Documento será protocolado nesta sexta-feira (14) no TRE-PR; segundo a campanha, processo de elaboração recebeu contribuições dos 399 municípios paranaenses.
O candidato ao Governo do Paraná Sergio Moro (PL) deve protocolar nesta sexta-feira (14), no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), o plano de governo para as eleições de 2026.
Segundo a campanha, o documento foi elaborado a partir de 6.338 sugestões populares recebidas dos 399 municípios do Paraná, além de contribuições de mais de 100 entidades e da participação de mais de 200 especialistas de diferentes áreas.
O projeto de elaboração das propostas foi chamado de Juntos Paraná 399 e vinha recebendo contribuições da população por meio de uma plataforma digital.
Como foi elaborado o plano de governo de Moro
De acordo com a campanha, as sugestões foram organizadas de acordo com o município e a região de origem para identificar as principais demandas apresentadas pelos participantes.
Posteriormente, as contribuições foram cruzadas com propostas elaboradas por equipes técnicas e submetidas a análises que consideraram aspectos como viabilidade e orçamento.
“Este é um plano que nasceu ouvindo, não discursando. Antes de escrever uma proposta, fomos ouvir. Percorremos o Paraná para que este plano de governo carregasse a voz de quem vive o Estado”, afirmou Moro.
Segundo o candidato, a intenção foi evitar que o documento fosse elaborado apenas a partir de diagnósticos gerais sobre o Paraná.
“Cada contribuição foi analisada como retrato real de uma cidade, de uma vida. Ouvir de verdade reafirma o propósito de governar para as famílias paranaenses”, disse.
Entidades participaram da elaboração
A campanha afirma que mais de 100 entidades encaminharam documentos ou sugestões durante a elaboração do plano.
Entre as instituições citadas estão Sistema Fiep, FAEP/SENAR-PR, Fetranspar, Ocepar, Uopeccan, Femipa, CRM-PR, Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Feapaes-PR, POD, Agência de Desenvolvimento do Sudoeste e sindicatos rurais de diferentes regiões.
Segundo a equipe responsável pelo projeto, as propostas passaram por uma análise de viabilidade e orçamento antes da elaboração da versão final.
O processo foi coordenado por Edson Vasconcelos, candidato a vice-governador na chapa de Moro.
“O grande diferencial foi transformar a escuta em método. Cada contribuição foi analisada ponto a ponto. Ouvimos a população, reunimos especialistas e cruzamos as demandas com propostas técnicas para que o plano tivesse aderência real às prioridades de cada região”, afirmou Vasconcelos.
Campanha diz ter criado mapa das demandas do Paraná
As 6.338 contribuições também foram organizadas para identificar a concentração de demandas apresentadas em diferentes regiões do Estado.
A campanha chama essa base de dados de um “mapa de calor de expectativas”. As informações teriam sido cruzadas com as propostas dos especialistas e documentos apresentados pelas entidades participantes.
“Não basta ouvir. É preciso respeitar quem foi ouvido e quem contribuiu, transformando essa participação em propostas que possam, de fato, ser cumpridas”, afirmou Moro.
Com o protocolo no TRE-PR, o documento passa a formalizar as propostas apresentadas pela candidatura para um eventual mandato no Governo do Paraná.
Plano de governo em números
Segundo os dados divulgados pela campanha:
- 399 municípios participaram do processo de escuta;
- 6.338 sugestões populares foram recebidas;
- mais de 100 entidades apresentaram documentos ou propostas;
- mais de 200 especialistas participaram da elaboração e análise das propostas.
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