USD: R$ -- EUR: R$ -- BTC: R$ -- BTC: USD --

Rubio afirma que operações no Caribe e no Pacífico visam “defender os EUA”

Ícone de sino para notificações

Ofensivas dos EUA no Caribe e no Pacífico Representam Defesa Nacional, Afirmam Autoridades

O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, defendeu as recentes operações militares americanas no Caribe e no Oceano Pacífico, que resultaram na morte de mais de 70 pessoas. Em entrevista concedida após a cúpula do G7 no Canadá, Rubio alegou que essas ações são necessárias para proteger o país contra narcoterroristas. A declaração ocorre em meio a críticas internacionais sobre a legalidade dessas operações.

Críticas da União Europeia e da ONU

Rubio rejeitou as alegações de alguns países da União Europeia (UE) e da Organização das Nações Unidas (ONU), que acusam os Estados Unidos de violar o direito internacional. Essas organizações argumentam que a luta contra o narcotráfico deve ser conduzida dentro de limites estritos de uso da força letal, enfatizando que a questão é uma questão de aplicação da lei, não de intervenção militar.

“Não creio que a União Europeia tenha o direito de determinar o que é direito internacional. Os Estados Unidos estão sob ataque de narcoterroristas do crime organizado e o presidente está respondendo em defesa do nosso país”, declarou Rubio.

Justificativa das Ofensivas

Rubio insistiu que as operações visam interromper rotas marítimas de tráfico de drogas. Ele destacou que as ofensivas poderiam ser encerradas caso o regime do presidente venezuelano Nicolás Maduro deixasse de enviar embarcações com drogas.

“Esta é uma operação antidrogas. O presidente ordenou em defesa do nosso país. Ela continuará enquanto os barcos com drogas forem enviados. O regime de Maduro é um regime narcoterrorista”, afirmou Rubio.

USS Gerald R. Ford em Ação

No contexto das operações, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, considerado o maior do mundo, foi deslocado para o Comando Sul dos Estados Unidos, no Oceano Atlântico, em um momento de crescente tensão com a Venezuela. Rubio argumentou que essa ação é para a defesa do hemisfério, reiterando a ligação entre a presença militar e a luta contra o narcotráfico.

“Acho interessante que os países que desejam que enviemos mísseis para reforçar a defesa da Europa considerem um problema a presença de porta-aviões em nosso hemisfério”, disse Rubio.

Operações Navais em Curso

Desde agosto, os EUA têm realizado provas navais próximas à Venezuela, montando um cerco em águas internacionais do Caribe. Com o suporte de caças F-35, os ataques a embarcações identificadas como narcotraficantes já resultaram em um significativo número de mortes. As autoridades americanas alegam que estas operações são essenciais para combater o tráfico internacional de drogas, perpetuado por grupos que atuam sob a proteção do regime de Maduro.

📲 Receba as notícias de Curitiba no WhatsApp!

Participe do grupo do Busão Curitiba e fique por dentro de tudo que acontece na cidade. Entrar no grupo ›

Publicações recomendadas

Leia também