Nos últimos 45 dias de conflito no Líbano, Israel realizou ataques aéreos que resultaram na destruição de 129 unidades de saúde no país. Esses bombardeios causaram a morte de 72 pessoas, incluindo profissionais de saúde e pacientes, e deixaram 43 feridos. Além disso, cinco hospitais foram evacuados, e outros cinco reduziram significativamente o número de pacientes devido aos danos estruturais. (veja.abril.com.br)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) expressou preocupação com a situação, destacando que, dos 207 centros de saúde primários em áreas de conflito, 100 estão fechados. Cinco hospitais foram evacuados, e outros cinco reduziram o atendimento devido aos danos causados pelos ataques. (veja.abril.com.br)
A destruição das unidades de saúde tem sobrecarregado o sistema de saúde libanês, que já enfrentava desafios antes do conflito. A OMS enfatizou a necessidade urgente de um cessar-fogo para permitir a recuperação e manutenção dos serviços essenciais de saúde no país. (veja.abril.com.br)
Esses ataques a centros de saúde violam o direito humanitário internacional, que protege instalações médicas e profissionais de saúde em tempos de conflito. A comunidade internacional tem pressionado por uma investigação completa sobre esses incidentes e pela responsabilização dos responsáveis. (agenciabrasil.ebc.com.br)
A situação no Líbano continua a ser monitorada de perto, com esforços sendo feitos para fornecer assistência humanitária e restaurar os serviços de saúde essenciais para a população afetada.
As informações são da Agência Brasil.
Fonte: Agência Brasil
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