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Conflitos Mundiais Afetam Economia para 72% dos Brasileiros

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Pesquisa Revela Perspectivas dos Brasileiros sobre Conflitos Internacionais

Uma recente pesquisa conduzida pelo Ipsos-Ipec, entre os dias 3 e 8 de julho de 2025, aponta que a maioria dos brasileiros percebe impactos diretos dos conflitos internacionais na economia e nas relações diplomáticas do país. O estudo, que envolveu 2 mil entrevistados em 131 municípios, apresenta dados que refletem as preocupações da população em relação ao cenário global.

Impacto na Economia e Relações Diplomáticas

De acordo com a pesquisa, 72% dos brasileiros acreditam que os confrontos internacionais podem afetar significativamente a economia do país. Além disso, 66% dos respondentes avaliaram que esses conflitos têm potencial para interferir nas relações diplomáticas do Brasil com outras nações. A margem de erro do estudo é de dois pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.

Informação sobre Conflitos Globais

Somente 25% dos entrevistados afirmaram estar bem informados sobre os conflitos internacionais. Este índice é maior entre homens (31%) e pessoas com ensino superior (31%), enquanto apenas 17% dos que possuem ensino fundamental se sentem informados. A pesquisa também revelou que 46% se consideram razoavelmente informados, 27% mal informados e 3% preferiram não responder.

Avaliação de Países Estrangeiros

Os conflitos envolvendo os Estados Unidos geram uma opinião desfavorável ou muito desfavorável para 49% dos entrevistados. Quanto ao Irã e à Rússia, 70% manifestaram uma visão negativa. Sobre a Palestina, a desaprovação foi de 61%, e em relação a Israel, 52%. A Ucrânia, apesar de um panorama mais positivo em comparação com a Rússia, ainda é vista de forma desfavorável por 53% da população, com apenas 32% expressando apoio.

Diferenças entre Gêneros

O levantamento também revelou que os homens tendem a ter uma visão mais favorável em relação a países estrangeiros do que as mulheres. Aproximadamente 45% dos homens entrevistados se mostraram favoráveis ou muito favoráveis aos Estados Unidos, enquanto apenas 29% expressaram opiniões contrárias.

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