empresa pretende distribuir ainda no primeiro trimestre deste ano.

No sábado, 16, a Anvisa rejeitou o pedido enviado na véspera pela União Química e pelo Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF), alegando que o documento não cumpria “requisitos mínimos” para a aplicação emergencial das doses no Brasil. Ontem, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu 72 horas para que a agência confirme o recebimento do pedido, o estágio de análise do requerimento e eventuais pendências para a aprovação do imunizante.

Em nota divulgada após a reunião, a Anvisa afirmou que o laboratório disse estar interessado “em cumprir todas as etapas regulatórias exigidas pela Anvisa para avançar com os estudos clínicos no Brasil”.

Não foram, porém, apresentados documentos novos para a autorização da pesquisa no País nem submetido pedido de uso emergencial. De acordo com a agência, uma nova reunião de caráter técnico deve ser realizada para avançar no processo da vacina. A data do encontro não foi divulgada.

A Sputnik V começou a ser aplicada na população russa no final de novembro do ano passado. Segundo seus desenvolvedores, ela teria 92% de eficiência contra a covid-19. No entanto, os estudos sobre o imunizante não foram ainda revisados por especialistas de outros países.

Informações Banda B.