O presidente da Argentina, Javier Milei, elogiou o ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, ocorrido na manhã deste sábado (3/1), que resultou na suposta captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa. A declaração foi feita por meio de suas redes sociais, onde Milei reafirmou seu compromisso com a luta pela liberdade.
Reação de Javier Milei
Em sua conta na rede social X, o presidente argentino declarou: “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo”, refletindo sua postura durante a campanha eleitoral e sua relação com a situação na Venezuela.
Implicações Internacionais
A ofensiva dos EUA gerou reações de líderes internacionais. O presidente colombiano, Gustavo Petro, denunciou o ataque em suas redes sociais e pediu uma reunião urgente da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da ONU. “Alerta para o mundo inteiro: atacaram a Venezuela”, afirmou, citando os bombardeios em Caracas.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, também se manifestou, condenando o que classificou como “terrorismo de Estado” e exigindo uma resposta da comunidade internacional. Em sua publicação, ele destacou que a região está sendo violentamente atacada.
Além disso, o Irã, aliado da Venezuela, condenou o ataque, chamando-o de “violações flagrantes” da soberania venezuelana e solicitando ação imediata do Conselho de Segurança da ONU. A Rússia, por sua vez, classificou a ação dos Estados Unidos como uma “agressão armada” e expressou preocupação com a escalada do conflito, ressaltando a necessidade de buscar soluções por meio do diálogo.
Detalhes do Ataque dos EUA
- O governo venezuelano divulgou um comunicado oficial acusando os Estados Unidos de realizar uma agressão militar contra áreas civis e militares em Caracas, Miranda, Aragua e La Guaira.
- O documento denuncia que o ataque viola a Carta das Nações Unidas, especialmente os princípios de soberania e proibição do uso da força.
- As autoridades venezuelanas afirmam que o ataque representa uma séria ameaça à paz na América Latina e no Caribe, e alegam que o objetivo seria controlar recursos estratégicos do país, como petróleo e minerais.
- A Venezuela reafirma sua determinação em defender sua independência, reiterando seu histórico de resistência a potências estrangeiras.
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