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MP e TCU solicitam a Haddad alteração nos critérios de utilização do FGC

MP junto ao TCU pede que Haddad altere critério de utilização do FGC

Um ofício do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) foi enviado ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, com a proposta de reavaliação dos critérios de gestão do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado ressalta que as regras atuais parecem facilitar fraudes, colocando em risco a confiança no sistema financeiro.

No documento, ele solicita que Haddad considere a recomendação ao Conselho Monetário Nacional para revisar as diretrizes do FGC, visando aumentar a segurança e a transparência. “Essa mudança é crucial para que o FGC cumpra sua função de forma eficaz e evite irregularidades”, afirma o ofício.

Em janeiro, o CMN já havia aprovado modificações no estatuto do FGC, que é gerido pelo Ministério da Fazenda, Banco Central e Ministério do Planejamento. Entre as alterações, destaca-se a ampliação do suporte à transferência de ativos em situações adversas reconhecidas pelo Banco Central.

Custo do FGC sob Investigação

A recente liquidação do Banco Pleno elevou para oito o total de instituições envolvidas no esquema Master em liquidação extrajudicial. O impacto financeiro para o FGC já atinge R$ 51,8 bilhões, com custos específicos para o Banco Master de R$ 40,6 bilhões e R$ 6,3 bilhões do Will Bank.

O banqueiro Daniel Vorcaro, em depoimento à Polícia Federal, afirmou que o modelo do Banco Master estava totalmente baseado no FGC, defendendo sua estratégia como válida. O FGC é essencial para proteger os depósitos e créditos de clientes em caso de crises nas instituições financeiras.

Matéria completa em: https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/mp-junto-ao-tcu-pede-que-haddad-altere-criterio-de-utilizacao-do-fgc/

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