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Petro afirma que voltará a pegar em armas se EUA invadirem Colômbia

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A tensão entre Colômbia e Estados Unidos aumentou após declarações do presidente colombiano, Gustavo Petro, sobre as ameaças de uma operação militar por parte do governo norte-americano. A situação se agrava ainda mais com a recente captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, destacando a relação complexa entre os três países.

Reação de Gustavo Petro

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, manifestou-se contra as ameaças de Donald Trump, presidente dos EUA. Em resposta a comentários feitos após um ataque militar dos Estados Unidos na Venezuela, Petro afirmou: “Se os EUA bombardearem, os camponeses se transformarão em milhares de guerrilheiros nas montanhas.” Trump, por sua vez, disse que a Colômbia é “governada por um homem doente que gosta de produzir cocaína” e insinuou ações militares.

Em sua defesa, Petro negou as acusações de narcotráfico, afirmando: “Não sou ilegítimo e não sou narcotraficante”. O presidente colombiano, que integra a esquerda política do país e teve um passado como guerrilheiro, ainda comentou que retornaria ao armamento caso os EUA atacassem a Colômbia: “Jurei que nunca mais tocaria em uma arma, mas pela pátria, voltarei a pegar em armas”.


A captura de Maduro

  • No último sábado (3/1), os Estados Unidos realizaram ataques em várias regiões da Venezuela.
  • Donald Trump confirmou a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
  • Maduro é considerado um dos principais alvos de Trump, identificado como chefe do Cartel de los Soles, que foi recentemente classificado como organização terrorista internacional pelos EUA.

Defesa da Colômbia

Mencionando a possibilidade de prisão de Maduro, Petro afirmou que a resposta seria “tomar o poder em todos os municípios do país”. Ele reforçou que a ordem para as forças públicas é clara: “Não atirar contra o povo, mas sim contra o invasor”.

Ataque na Venezuela

Nicolás Maduro e Cilia Flores foram capturados no último sábado e levados para os Estados Unidos, onde Maduro está atualmente detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, aguardando julgamento por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.

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