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Estado Destina R$ 16,3 Milhões para Prédio de Pesquisa e Reformas na Unioeste

Investimento de R$ 16,3 milhões para pesquisa na Unioeste

O governador em exercício Darci Piana anunciou um investimento de R$ 16,3 milhões para fortalecer a pesquisa e a ciência na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). O anúncio foi feito durante o Show Rural Coopavel, em parceria com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e a Fundação Araucária.

Melhorias em todas as unidades

A cerimônia contou com a presença de autoridades, incluindo o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, e o reitor em exercício, Gilmar Ribeiro de Mello. Os recursos serão aplicados em melhorias nas cinco unidades da Unioeste—Cascavel, Toledo, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu e Marechal Cândido Rondon—, além da Reitoria. Há também planos para a construção de um novo edifício em Toledo, focado no desenvolvimento de projetos voltados à produção de alimentos.

Foco no desenvolvimento tecnológico

“Estamos incentivando o ativo tecnológico do Estado, representado pela Unioeste, para ajudar no desenvolvimento do Paraná. Investir em ciência e tecnologia é fundamental para o progresso social”, afirmou Piana. O secretário Aldo Nelson Bona reforçou a importância da aproximação entre as universidades e o setor produtivo, destacando que os recursos ajudarão a fortalecer a pesquisa no estado.

Valorização da universidade

Gilmar Ribeiro de Mello, reitor em exercício, disse que este é um momento de valorização para a Unioeste. “Nunca tivemos tantos investimentos. As universidades estaduais se destacam pela excelência, resultado desses aportes governamentais”, declarou.

AgriTech Symbiosis LAB

Um dos destaques do evento foi a assinatura da ordem de serviço para a construção do AgriTech Symbiosis LAB, em Toledo, com um investimento de R$ 11,3 milhões. O objetivo é criar um centro de referência no desenvolvimento de produtos e processos voltados à bioeconomia e sustentabilidade na cadeia agroalimentar.

A nova estrutura visa atender às demandas do setor produtivo, oferecendo um ambiente apropriado para o escalonamento de processos, especialmente na valorização de subprodutos agroindustriais. A professora Mônica Lady Fiorese, coordenadora do projeto, explicou que a unidade atenderá à necessidade de um espaço onde as empresas possam validar processos em escala semi-industrial.

Inovação e infraestrutura

A professora acrescentou que este será o primeiro espaço específico no Brasil para a produção de hidrolisados proteicos, uma demanda identificada junto às empresas do setor agroindustrial. “Esta infraestrutura é inédita no país e foi inspirada em modelos europeus e asiáticos”, afirmou.

Outros investimentos

Além dos R$ 16,3 milhões, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior disponibilizará R$ 5 milhões que serão distribuídos entre os cinco campi e a Reitoria, visando melhorias na infraestrutura da instituição e, consequentemente, na experiência dos alunos.

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