A construção do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de União da Vitória, no Sul do Paraná, está em fase final, com 92% de conclusão. O investimento totaliza R$ 13 milhões, provenientes do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa). A unidade contará com 22 consultórios e sete salas de exames, visando atender a demandas regionais de saúde.
Investimentos e Estrutura
Além do valor destinado à construção, a Sesa investirá mais R$ 3,5 milhões em mobiliário e equipamentos, assegurando que a unidade esteja completamente estruturada para atender a população. O AME atenderá os nove municípios da 6ª Regional de Saúde, sendo gerenciado pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Iguaçu (Cisvali).
Objetivos do AME
A proposta do AME é suprir a necessidade regional em problemas de saúde que não são inteiramente resolvidos na rede básica, mas que requerem consultas e exames de média complexidade, sem a necessidade de internação. Entre os atendimentos oferecidos, estarão especialidades como cardiologia, oftalmologia, ortopedia e endocrinologia.
O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, destacou: “Essa obra deve ser finalizada ainda este ano para melhorar o atendimento à população que depende do sistema de especialidades médicas. O Governo do Estado investe em 12 unidades similares, criando mais acesso aos serviços especializados. Este é um projeto que integra o legado do governador Ratinho Junior.”
Outras Unidades em Construção
O Governo do Estado também está construindo 11 AMEs em diversas cidades do Paraná, incluindo Almirante Tamandaré, Campo Mourão e Ponta Grossa. O investimento total para essas 12 unidades chega a R$ 250 milhões.
Modulações das Unidades
Os AMEs no Paraná são divididos em três tipos: o primeiro modelo conta com 37 consultórios e 10 salas de exames, ocupando cerca de 4 mil metros quadrados. Já os AMEs Tipo II possuem 22 consultórios e 7 salas de exames, com uma área de 2,5 mil metros quadrados, adotado em municípios como Cianorte e Irati.
Finalmente, os AMEs Tipo III, em construção em cidades como Goioerê e Toledo, terão estrutura semelhante a uma policlínica municipal, com capacidade para atender cerca de 5 mil pacientes por mês, em uma área de 1.014 metros quadrados. Cada uma dessas unidades terá um investimento de R$ 10 milhões.
